sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

São Sebastião do Rio de Janeiro




Joca Faria



Nesta tarde de fim de Natal ouço Malu Magalhães e leio Edu Planchez eita poetas que me falam a alma. A menina parece ter vindo dos anos sessenta ouvimos um Bob Dylan como diria alguém não sou dado a tanta música sou mais das leituras e agora começo a redescobrir a música. Tive um natal bem tranqüilo acho que até aqui uma vida bem tranqüila. Edu fala-me de um universo a qual não vivo. Não sinto e não me arrependo. As belas ruas de nossa São Sebastião do Rio de Janeiro tão estigmatizada neste pais como símbolo de violência mentira é uma grande cidade de nosso planeta. E tem seus grandes problemas , mas o Rio é uma novidade a todo instante. Quando estive lá um poeta deste tão desconhecido me falou que o Rio é um grande balneário numa só avenida. Não devo concordar ou discordar, pois ainda fiquei muito pouco tempo naquela mágica cidade que nunca dorme. E Malu me fez voltar a Bob Dylan que linda canção que poeta e Beat de corpo e alma. Eita fera das palavras que presente de natal... Um dia terei mil anos e ainda deverei saber muitas coisas. A gente sempre tem muito a aprender. Senhora senhora deite-se comigo estou só. Senhora SENHORA deite-se comigo. Bob Dylan me faz lembrar o poeta Oswaldo Jr. Um amigo de vida nas artes. Que segundo algumas mulheres um grande cavaleiro não sou eu que digo elas o dizem.E assim chega a noite Senhora e ainda não há tenho em minha alcoova. Terei que procura-lá por todas as cidades do planeta? Serei eu um homem a amargar a solidão? Não senhora não me deixe só. Deite-se em minha alcova. Sou só e com você me tornarei um Deus. Trago-te todo meu amor. Todos os meus sonhos. Vamos caminhar pelas areias de Copacabana. Vamos PASSEAR pela cidade que nunca dorme. Entrar num hotel simples de seu centro e nos deitar até o sol nascer quando faremos amor. Depois caminhar até uma praia. E estarmos juntos na cidade que nunca dorme. Ouvir Bob Dylan ... Conversar com Edu Planchez e pegar o avião até outra cidade. Vamos viajar pelo mundo este nosso grande mundo para nós não existirá passaportes, nem alfândegas nem falta do vil metal. Mulher temos a eternidade inteira para nossa alcoova.

João Carlos Faria

Lay Lady Lay

Bob Dylan

Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Quaisquer cores que você tenha em sua mente

Eu as mostrarei a você e você as verá brilhar



Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Fique, senhora, fique,

fique por algum tempo com seu homem

Até o amanhecer,

Então você o verá sorrir

As roupas dele estão sujas mas as mãos dele estão

limpas

E você é a melhor coisa que ele já viu



Fique, senhora, fique,

fique por algum tempo com seu homem

Por que esperar mais pelo começo do mundo

Você pode ter seu bolo e pode comê-lo também

Por que esperar mais por um amor

Quando ele está de pé em frente a você



Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Fique, senhora, fique,

Vamos construir a noite toda que vem pela frente

Eu desejo vê-la na luz da manhã

Eu desejo te alcançar a noite toda

Fique, senhora, fique

http://www.youtube.com/watch?v=Zj_mwzXb8T8











http://www.youtube.com/watch?v=Zj_mwzXb8T8

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O Natal é um acontecimento cósmico que deve se realizar em cada um de nós. O Natal é absolutamente individual. Há necessidade de que o Cristo nasça em nós. Torna-se urgente o Natal do coração.” “Temos de inundar todos os nossos veículos com átomos de natureza Crística. Temos de formar o Cristo em nós para subir ao Pai, porque ninguém chega ao Pai a não ser pelo Filho. Ainda que o Cristo nasça mil vezes em Belém, para nada serve se não nasce em nosso coração também.”


(Mestre Samael Aun Weor)
Samael Aun Weor


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Samael Aun Weor, pseudônimo de Victor Manuel Gómez Rodríguez (Girardot, Cundinamarca, 6 de Março de 1917 — Cidade do México, 24 de Dezembro de 1977), foi um escritor, doutrinador e professor de ocultismo, além de fundador do gnosticismo samaelino. Foi o reformulador dos conhecimentos apresentados pela Gnose escrevendo um novo tratado de ocultismo no qual cita ensinamentos contidos no budismo, hinduísmo, rosacrucianismo e teosofia constituindo a base do gnosticismo samaelino Contemporâneo. Também fundou o Instituto Gnóstico de Antropologia e escreveu mais de setenta livros.



Em seu trabalho autobiográfico As Três Montanhas, Samael explana maneiras para assimilar e compreender o ensinamento esotérico e o conhecimento oculto. Ele relata fatos como o porquê de nascermos sem consciência, recapitula a prática da meditação e analisa suas encarnações passadas e o caminho que trilhou.[1]















Índice [esconder]

1 Biografia

2 Obras

3 Referências

4 Notas

5 Ver também





[editar] Biografia

Escreveu mais de 70 livros, dando centenas de conferências, conduzindo seminários e congressos latino-americanos sobre estudos Gnósticos, e formou o Movimento Gnóstico Cristão Universal, a Igreja Gnóstica Cristã Universal, o partido político Poscla, a Associação Gnóstica de Estudos Antropológicos e Culturais (Ageacac) e o Instituto de Caridade Universal (oficialmente instituído como um braço do Movimento Gnóstico).



O instituto teve sua primeira sede fundada em El Salvador em 20 de Abril de 1974, a partir das conclusões da Comissão encarregada de elaborar o projeto de Caridade Universal no Congresso Gnóstico Cristão Ecumênico de São Salvador, o qual foi realizado de 27 de dezembro de 1972 até 2 de janeiro de 1973.



Em 1978, além da sede de El Salvador, também já existiam sedes no México, na Colômbia, na Guatemala e em Honduras, tendo no entanto a sua atuação ficado reduzida a alguns países de língua espanhola por um bom período. Atualmente ganha destaque também no Brasil, na Argentina, Bolívia, República Dominicana e outros.



Para fazer o público saber que a Gnosis é tão antiga quanto o próprio homem, Samael Aun Weor também fundou a Associação Gnóstica de Estudos Antropológicos e Culturais, Arte e Ciência (AGEACAC) para pesquisar os fundamentos espirituais das grandes civilizações, tanto no Novo Mundo (astecas, incas, maias, toltecas etc.) quanto no Velho Mundo (Europa e Ásia, notadamente). A AGEACAC também divulga, principalmente nos livros intitulados Mensagens de Natal, de Samael Aun Weor, dados sobre civilizações perdidas, como a Lemúria e a Atlântida, e o contato de nosso mundo com outros planetas.



