segunda-feira, 30 de junho de 2008

Hoje uma modelo de vinte anos se matou ela era Russa o que faz uma menina de vinte anos se matar?Nem eu que tó a doze anos sem trabalhar com carteira assinada não faria isso..mas já passei por alguns viadutos e pontes e passou esta ridicula idéia?Eu que nunca como ningúem que não sei se sou cem por cento etero? Faria isto eu que sou aprendiz de gnose, já fui espirita...já chupei uma pessoa do mesmo sexo, que não tenho filho que sou um escritor que erra na gramática...que não faço amor com ninguém. NÃO me mataria porque você quer ler modelos de cartas de suicida? Tó fora gosto e tento eliminar esta minha anbiguidade quase aos quarenta? Que bom ler a biografia de Paulo Coelho e saber que ele que pegava todo mundo tinha suas dúvidas...seu babaca potencial suicida leitor idiota. Vá escrever...brincar com crianças, estudar filosofia, esotrismo...qualquer coisa assim em vez de querer se matar...vá gastar dinheiro num shoping se tiver...vá ler livros...eu para matar minhas ansiedades, leio, compro roupas femininas me vejo nú no espelho, antigamente me mastrurbava...Para que uma linda menina de vinte anos vai se matar? Eu acredito numa força divina...e não abro mão...deixe de ser imbecil caro leitor e vá fazer coisas estranhas. Eu AS VEZES uso saia, visto calcinha? E dai ...talvez eu seja este tal de queer que aprendi numa palestra semana passada. Droga ningúem é derrotado não vá plantar arvore na rua...protestar contra governos se vire sua idiota seu idiota. Vou encerrando beijos a todos.....mas tire esta idéia ridicula da cabeça...""http://www.myspace.com/jocafariaOuça minha voz e tirará esta idéia ridicula da cabeça...João Carlos Faria
Hoje uma modelo de vinte anos se matou ela era Russa o que faz uma menina de vinte anos se matar?Nem eu que tó a doze anos sem trabalhar com carteira assinada não faria isso..mas já passei por alguns viadutos e pontes e passou esta ridicula idéia?Eu que nunca como ningúem que não sei se sou cem por cento etero? Faria isto eu que sou aprendiz de gnose, já fui espirita...já chupei uma pessoa do mesmo sexo, que não tenho filho que sou um escritor que erra na gramática...que não faço amor com ninguém. NÃO me mataria porque você quer ler modelos de cartas de suicida? Tó fora gosto e tento eliminar esta minha anbiguidade quase aos quarenta? Que bom ler a biografia de Paulo Coelho e saber que ele que pegava todo mundo tinha suas dúvidas...seu babaca potencial suicida leitor idiota. Vá escrever...brincar com crianças, estudar filosofia, esotrismo...qualquer coisa assim em vez de querer se matar...vá gastar dinheiro num shoping se tiver...vá ler livros...eu para matar minhas ansiedades, leio, compro roupas femininas me vejo nú no espelho, antigamente me mastrurbava...Para que uma linda menina de vinte anos vai se matar? Eu acredito numa força divina...e não abro mão...deixe de ser imbecil caro leitor e vá fazer coisas estranhas. Eu AS VEZES uso saia, visto calcinha? E dai ...talvez eu seja este tal de queer que aprendi numa palestra semana passada. Droga ningúem é derrotado não vá plantar arvore na rua...protestar contra governos se vire sua idiota seu idiota. Vou encerrando beijos a todos.....mas tire esta idéia ridicula da cabeça...""http://www.myspace.com/jocafariaOuça minha voz e tirará esta idéia ridicula da cabeça...João Carlos Faria
Miséria Humana?

