sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Vera perdoa o meu sorriso amarelo


Vera perdoa o meu sorriso amarelo,
ainda forçado...
prometo pra mim mesmo, pra vc e para o planeta
sacodir das entranhas essas vozes pequenas.
N tenho explicações o porque de ter ficado assim,
distante do sol, distante das crianças, da minha tua criança, da criança do
chão e do céu .

Nós os poetas do cotidiano
apalpamos cada centímetro
desses novos dias pq temos dedos ancorados
em muitos corações,
em muitas canções, em muitas palavras,
em muitos mestres.

Amo, amei de mais, lancei-me aos turbulentos
e saborosos pratos com todas as patas...
mas a maior de todas as conquista,
compreendo ( agora) reside cá
por esse meu ventre.

Querida... beijos


EDU PLANCHÊZE

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