O Partido Obreiro Social-Cristão Latino Americano (o POSCLA) (veja as Saudações Finais da segunda edição colombiana de 1975 do livro "Plataforma do Socialismo Cristão Latino-Americano") foi uma tentativa de levar um pouco mais de espiritualidade ao mundo político, mas as constatações de Samael o fizeram ver que isso resultaria em um trabalho estéril. Atualmente o POSCLA atua na busca da mudança do indivíduo como princípio fundamental da sociedade, por meio do autoconhecimento ou auto-gnosis.



Samael divulgou-se publicamente como Buda Maitreya Kalki Avatara da Era de Aquário. Segundo ele mesmo, sua missão é divulgar os ensinamentos do neognóstico, promovendo as chaves para a auto-realização durante a Kali Yuga e preparar a humanidade para a futura raça Khorádi, que se seguirá à extinção da atual raça ariana.



[editar] Obras

Escreveu mais de sessenta livros abordando temas esotéricos, filosóficos e antropológicos, renunciando aos direitos autoriais.



..."Hoy por hoy mis queridos hermanos y por siempre, renuncio y he renunciado, y seguiré renunciando, a los derechos de autor. ¡Lo único que deseo es que estos libros se vendan en forma barata, al alcance de los pobres, al alcance de todos los que sufren y lloran! ¡Que el más infeliz ciudadano pueda conseguir ese libro, con los pocos pesos que lleva entre su bolsa! ¡Eso es todo!" Samael Aun Weor - Pronunciamiento en el Congreso de Guadalajara, México - 29 de outubro de 1976







1950 - O Matrimônio Perfeito (Revisado e expandido em 1961. Veja abaixo).

1950 - A Revolução de Belzebu

1951 - Curso Zodiacal

1952 - Notas Secretas de um Guru

1952 - Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática (Revisado e expandido em 1978. Veja abaixo).

1952 - Catecismo Gnóstico

1952 - Consciência de Cristo

1952 - O poder está na Cruz

1952 - O Livro da Virgem de Carmem

1953 - As Sete Palavras

1953 - Rosa Ígnea

1954 - Manual Prático de Magia

1954 - Tratado de Alquimia Sexual

1955 - Os Mistérios do Fogo: Kundalini Yoga

1955 - Significado Oculto dos sonhos

1955 - Naves Cósmicas

1956 - Os Mistérios Maiores

1958 - Magnus Opus

1958 - Caridade Universal

1958 - Tratado Esotérico de Teurgia

1959 - A Montanha de Juratena

1959 - Noções Fundamentais de Endocrinologia e Criminologia

1959 - Cristo

1959 - Logos, Mantram, Teurgia

1959 - O Livro Amarelo

1960 - A Mensagem de Aquário

1961 - Introdução a Gnosis

1961 - O Matrimônio Perfeito (revisado)

1962 - Os Mistérios da Vida e da Morte

1963 - Matrimônio, Divórcio e Tantrismo

1963 - Gnosis no Século Vinte

1963 - Supremo Manifesto Universal do Movimento Gnóstico (também publicado como Grande Manifesto Gnóstico do 2º Ano de Aquário)

1964 - O Cristo Social

1964 - Mensagem de Natal 1964-1965 (A Dissolução do Eu) Título dado por estudantes.

1964 - Grande Manifesto Gnóstico do terceiro ano de Aquário

1965 - A Transformação Social da Humanidade

1965 - Suprema Mensagem de Natal 1965-1966 (A Ciência da Música) Título dado por estudantes.

1966 - O Livro da Morte

1967 - A Plataforma da POSCLA

1967 - Mensagem de Natal 1966-1967 (O Colar de Buda) Título dado por estudantes.

1967 - Tratado Esotérico de Astrologia Hermética

1967 - Mensagem de Natal 1967-1968 (Os Corpos Solares) Título dado por estudantes.

1967 - Flying Saucers (Sem tradução no Brasil)

1968 - Constituição e Liturgia do Movimento Gnóstico (APENAS para alunos de Segunda e Terceira câmara).

1968 - Chegaremos a mil, mas não a dois mil (Título dado por estudantes).

1968 - Suprema Mensagem de Natal 1967-1968

1969 - Curso Esotérico de Cabala

1969 - Mensagem de Natal 1968-1969 (Curso Esotérico de Runas)

1969 - Mensagem de Natal 1969-1970 (Meu retorno ao Tibet) Título dado por estudantes.

1970 - Educação Fundamental

1970 - Mais além da Morte

1971 - Mensagem de Natal 1971-1972 (Parsifal Revelado)

1971 - Mensagem de Natal 1971-1972 (O Mistério do Áureo Florescer)

1972 - Grande Manifesto Gnóstico

1972 - Mensagem de Natal 1972-1973 (As Três Montanhas)

1972 - Olhando o Mistério

1973 - Magia Crística Asteca

1973 - Mensagem de Natal 1973-1974 (Sim Há Inferno, Sim Há Diabo, Sim Há Karma)

1974 - Planetas Alquímicos

1974 - A Doutrina Secreta de Anahuac

1975 - A Grande Rebelião

1975 - Liturgia do Movimento Gnóstico (APENAS para alunos de Segunda e Terceira câmara).

1975 - Tratado de Psicologia Revolucionária

1976 - Sagrado Livro de Liturgia (APENAS para alunos de Segunda e Terceira câmara).

1977 - Os Mistérios do Esoterismo Crístico

1977 - A Cabala e os Mistérios Mayas

1977 - Curso Esotérico de Antropologia

Obras póstumas

1978 - Antropologia Gnóstica

1978 - Didática do Auto Conhecimento (Coleção de conferências).

1978 - Mensagem de Natal 1977-1978 (Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática, revisado)

1978 - O Caminho Iniciático no Arcano para Tarot e Cabala

1980 - Para poucos

1983 - A Revolução da Dialética

1983 - Pistis Sophia Desvelada

Além dos livros que escreveu constam diversas publicações de Palestras e Conferências que Samael apresentou em vida, a mais completa se chama El Quinto Evangelio onde traz uma coleção em dois volumes com mais de três mil páginas e diversas conferências que sintetizam o legado que criou dentro de sua visão do gnosticismo.



[editar] Referências

Samael Aun Weor, El Hombre Absoluto - Oscar Uzcátegui Quintero

En El Corazón del Maestro - Fernando Salazar Bañol

Conocimientos, Anécdotas e Historia de La Gnosis en La Era de Acuario - Julio Medina Vizcaíno

El Proceso de Samael Aun Weor - Horus Gómez Garro

El Rayo del Superombre - Fernando Salazar Bañol

Mis 10 Años con el Maestro - Antonio Maldonado Mérida

Francis Legge, Forerunners and Rivals of Christianity, From 330 B.C. to 330 A.D. (1914) - Antecessores e Rivais do Cristianismo, de 330 A.C. a 330 D.C. - reimpresso em dois volumes encadernados juntos, University Books New York, 1964. LC Catalog 64-24125.