Joca Faria

Moda de viola na TV Cultura este é nosso João Pacifico compositor de alma, não tocava violão e precisa? Nunca saberemos eita vida marvada de nossos artistas bendita seja nossa tv cultura...Mesmo digitando estas malfadadas linhas de um ex poeta? Não sei mais escrever em versos como continuarei a gravar cds de poesia? Vão virar cd de prosa né...Eita curtura boa só...tão tocando para frente... vivemos num pais de moda de viola, bossa nova, música pop e agora hip hop...mais nossos eruditos.
E assim vamos criando uma nação pelas artes e cultura..Temos nosso lado de povo guerreiro e lutador...
Longe da marvada classe politica...E enquanto isso muitas pessoas vão morando na rua..Jogado ao azar e os perigos da rua. Que coisa e estamos num governo de esquerda? Olha nossos irmãos moradores de rua? Lula voce veio num caminhão deu sorte e nossos irmãos moradores de rua?
Como ficam eles? Para que tanta miséria humana?
Vamos agüentar isto até quando já vi gente ser expulso da porta da Igreja por Padres e ai vamos tolerar ver irmãos morrer de frio em nossas cidades?
Precisamos mudar esta nossa cara de pais. Estamos nos acostumando a miséria ver gente morrer nos grandes centros, mendigos circulando por todos os lados. E nos nunca fazemos nada além de dar algumas moedas e um pouco de comida.
Neste sábado num onibus quando voltava de um curso de filosofia vi uma pessoa pedindo ajuda pois estava com aids e não tinha o que comer?
Cadê nossos governos? Cade nosso dinheiro de impostos? A pobreza sempre crescente a violência por todos os lados.
E nos não conseguimos descruzar nossos braços? Cade o projeto de renda minima do Eduardo Suplici? Porque não é implantado?
Onde vai ter criação de cooperativas, crédito barato para o povo escola com mais investimento?
Transporte público de qualidade nas grandes cidades?
Nada disto acontece ?

João Carlos Faria

Gaia

literatura, filosofia e arte.

domingo, 29 de junho de 2008



Poesia debaixo da música

Poesia debaixo da música.
Que música?
A música em cima da poesia.
Que poesia?
A poesia da aliteração da alma.
Os metros das ondas cerebrais espumantes.
Neurônios e mares volumosos.

...

Neurônios e mares volumosos.
Gastei muita grana.
Talvez eu morra.
Nasci, faz tempo, em vários poemas.
Em três versos, acabo o segundo quadro.
Deste poema, escrito sob a música.
Poesia debaixo da música.

...

Poesia debaixo da música.
Blocos de cartas do inferno.
Escaldantes rios congelados.
Retrato do chifrudo no ar.
Cujo eleito pelas trevas
Bebe o sangue de teu filho.
Neurônios e mares volumosos.

...

A poesia da aliteração da alma.
A alma da aliteração da poesia.
A aliteração da alma da poesia.
A poesia da alma da aliteração.
A alma da poesia da aliteração.
Os metros das ondas cerebrais espumantes.

...

Os metros das ondas cerebrais espumantes.
Era criança, há muitos poemas.
Batia punheta para Nossa Senhora de Lourdes,
Com vontade de ter profano tesão.
Sentia estaca de jequitibá no estômago.
A aliteração de meu coração.
A poesia da aliteração da alma.

...

Gastei muita grana.
Quebrei tudo, a melhor diversão.
Miserável como Marx.
Miserável como Jesus.
O feitiço do Cello.
A memória da antiguidade dos pelos.
Blocos de cartas do inferno.

...

Blocos de cartas do inferno.
A língua na antiguidade dos pelos.
Fogo no jequitibá dos violinos.
Alguém está entendendo a porra deste poema?
“Hoje não é hoje” – há, há!
Você nunca lerá o poema desse verso.
Gastei muita grana.

...

