quarta-feira, 16 de julho de 2008

irmão você também é grandioso,

vejo intenso absoluto crescimento em você em tua amada arte. Admiro tua dedicação à bandeira dos kaóticos. Sei que és um rosnante destruidor de paradigmas: viver não é nada fácil, e se ver e ser cidadão dentro dessa agúda sociedade tornou-se um desafio mais que humano. Irmão, não esqueci de nada, tudo que vivemos e tentamos viver tremula e continuará tremular por toda a eternidade, porque somos filhos da grande noite e do grande dia, arteiros selvagens em estado de reconstrução/putrefação, e não abrimos patas de assim o ser. Obrigado por tuas palavras vivas e mortas. Aqui vos fala apenas o homem, que caga... que abre a janela pra tentar encontrar o pão e o sol. Nascemos mesmo para vomitarmos livros e outros setembros, andar nu com a lente aberta para a extrema visão. Assim viveu e não morreu o trágico romantico Glauber Rocha, ser farol, lanterna que nos guia, evitando assim que pisemos nos que ainda estão mortos (desconfio que deve ser melhor pisar). A morte é certa, a vida é errada, e por ser errada que nos fascina. Eu quero mesmo é errar, ferder diante do portal da arrogante inteligencia.



Beijos

Edu PLANCHEZ

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