Mead, G.R.S. (1921) Pistis Sophia.

Notas

↑ Samael Aun Weor. The Three Mountains. ISBN 0-9742755-5-7

[editar] Ver também

Gnose

Gnosticismo

Ocultismo

Tantra

Projeção Astral

Cabala

Alquimia

Teosofia

Antroposofia

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Samael_Aun_Weor"

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Natal


Joca Faria

E ouve um tempo em que fotos eram no máximo 36 agora são as digitais nem bem sei quantas se produzem, mas se perdem neste universo virtual. Então é Natal não vou escrever belas frases de escritores de auto-ajuda. Gosto de falar do inconsciente e transportar ao consciente. Gosto de pessoas e de animais adoro viver. Este natal está sendo ótimo não fiz todas as reconciliações que deveria fazer. Não amei todas as mulheres que deveria amar. Em termos de amor de corpo quase não tive e a terei. Sei que sou uma pessoa imperfeita que não passa em concurso público, mas desejo a você que passe e se não passar não é o fundamental. Nem rezar, fazer mantra é fundamental. Fundamental é amar incondicionalmente e eu te amo. Sejas quem for. É mais importante dar atenção aos poucos amigos que temos. E na vida inteira cultivamos poucos amigos que se conta num dedo das mãos. Você pode ser famoso, rico ou pobre sempre terá estes amigos. Que ás vezes aparecem no seu ponto de vista em oras erradas sempre pronto a tirar uma onda. Pois tem intimidade para isto. Apontar-lhes defeito. Nada de ombro amigo isto é coisa de autor de auto-ajuda. Nada contra eles, mas sou mais eu. Isto nunca quero ser , pois sou imperfeito é isto que me faz ser humano. Nunca passei em primeiro lugar em nada. Já furei muita fila já desejei mulheres de outros. Mas já passou vivo o agora. A você que acha que lhe fiz mal peço desculpa nem esquento se aceitas ou não. A minha consciência vem em primeiro lugar. Mando lhe um cartão de natal através deste texto. Não fiques a remoer PROBLEMAS que não existe. Não sejas um personagem daquela música de Cazuza. Daquelas almas bem pequenas como ele cantou. Procuro não ser um personagem daquela bela canção de Cazuza. Amigo prefiro ser um exagerado que se joga aos seus pés e pede desculpa a vida é uma só. Aproveitas talvez só sejamos passado. Um dia quem sabe o agora. Vá siga seu caminho, pois que dentro de nós seja natal e o que teu cristo nasça dentro de ti. No mais um fraterno abraço. Estou sempre aqui o telefone é o mesmo, a rua e a mesma. Vá siga seu caminho, pois velhos amigos sempre estão abertos para um recomeço. Nas melhores festas...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Dia 23 de Dezembro de 2009.

São José dos Campos São Paulo Brasil

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

http://nucleosjc.blogspot.com/2009/12/bombom.html

Núcleo Arteah faz intervenção em São José dos Campos ...São Paulo Brasil
A quase quarenta graus


Joca Faria



O astronauta navega nas caravelas espaciais. Enquanto isto curtimos o sol de primavera neste instante que passa. Anjos cantam a lança no espaço, os Deuses estão junto a nós.

Nós absorvemos os raios de sol de uma primavera que se esvai. Cantemos a vida enquanto não se esvai. Secos e Molhados canta no eterno tempo. Ouço cantares da Praça Afonso Pena enquanto bancos são cobertos para presente, a cidade inteira está sendo presenteada a nós pelo Núcleo.

Der repente sou o raio de sol que me queima. Portões se abrem enquanto o sino toca ouço milhões de sinos nesta tarde de fim de primavera. Ó tarde preguiçosa estamos vivos.

Bilhões de estrelas iluminam o universo. Milhões de universos existem enquanto piscamos.

Não somos e somos? Quem não é? O papel não absorve todas as fantasias. Quero uma mente vazia ...

O astronauta navega na caravela espacial enquanto ouço secos e molhados.

Cadê aquela lança perdida no espaço? Não sei até hoje .. Quem não somos faz de nós o que somos. Cadê o lado imaterial...

A música ...a música toca e ressoa dentro de nós ... Somos um grão de areia num oceano. Somos o pássaro cantante eu não sei .

Já não somos o silencio desta tarde a quase quarenta graus.

Quem não somos?

João Carlos Faria

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Glenn Hughes




Joca Faria



Ouço Caetano Veloso numa tarde de segunda-feira enquanto leio o blog de Juracy Ribeiro que faz ótima poesia. Geralmente leio alguma coisa de Franklin Maciel e Edu Planchez. Juracy faz a diferença em nossa literatura. Seremos eternos marginais. Nossa literatura nunca se estabelece na cena nacional?

Também leio Elizabeth Souza quase não me sobra tempo meu dialogo com a poesia são com os de meu tempo. Tenho um livro de Cecília Meireles que junta poeira nestes dias darei espaço a Cecília , mas morro de vontade de ler José Omar de Carvalho que falta me faz não ser um empreendedor para montar uma editora por enquanto vamos nos contentando com o Entrementes.

Mas este discurso liberal de empreendedor me cansa ó coisa chata. Prefiro falar destes maravilhosos poetas com os quais convivo. Gente viva e cheia de desafios na doce luta da sobrevivência. Gente que vive num Kaos. Não conheço gente que faça arte e possa ser chamada de normais. Faremos uma festa dias destes na casa de um cineasta só gente bem prá lá de Tropabana com seus delírios e sonhos.

Gente que se entrega a vida e aos seus sonhos dentro de uma sociedade porcamente capitalistas e por isto vive em desventuras e ciladas do dia a dia. Muitos fogem e tentam viver vidas de bancários e funcionários públicos não é para mim também caro Edu.

Sou a utopia que sobrevive afinal somos todos utopias.Desta viagem só tiro férias quando enlouquecer ou morrer do contrário eterno artista.

Ás vezes bem medíocre quando ouso cantar Caetano ás vezes talentoso nos escritos mesmo com á gramática assassina. Sou metamorfose ambulante sou utopia somos a utopia.

Mas der repente não mais que der repente mudo o canal e nada mais nada menos que Glenn Hughess no programa do Ronie Von na TV Gazeta primeiro pensei ser uma banda cover das muito boas que nada. Era esta lenda que desculpem minha ignorância musical não conhecia.

Que lastima não conhecer um cara assim a culpa é do Davi F. F. que sabe tudo sobre rock e não me apresentou. O cara é um cobra entrei no Twitter dele e agora ele segue o meu que ironia um gênio da música seguindo um mero mortal como eu. Que os deuses abençoem os criadores da internet. Ó ferramenta.