Gastei muita grana.
E este é o último quadro.
Desse estranho poema.
Do poeta que quer voltar à atividade.
Debaixo da música.
Só Hoje Último Beijo Está Riscado Também.
Blocos de cartas do inferno

sábado, 28 de junho de 2008


Conto de fadas


Poderei eu ao menos um dia me tornar a princesa bela que é desadormecida com um beijo do princípe encantado, que ela nunca desejou ? Ou talvez comer da maça envenenada de amor e adormecer em um longo e profundo sono inconsciente ? Poderei eu me tornar a rainha de um castelo imáginário ? Ou apenas ter um espelho magico que a cada dia me revele que eu sou a mais bela ? Ao menos poderei ficar presa a uma torre esperando que a noite chegue e traga meu amado que eu tanto desejo mais que nunca conheci? Presa em um conto de fadas sem um final feliz, sou apenas uma pequena menina perdida numa floresta de sonhos, que deixa pistas pelo caminho para que alguem a encontre e a leve para casa novamente... antes que o lobo mal a encontre e leve para sempre suas doces lembranças Existirá um final feliz para esse conto ? Ou a princesa estará condenada para sempre a prisão dos sonhos?? Sem amor, sem principe , beijo ,sem nada..


Poliana Souza (12/03/08)

Até aos Ossos

Frio!
Andando pelo meio da gélida solidão
E árvores sem folhas não se importam comigo.
Ou talvez importam-se,
Eu é que sou paranóico!
Não há música,
Somente o roncar dos automóveis,
Mas sinto-me
Como se ouvisse
A mais fúnebre das canções,
De algum compositor suicida
Agonizante por sua amada
Que agora parte da estéril vida
Ao solo pútrido
Que congela os mais mórbidos insetos.

Frio!
E ainda sofro...
Minha existência
É o martírio dos anjos de carne:
Ar e terra se confundem.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

UM NOVO VELHO CAMINHO?

Joca Faria

Não irei me vingar com as cinzas, arrancar as folhas que não combinam comigo, ou que me provocaram decepções. Não serei visto queimando fotografias, cartas e paixões numa lata de lixo, apenas porque não me servem mais. O que namorei vai me enamorar a vida inteira. Estará lá numa página definida, permanente, com a letra segurando as linhas.
Todos os meus erros são esperançosos pela releitura.

Fabrício Carpnejar

Hoje estou meio estranho pois estou encerrando um belo ciclo de trabalho e amizade e iniciando outro.
Esta tarde ao sonhar. Estava eu nos estúdios da Globo espionando para o Sílvio Santos este sonho sempre tive.
E este texto de hoje de nosso jovem Fabrio Carpnejar me vem com a lento através das mãos interne´ticas de Reginaldo Poeta Gomes começar sempre do zero e doloroso ninguém quer estar sozinho
ninguém quer a mudança ela sempre gera dores. Conviver com velhos amigos e mais fácil eles conhecem bem nossos defeitos.
E ai de nós quando estes se declaram nossos inimigos ai de nos. Conhecem bem nossas fraquezas e qualidade sabem bater bem onde dói. E eu aqui nesta solidão da tarde...sem medo algum do novo. Mas que novo é este caro Fabrício? Reginaldo?
Que novo que nos vêem a certeza da luta e o acordar de manhã. E quando morrermos para onde iremos que desafio teremos? Não entendo não consigo compreender este blog de Rynaldo Papoy..Não consigo parar para lér...Latitudes de Escorpião de Edu Planchez...
Uma hora desta paro. Esta semana assisti a Semana Literária e com ela vem milhoes de perguntas?
E quase nenhuma resposta. Me vejo igual em pessoas diferentes. Vivendo e convivendo com as dores e amores.
Pena que acabou pois tudo acaba e tudo volta...Mas quem afinal sou...se me lanço a criar a minha própria a moda a buscar minha própria identidade? Não sei gerar dinheiro riquezas só gero idéias e mais idéias. Mas nunca pretendo me suicidar viver e sentir ódio e amor. Portanto viver é bom...
mesmo quase nunca assertando sempre errando...Será que sou burro pois sempre persisto no erro...no eterno erro...sou assim me dói mas sou assim...quem sou?
O que me salva realmente são os ensinamentos Gnósticos do sr. Samael Aun Weor...se não fosse ele cairia na total depravação e esta me levaria a um abismo sem volta...prefiro morrer agora a morrer na eternidade.
A felicidade é algo difícil mas neste final de tarde de inverno sou um pouco feliz...pois nesta semana terminei um ciclo e inicio...outro.
E boa sorte aos outros de nossa antiga irmandade.
Que sejam felizes no caminho que escolheram...