Já postaram no yotube o Ronie Von entrou para a historia da TV com muita qualidade ele é todo nosso.

Já ouvi varias vezes este vídeo lembra Led Zepelim, Janis Joplin e tudo de bom que nestas ultimas décadas não se produz na música gente não consigo citar uma boa banda das de hoje.

Apresentem-me os novos talentos que os ouvimos, mas por enquanto fiquemos com Glenn Hughes e sua maravilhosa banda espero que ele faça uma nova turnê no Brasil.

E eu pensei que tinha alcançado o céu ao ver Rolin Stones na década de 90.

E descubro que ainda rolam as pedras....



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=tvrAfD1

http://www.youtube.com/watch?v=tvrAfD1phCEhttp://twitter.com/JocaFaria
Glenn Hughes

domingo, 13 de dezembro de 2009

Tropicália




Joca Faria



Por estes dias ando a observar e a refletir sobre o poder da escrita. Comento com uns amigos que também escrevem a escrita é algo subjetivo apenas um ponto de vista de alguém.

Um mesmo fato retratado por vários jornalistas e escritores gera muitas interpretações.

Muitas vezes leio coisas nas quais vivo e são retratados de outra forma. Ás vezes temos dias normais e quando começamos a escrever vira algo maravilhoso.

É a percepção humana que nos faz a cada um diferente. Também tem a interpretação de quem lê ou ouve no caso da música então como se dá um sucesso literário ou artístico?

O que faz uma obra ser a obra? Eu estava ouvindo Caetano Veloso e percebo ali um ótimo cronista de seu tempo. Uma música feita a quarenta anos atrás é bem válida hoje.

E como não achamos os Caetanos, Renato Russo ou Carlos Drummond de hoje parece que se produz tanto e nada nos chega?

Serei eu tão desatento assim para não ser injusto tem Fabrício Capnejar cronista e poeta encontrado nas livrarias e uma grande figura humana já assisti uma palestra dele.

Na música não citarei ninguém , pois na hora que ouço são musicas antigas.

Pareço programação de rádio que nunca dá espaço para o novo.

Ele o novo esta ai abrimos nossos olhos e ouvidos. Para descobrir ou redescobrir.

Dias destes reinterpletlei Tropicália de Caetano Veloso um assassinato artístico , mas nem tudo é bom em arte podemos e devemos ousar experimentar. Assim foi a proposta do Estival.Um festival de arte realizado em São José dos Campos SP Brasil no fim deste ano.

Para podermos chegar a novas técnicas.Devemos dominar as antigas.

As nossas bases estão ai Semana de Arte Moderna, Tropicália, Concretismo e por ai a afora.

Vamos tentar desvendar este novo mundo de arte e cultura e filosofia.

Estamos ai podemos e devemos criar e recriar acertar e errar.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.entrementes.com.br/
Harley Campos e Joca FariaJoca Faria, Cesar Pop e Zenilda LuaJJoca Faria e Zenilda Lua

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Terra toda é nossa...




Joca Faria



Perco-me em mim mesmo. Enquanto as gotas de chuva caem e a fome aperta. Mas tenho fome de mim mesmo nesta tarde que se inicia.

Leio o horóscopo que revela meu lado escuro. Minha escuridão se faz presente. Tenho sonhos de grande luxúria. Ontem assisti Sereias com Hugh Grant e Tara Fitzgerald um impressionante filme que se passa na Austrália desde que tive duas colopsitas penso em velas na Austrália vou pegar um foguete junto com Juracy Ribeiro e iremos á Austrália também posso ir a pé até o Chile e ir nadando até a Austrália a Terra toda é nossa.

Ao passar por uma banca vi Flavia Alessandra nua na Playboy e pensei que resistiria e não resisti. Abri as páginas da internet e a vi a nua em pelo. Preciso aprender a resistir a estes eus. Eliminalos dificilmente terei Flavia em minha cama então para que ver suas fotos.

Não tenho nada contra a nudez e sim como enxergamos a nudez. A tara que nunca será saciada. Eu gosto desta atriz que talvez nunca verei.

Tenho sonhos recorrentes em que sou ator e faço novelas na globo. Que grande bobagem tenho uma longa jornada espiritual a seguir e perco- me em tolas fantasias a vida é única.

Por estes dias penso em morar no Rio de Janeiro , mas sou muito covarde para isto. Ainda não está dentro de mim esta ousadia.

Não quero morar pela arte ou política quero ser mais um cidadão carioca por um tempo aquele cidade me encanta mesmo com todas as suas dificuldades.

Quero viver lá enquanto ela não é submersa pelas ÁGUAS DO ATLANTICO vou fazer um estágio em Caraguatatuba depois vou ao Rio a Bahia vou conhecer todo este planeta para enfim voltar ao meu Vale do Paraíba que amo tanto.

Sou Filho da Mantiqueira , mas já na maturidade devo conhecer o mundo. Que já bem conheço através de livros.

Quero viver as cidades Manaus, Paris, Nova York e tantas outras a desvendar e eu mais um idiota em São José dos Campos que para mim neste momento não me atrai.

Eu amo o mundo e estou plantado aqui eu não tenho raiz não sou árvore. Sou um ser humano cheio de medos e ousadias.

Terei de vencer os medos e saltar no abismo. Agora sou um pássaro.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

12 9113 54 17

jocafaria@yahoo.com.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Carros na chuva




Joca Faria



Meu irmão estava a ler o blog do poeta. Em meio a esta chuva vazia só agora tenho o fôlego necessário para criar este texto. Já derrubei sacos de cimento em construções que nunca terminam. Já meditei em busca da construção da alma que ainda não possuo.

Leio o blog do poeta, profeta. Lelo já faz parte de meu ritual virtual.

Não sei, porque morrem de inveja deste poeta. Ligam em minha casa para destilar veneno contra este ser. Basta já não suporto tolas fofocas. De gente que nunca viu a luz da liberdade.

Gente presa a caverna.

Caros as escolhas são escolhas. Nenhum de nós é livre, mas este poeta vive sua utopia no belo

Rio de Janeiro.

Que continua belo nestes dias de chuva. Não ouço nada além do barulho de carros na chuva.

Noticia de Sampa uma cidade Kaotica.

Quantas pessoas morrem nestes dias de chuva por culpa de nós homens.

A natureza se faz em seus ciclos. O planeta está em agonia.

Nós assinamos nossa sentença de morte. Agora o planeta agoniza e nos iremos ao abismo.

Como sentenciou o mago ao abismo ao abismo ao abismo.

E o poeta escreve em seu blog lido por mim e por você.

E o Rio é belo, Sampa no seu jeito também. Mas prefiro um lugar na Serra da Mantiqueira que ainda não tenho.

Enquanto isto fico aqui a carregar sacos de cimento. O cimento se desmanchou no chão virou pó.

E o cotidiano que nos faz viver. A chuva bela chuva esta ai nesta noite verei um filme.

Pássaros continuam presos nesta primavera.

Talvez eu consiga ir ao Rio de Janeiro na virada do ano se não for fisicamente estarei lá em espírito.

Nós estamos aqui há milênios e sempre falhamos ao tentar sair de Sansará espero que agora seja o inicio da real saída.

Sou um pássaro e vôo bem longe e mergulho dentro de mim mesmo. Desço em meus abismos para um dia poder subir.

Quem sabe um dia chego a conquistar a liberdade.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

São José dos Campos São Paulo Brasil
Joca FariaHarley CamposEstival festival de artes São José dos Campos São Paulo Brasil
duDoris Santos atrizPaulo Rafael poeta

domingo, 6 de dezembro de 2009

O esvaziar da ampulheta...




Dedicado a Valquíria Lemos



Joca Faria



Nas profundezas das florestas a alma está. Nossos desejos mais secretos se escondem. A ancestralidade esta ai. Estamos a milênios subindo e descendo nas cavernas mais escondidas. Hoje tenho medo de escrever o que penso. Mas mesmo assim escrevo. Temer é parte do ser – quase humano. A luz do dia está indo embora eu num silencio após partidas de futebol que nunca assisto. Não me perco no mundano. Nada contra partidas de futebol. Mas elas não me ajudam a me desvendar prefiro uma pesquisa na rede sem volta.

Agora que me dei conta que tudo que escrevo pode ser usado contra ou a favor. Pois com o tempo sai de um contexto e se forma outro. Hoje sou moralista amanhã não. E outro dia puritano. E em outro texto devasso sendo um sou uma multidão. Qual de meus seres imaginários achas que lé. Não consigo escrever com heterônimos deixo os para Fernando Pessoa que não criou um feminino. Minha escrita tenta passar meu lado feminino.

Pois todos nós temos nosso lado feminino ou masculino não confundir com homossexualismo que é outra praia humana.

Todos somos livres perante a lei temos livre arbítrio, mas a liberdade tem suas conseqüências todo ato gera ações infinitas.

Não temos a real lucidez nunca sabemos de onde viemos. Quando dormimos não controlamos nossos impulsos.

Sei somente que respiro e pronto. Não tenho o controle de nada do tempo e do espaço. A Terra Gira num espaço navega e não sei para que buraco negro ela vai?

Mesmo sendo ser pensante somos movidos por desejos. Somos frutos do ambiente e de nós mesmo e daí?

Marionetes das circunstancias e da vida e nunca somos senhores de nosso destino.

Não sabemos quanto nos resta de vida sabemos que a ampulheta se esvai como a noite que chega neste domingo de dezembro.

E agora José?

Estou aqui solitário diante deste teclado. O ano passa. As pessoas passam e nos passaremos?

E quem me lé também passará?

Mas o que fica?

Tudo fica e tudo esvai não devemos estar aqui á toa. Ou estamos aqui á toa?

Não sei por mais que eu leia? Por mais que converso? Por mais que escrevo tudo se esvai?

Não sou o tempo. Não sou a ampulheta e não me faço Deus ou Deusa.

Sou quase humano. Longe de ser super- homem.

Sou humano. Eu durmo e acordo. Trabalho, pois eu crio e pronto.

Não me faço vitima de sistema nenhum nem algoz.

E já não quero escrever sobre política, pois é vão. Prefiro falar do fundo de minha floresta.

Ou do alto de meu abismo. O Cotidiano é para ser decifrado e não retratado já não sou

Cronista agora retomo o poeta. O filosofo.

Pois sou ... Quem é e viva San Germam.

Não sou ainda não fui e serei?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009


Aline

Joca Faria

De ontem para hoje não morri. Não te vi. Não chorei. Esta tarde ouvi Raul Seixas ontem assisti ao seu especial. Esta manhã selecionei os poemas de RICOLA DE PAULA. Para o cd Pasárgada que nunca termina já faz um ano. Quero completar este trabalho que me angustia para iniciar outros sempre prometo que vai ser o ultimo cd coletivo.
E felizmente acaba não sendo. Não consigo pensar novos projetos além da idéia a ainda irrealizável de fazer um longa- metragem.
Eu que nunca escrevi um roteiro. Talvez eu não vá ao Rio de Janeiro mesmo amando o Rio moraria lá com maior prazer, mas não gostaria de morar em Sampa mesmo tendo assistido Aline.
Sampa é sufocante o Rio é liberdade. Amo São Sebastião do Rio de Janeiro. São Paulo é quente não há mais garoa. Sampa fede gasolina.
Eu quero uma liberdade que me faça andar por todos os cantos deste planeta enquanto não há tenho viajo na imaginação.
Ouço o cd O destino da chuva enquanto escrevo este. Preciso escrever uma obra de fôlego. De uma só vez, mas temo perder os arquivos.
Já pensaram em trabalhar um longo texto e depois o computador pifar. E não ter um upe grade?
É este meu temor sei que serei repetitivo, mas se repetir ás vezes se chega ao novo. Escrever é um labirinto dentro de nosso inconsciente.
Trazendo demônios e anjos a luz. Mas sei que devo ir além do bem e do mal.
A leitura de Pistis Sophia Develada por Samael Aun Weor revela- me outros mundos.
Que penso conhecer e mal conheço. Hoje já não quero escrever sobre esoterismo é muito complexo para mim.
Preciso adentrar a caverna ir ao fundo para me redescobrir. Eu não gostava de Freud agora o leio atentamente. E a influencia da faculdade.
Raul Seixas sempre me fascina sempre penso que o entendo e sempre descubro algo novo em sua obra musical e de vida.
Deixou-nos uma obra rica.
Nunca sei o que deixarei. Enquanto isto vivo. Aqui chove. Dentro de mim deserto.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