João Carlos Faria

http://artegaia.blogspot.com/
CAPA DURA

Fabrício Carpinejar

Desentendo as panelas. Misteriosas os sumiços de suas tampas. Uma sina de guarda-chuva, de luvas, de meias, de canetas, das palhetas de guitarra. Somem sem aviso e bilhete de suicida. Escapam de seus pares. Desertam do exército. Vou procurar a panela debaixo da pia e não cato seu complemento. Os encanamentos rindo de mim, espumando detergentes. Arrumo, desarrumo, e nenhum vestígio. E já tenho que improvisar um novo chapéu, que é maior do que a borda. O conjunto termina desengonçado tal funil na cabeça do homem de lata. E depois não procuro mais, ressentido com o quebra-cabeça incompleto. Ainda deveria ser feito um estudo da falta de fidelidade das panelas. Por que elas não são monogâmicas? Diferente do caderno de capa dura, pautado pela lealdade. Lembro das aulas em que tinha que arrancar a folha para repassar ao professor no final do período. Não imaginava que ele exigiria a correção. O dilema posto na mesinha verde: ou entregar ou ficar sem nota. Triste o sacrifício, o capricho violado, o esforço de pontilhar o corte, reduzir o estrago usando régua ou um livro como apoio. Eram folhas duplas, rasgar uma significava comprometer a costura, deixar solta a folha no outro extremo, afrouxar a cintura do conjunto, corromper o elástico. A ilha da tinta desapareceria no mar. Não duraria nem mais um mês. Minha memória não é a de um caderno-espiral, para distribuir e censurar as confissões, mentir sua extensão e abreviar o conteúdo. É de um caderno capa dura. Não consigo apagar uma lembrança, mesmo que seja dolorida ou humilhante ou os dois. Muito menos alterar seu número de páginas conforme as necessidades da relação. Não sou de riscar o que aconteceu para parecer mais maduro, ou eliminar as contradições e simular coerência. Inclino-me a conviver com as rasuras e insatisfações. O branco do corretivo sempre me irritou mais do que a mancha violeta. Alterar é disfarçar a carência. Alterar é fingir o que não foi vivido, antecipar o que não era hora. Falsificar-se compulsivamente. Não irei me vingar com as cinzas, arrancar as folhas que não combinam comigo, ou que me provocaram decepções. Não serei visto queimando fotografias, cartas e paixões numa lata de lixo, apenas porque não me servem mais. O que namorei vai me enamorar a vida inteira. Estará lá numa página definida, permanente, com a letra segurando as linhas. Todos os meus erros são esperançosos pela releitura.
Gaia
literatura, filosofia e arte

Voltada para a criação de uma editora Valeparaibana bem como qualquer talento literário, artistico e cultural...Afim de trazer este mundo literário e artistico para o dia a dia de um povo...Promover uma ação cultural ....não preciso escrever mais nada....tudo é uma questão de tempo e de experiencia fazemos cinema, tv, música...sem nenhum medo...vamos vencer o ódio com amor...mãe Terra Gaia....uma eterna fé na ação cultural...CRIAREMOS

EDITORA, PRODUTORA, para chegar a felicidade....São José dos Campos, Brasil, Planeta Gaia....

Em Marcha...


Da forma palaciana sou paisano
Em meio à marcha fúnebre do servil
Sem servir de nada olhar do pano
No tom verde da esperança senil

Da fome amarela ganho bolsa
Em descaso caso da impaciência
Na caridade posta e insulsa
Do azul desbotado na dormência

Sem ter do berço em reza de terço
Na fé perdida do peito abatido
Em passos truncados no desmereço

Com o olhar cabisbaixo do ser manco
Visto o nu do verbo desmerecido
No real da Pátria, em preto no branco

Levanto da voz e falo na urna!

Ramoore