São José dos Campos São Paulo Brasil

http://www.youtube.com/watch?v=iutK-AeHZVU
Aline Joca Faria De ontem para hoje não morri. Não te vi. Não chorei. Esta tarde ouvi Raul Seixas ontem assisti ao seu especial. Esta manhã selecionei os poemas de RICOLA DE PAULA. Para o cd Pasárgada que nunca termina já faz um ano. Quero completar este trabalho que me angustia para iniciar outros sempre prometo que vai ser o ultimo cd coletivo. E felizmente acaba não sendo. Não consigo pensar novos projetos além da idéia a ainda irrealizável de fazer um longa- metragem. Eu que nunca escrevi um roteiro. Talvez eu não vá ao Rio de Janeiro mesmo amando o Rio moraria lá com maior prazer, mas não gostaria de morar em Sampa mesmo tendo assistido Aline. Sampa é sufocante o Rio é liberdade. Amo São Sebastião do Rio de Janeiro. São Paulo é quente não há mais garoa. Sampa fede gasolina. Eu quero uma liberdade que me faça andar por todos os cantos deste planeta enquanto não há tenho viajo na imaginação. Ouço o cd O destino da chuva enquanto escrevo este. Preciso escrever uma obra de fôlego. De uma só vez, mas temo perder os arquivos. Já pensaram em trabalhar um longo texto e depois o computador pifar. E não ter um upe grade? É este meu temor sei que serei repetitivo, mas se repetir ás vezes se chega ao novo. Escrever é um labirinto dentro de nosso inconsciente. Trazendo demônios e anjos a luz. Mas sei que devo ir além do bem e do mal. A leitura de Pistis Sophia Develada por Samael Aun Weor revela- me outros mundos. Que penso conhecer e mal conheço. Hoje já não quero escrever sobre esoterismo é muito complexo para mim. Preciso adentrar a caverna ir ao fundo para me redescobrir. Eu não gostava de Freud agora o leio atentamente. E a influencia da faculdade. Raul Seixas sempre me fascina sempre penso que o entendo e sempre descubro algo novo em sua obra musical e de vida. Deixou-nos uma obra rica. Nunca sei o que deixarei. Enquanto isto vivo. Aqui chove. Dentro de mim deserto. João Carlos Faria Editora Pasárgada São José dos Campos São Paulo Brasil http://www.youtube.com/watch?v=iutK-AeHZVU

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Areias do Tempo

Dedicado a Leila Lopes

Joca Faria

No calor da noite longe de olhares vampiros escrevo. Ontem não havia inspiração hoje ela rola. Como sempre a kaotica poética de Edu Planchez me inspira livremente.
Ultimamente não faço nada além de buscar meu próprio ser. Hoje á noite e longa anjos vêem me visitar. Fico triste pela morte da atriz Leila Lopes. Qualquer morte me horroriza. Tento decifrar a morte ontem assissti ao filme Areias do Tempo.Talvez eu tenha medo de minha própria morte. E trabalho com a morte o tempo todo.
Quando criança uma bela mulher veio me buscar numa madrugada.
E não fui um dia irei. Estou quase á deriva nesta terceira dimensão. Não quero sair deste lugar esta estranha prisão.
Os pássaros estão presos em suas gaiolas e não consigo libertálos. Talvez porque não possa libertar a mim mesmo.
Este filme Areias do Tempo um dia comecei e parei e ontem fui até o final. Que lindo final era um portal para outra dimensão.
Já estivemos num portal próximo ao banhado e não atravessamos deveríamos ter atravessado e não o fizemos.
Agora estamos aqui. Quem afinal eu sou? Que não consigo anular a lei da gravidade?
No calor da noite longe de olhares vampiros escrevo.
Deveria eu não escrever. Não consigo tudo que sei vem através da escrita.
Descobri – me poeta novamente. Agora de novo sou.
Eu sou João Carlos Faria eu sou Joca Faria.
Mas além desta presença física quem realmente sou? Pois estou num intervalo de minha real existência.
Esta personalidade tem um tempo para findar. Mas sei que sou energia e faço parte deste imenso universo.
Não sei quem sou. Leio poetas. Leio jornais. Leio livros.
E não me descubro. Quando escrevo parte de mim se revela.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

São José dos Campos São Paulo Brasil

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Depois do carnaval vem a chuva?

Joca Faria

A tarde quente de uma primavera com cara de verão começa chegar ao fim os pássaros voltam á copa das arvores. As chuvas não vieram por isto faço este texto tranquilamente. Depois de tomar um gole de café. E ler as noticia do dia. O calor se faz grande. Mas é muito bem vindo um vento entra pela janela.
Hoje li vários livros. A noite promete ser tranqüila estamos em dezembro neste mês nada e tudo nos acontece. Em breve chega o Natal e o Ano Novo. E o ciclo se reiniciar no Brasil só depois do carnaval é claro.
Ainda não te achei. Um dia talvez te encontre espero que já não seja tarde. E que possamos nos amar. Não sei mulher quem tu és ainda mais sei que existe.
Por isto sempre escrevo para você. E publico em blogs mando em listas de email ás vezes nos velhos jornais em papel e em livro e cd.
Mas nunca nada de achar hoje estou sozinho muito mal acostumado a minha solidão. Faz calor gostaria de sua voz suave no meu ouvido , mas nada.
Estou derretendo ao teclar o calor se faz presente. Luzes acesas hoje as temos. Quantas vidas escrevemos usando luzes de velas. Quantas vidas que já tive você e nesta nada de te achar.
Hoje não quero falar de política de arte, cultura de nada que me seja habitual. Quero me reinventar é dezembro podemos mudar nossa maneira de ser.
Já não quero mudar o mundo , pois descobri que tenho que mudar a mim mesmo. Que já é uma grande tarefa.
Quantos atos de ilusão já participei. Quantas manifestações já fiz. E tudo passa e eu sempre aqui a lhe escrever.
Não sei como trabalhar para o bem de nossa doente humanidade preciso eu primeiro me curar.
E só você mulher tem a cura que preciso. Eu preciso morrer para novamente nascer. Eliminar meus agregados psíquicos os destruir.
Acabar com esta ilusão.
Chega desta civilização toda perdida. Não temos bússola. Cadê as estrelas?
Não sei , mas só sei mulher que te amo. Como não amo a mim mesmo.
Ainda está claro lá fora. Hoje já fiz minha caminhada de uma hora.
Mas sinto-me perdido neste labirinto afinal quem sou? Onde esta a minha essência?
Mulher por onde tu andas? Que nunca te acho?
Já vou indo a muito e nada a ser feito. Deixe nossos dias passar.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

domingo, 29 de novembro de 2009

Estival numa reconstrução orgânica de São Jose´dos Campos.

Joca Faria

Ouço Cazuza enquanto leio o blog de Edu Planchez enquanto ele escreve a Marilza Francisco este texto ficou em minha cabeça por dias a fio e agora que consigo escrever sobre ele Edu anda a se simplificar neste Construções Orgânicas.
Planchez, Harley Campos, João Nicolau, Franklin Maciel, Ricardo Faria, Eliete Santos e Elizabeth Souza estes poucos índios que sobraram e que sempre estão comigo ás vezes todos nos entramos em choque e nos esta piamos filosoficamente , mas estamos ai vivos.
Eles são de minha praia filosófica nos construímos tudo e ao mesmo tempo nada. E agora surge a juventude se reconstruindo através do Estival.
Estive presente e estou presente embora muitas vezes cansado. Não sei do que minha intuição diz que este planeta agoniza e não consigo esconder isto de ninguém.
Mas tudo é um ciclo e me consolo ao ler estes poetas. E me redescubro poeta mesmo criando na prosa crônica de cada dia.
O que será de meu segundo livro um apanhado de crônicas de um escritor prolixo.
Não interessa deixa as coisas acontecerem e ora de me rei ventar e nos reveitarmos enquanto coletivo.
E o Estival esta ai reinventando a cidade. Ontem nos demolimos naquela antiga fábrica a cidade parecia revelar seu sub terraneo eu como nada havia entendido do Estival.
Entrei em cena pelas mãos de Harley Campos e sua saudável loucura. O cara ontem roubava a cena como um autentico palhaço. E eu um da geração maldita não fiquei por menos entrei em cena com velhos poemas de sempre.
Desculpe não consigo decorar. Sexta estreei o figurino de Bispo de Rosário e Gentileza e que virava Joca Faria. Feito e pensado por mim e Eliete Santos.
Eu já não sou e sou. Alguém perdido no deserto urbano meu caro Edu penso como você, mas precisamos aprender a gerar renda precisamos de muitas moedas de ouro.
Precisamos criar espaços nossos sem depender do poder público e dos empresários.
Leiamos Michel Foucault
E outros tantos poetas, filósofos e músicos.
Criemos uma nova civilização. Devemos demolir tudo isto e construir o novo de novo.
Somos sempre os mesmos eternas almas a buscar a felicidade.
E viva a utopia reenventada neste Estival ...
É estamos ai para o que der e vier. Pois vivos estamos...

João Carlos Faria
Editora Pasárgada

São José dos Campos São Paulo Brasil

http://www.youtube.com/watch?v=97VhnBx7gtk

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Estrangeiros

http://www.youtube.com/watch?v=iutK-AeHZVU

Joca Faria

A bola foi chutada pra dentro da trave e gooollll assim foi á pré- estréia do Estival com as produções de vídeo realizado na nossa quase pacata São José dos Campos. Fiquei pasmo como diria Jorley do Amaral ao criticar o jornal Litter numa sessão de terror da nossa câmara quase municipal.
Mas pasmo de ver sangue novo com boas iniciativas sem querer chupar o sangue do estado ou puxar o saco das diretorias de cultura ou de empresários vampiros.
Artistas de sangue na veia não precisam do estado moribundo. Que nada serve a cultura.
A não ser ditar falsas regras com nossso dinheiro e nem implorar a máfia de empresários locais.
E assim a cidade mostra sua cara numa mostra de resistência sem nenhum orçamento esta juventude faz e acontece com esta mostra.
No inicio com uma performance sobre a contracultura confesso que tive vontade de gritar.
Mas não o fiz deixo para minha intervenção nesta sexta – feira.
O curta bem produzido com um elenco de iniciantes duas ou três historia que se cruzam um bar onde dois amigos conversam, um apartamento onde um casal esta refletindo sobre o mundo e uma garota que circula pela cidade mostrando nossas avenidas vi a cidade ali retratada bela e bonita e feia ao mesmo tempo, mas é a nossa cidade.
Gostaria de ver este roteiro virar um longa- Metragem , pois nos habitantes de São José das Putas merecemos há desculpe.
Não se pode falar de putas. A cidade se estranha nem as da Praça Afonso Pena.
O roteiro retrata uma das aberrações do capitalismo de hoje que obriga as pessoas a mudarem de cidade ou até pais para ter uma colocação melhor na vida profissional deixando a vida familiar e afetiva de lado.
Já no ponto de ônibus atento já ouvi estas histórias na vida real.
O diretor Fabio Monteiro tem talento resta a ele a persistência , pois ele vive num pais onde Arnaldo Jabor trocou o cinema pelo jornalismo.
Formado em história ele faz cinema nas horas vagas ele mesmo já morou em várias cidades antes de voltar para São José.
E assim foi dada a largada a este Estival que pode mudar a cara da cidade?
Espero que esta nova leva de artistas não se corrompa nos corredores de paços municipais, câmara e fundações.
Que faça arte sem medo de ser feliz.
Estamos ai para comungar com esta nova geração.
Um sopro de vida as artes, cultura e movimentos sociais do pais.
Vamos lá viver nossas revoluções por segundo.
Que seja bem vindo este já memorável Estival.
Estamos ai. Que o caos se funda a ordem criando uma desordem e chegando a uma nova ordem.
Que revire-se a utopia. De um mundo mais justo longe de partidos políticos e o fazer que se perdem as almas no mar dos infernos.
Sorte a todos.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

jocafaria@yahoo.com.br

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Linha do trem um submundo urbano

Joca Faria

O Rafinha que não é o Bastos do CQC estava perdido e foi achado pela Telma.
O Rafinha Batos do CQC iria adorar este belo resgate da Telma. Que coisa enquanto nos escritores nos encrencamos com o mundo a Telma faz e filma.
Ando caminhando todos os dias para entrar em forma e perder peso. É uma benção descobrir um caminho quase deserto e perigoso pela linha do trem , porém lindo cheios de pássaros de todas as espécies ao lado na vargem do Rio Paraíba. Que é cercada por cercas elétricas. Quando criança e adolescentes andávamos por lá , mas agora é muito MAIS lindo. Tem os riscos é também um sub mundo onde as pessoas deixadas de lado pelo mundo usam para usar drogas. Mas cada um na sua não arrisco em levar minha câmera digital um pouco de bom senso é fundamental.
Nossa podre sociedade nada vê somos uns macacos com a vista tampada.
E daí?
Que estamos num precipício ainda temos salvação? Não sei me diverti ontem vendo a apresentadora Luciana Gimenes querendo uma vaguinha numa nave espacial.
Preferi o programa dela ao filme global. Gente nós estamos no fim , mas logo terá um começo.
São ciclos que este planeta passa que o universo passa. Então toquemos nossa vida e cuidemos do lado espiritual é o que esta moça faz ao salvar um cão. Podemos salvar os Rafinhas não o Basto de várias maneiras descubra cada um a sua.
Me encontro com Deus quando estou nestes lugares marginalizados e vejo que temos muito a fazer é no subterrâneo que se encontra a humanidade mesmo que ela esteja doente usando drogas as pessoas são mais corte zes.
E talvez mais humanas.
Será que ainda somos humanos? O que isto significa nunca sabemos?
Não sei de nada de mais nada, pois liguei o som e ouço Raul Seixas o cara é um gênio de nossa sociedade como um cara deste enxergaria a sociedade atual? Faz muito falta. Eu é que imagino gostaria de ter o feeling dele. Raul tu faz falta. Muita falta.
E o Rafinha vou perguntar a Elizabeth Souza do Entrementes como ele anda?
Deve estar bem. Estamos todos bem? Não posso dizer nada? Eu só escrevo.
João Carlos Faria
Editora Pasárgada

Entre no Entrementes...

E leia o depoimento da Telma (Cãopanhia Vira Lata).
Ela recolheu o RAFINHA que estava na rua, perdido e doente. Veja o vídeo também...

É só clicar e entrar:
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Conseguir consertar graças a dica de Elizabeth Souza editora do Entrementes uma amiga.
Agora volto a postar aqui em meus velhos blogs pois são vários.
Apresentação de Primus

Sras e srs.

Eu sou Primus, o 1º Macaco

Como todo macaco, eu nasci livre.
Mas antes ainda que eu tivesse consciência de mim ou do mundo, como ocorreu antes com meus pais e os pais de meus pais, eu já estava acorrentado e condenado a uma vida de pão e circo, onde a cada dia, o pão é mais e mais racionado, restando apenas o circo onde somos nós os palhaços.

Ainda pequeno fui mandado junto a outros macacos para um centro de domesticação que os homens chamam de ESCOLA.

Na Escola, apesar da professora ser macaco, de todos os alunos serem macacos, não estávamos lá para aprender à ser macacos, mas para adquirir os hábitos dos homens.

E nos contaram tantas maravilhas sobre os homens e mulheres e sua superioridade sobre os macacos que nenhum macaco queria ser mais macaco.

Assim, nós macacos, começamos a competir uns entre os outros para ver quem conseguia ser mais parecido com um homem e deixar de ser macaco.

Entretanto, por mais que nos esforçássemos e tentássemos copiar o modo de vida dos homens, continuávamos a ser macacos.

Os homens aplaudiam nossos esforços e diziam para trabalharmos duro, viver para estudar e fazer tudo que os homens mandassem sem questionar, assim conseguiríamos, um dia, sermos homens ao invés de macacos, porém, a única coisa que de fato conseguimos foi não ser homem nem macaco, e assim, nós macacos viramos COISA.

Como um bom macaco, trabalhei duro, me esforcei ao máximo, me submeti a tudo que mandaram e assim me tornei o melhor macaco da classe, o que melhor imitava os homens, porém, nunca, apesar de todos os meus esforços, por ter me tornado um homem mais perfeito que muitos homens nascidos homens, os homens continuavam a me tratar como macaco.

Foi então que entendi que todas as lições que nos ensinavam, os homens de verdade, não as praticavam.

Os homens nunca trabalharam. Sua fortuna e sua pretensa superioridade sobre os macacos vinha da exploração do trabalho dos macacos que, como eu, se matavam para serem aceitos.

A Escola, A Televisão, as Leis e todos os outros instrumentos usados pelos homens, ao contrário do que imaginávamos, não era para tornar os macacos iguais ao homens, mas pelo contrário, para que nós macacos, continuássemos a vida toda servindo aos homens como escravos que se acham libertos.

Assim, para parecer com eles, nós comprávamos os lixos e marcas que eles nos ofereciam, trabalhávamos o tempo todo para que eles ficassem mais ricos, criticávamos outros macacos que não se subordinavam aos interesses dos homens como nós, estudávamos todos os cursos, faculdades e mestrados, mas, para nossa surpresa, sempre que concluíamos esses estudos nas escolas pagas dos homens, nós macacos descobríamos que tínhamos chegado atrasados ao mercado e que a vaga já tinha sido ocupada por alguém nascido homem ao invés de macaco.

E o que fizemos?
Mesmo com a certeza de sermos mais preparados que os homens, saímos com a cabeça baixa, a auto-estima arrastando pelo chão e aceitamos como se fosse nossa a culpa e má sorte o fato de sempre ficarmos de fora, mesmo tendo feito tudo conforme o combinado.

Em suma, nós macacos fomos passados para trás!

Foi então que, cansado de ser enganado, desisti de tentar ser homem e resolvi ser macaco.

Quando me aceitei como macaco tudo começou a ficar claro pra mim.

Eu olhava para os outros macacos e, ao invés de ver adversários querendo roubar as minhas oportunidades, comecei a ver o quanto nós macacos éramos parecidos.

Vi também o quanto nós macacos somos superiores aos homens: somos mais preparados, mais fortes, resistentes, inteligentes e determinados que qualquer homem ou mulher.

Mas por que então, sendo tão superiores aos homens, são os homens que dominam os macacos e não os macacos que dominam os homens?

Porque os homens, conscientes de que são fracos aprenderam a ser espertos e só agem em bando enquanto nós macacos, apesar de sermos melhores que eles em tudo, estamos sempre divididos, sempre prontos para ferrar outro macaco, sempre do lado do homem ao invés de um macaco, sempre macaco contra macaco, ao invés de macaco versus homem.

Pois bem meus irmãos macacos, é hora de dar um basta nesta tirania dos homens sobre os macacos.

É CHEGADA A HORA DE MACACO SE UNIR A MACACO!

Chega de viver com medo!
Medo do desemprego, medo da exclusão, medo de sobrar, medo de sofrer, medo de ser injustiçado! Medo de não sobreviver, medo de morrer! CHEGA!

Chega de fazer tudo o que eles querem, do jeito que eles querem, na hora e lugar que eles querem e não receber quase nada por isso!

Chega de viver das sobras dos homens! Somos todos criaturas de Deus e temos todos o mesmo direito a vida e a felicidade que qualquer outro ser ou espécie!

Deus nos deu uma terra abundante onde tudo o que se planta dá, mas a ganância irracional dos homens está destruindo todo o planeta, não respeita qualquer forma de vida, trata tudo como coisa, tudo como mercadoria, até mesmo outros homens.

E se não fizermos nada, se continuarmos desunidos e aceitando o modo de vida consumista imposto pelos homens, logo não sobrará vida sobre a terra.

Temos um grande poder nas mãos, mas não nos damos conta.

São nossas as mãos que operam as máquinas, são nossas as mãos que produzem e depois adquirem seus produtos descartáveis, são nossas as mãos que defendem suas propriedades assim, a mesma mão que opera a máquina pode pará-la, a mesma mão que mantém a roda do consumo girando, pode pará-la, a mesma mão que defende o direito de propriedade pode devolver o mundo à todas as formas de vida ao invés de concentrar toda a terra nas mãos de quem não merece.

Não somos donos da terra, apenas fazemos parte dela!

Mas, ao contrário dos homens, não precisamos e não vamos recorrer à violência para impor nossas condições!
Não levantaremos um só dedo contra os homens ou contra qualquer criatura criada por Deus, mas também não moveremos um só músculo para ajudá-los à perpetuar e manter esse estado de desigualdade e injustiça em que vivemos!

Não toleraremos mais essa tirania de um grupo sobre todas as outras formas de vida, não compactuaremos mais com a exploração de muitos para o benefício de uns poucos!

Nós macacos sonhamos com um mundo onde macacos, homens e todas as demais formas de vida vivam em harmonia, respeitando uns aos outros.

Deus em sua infinita sabedoria e Amor, nos deu um mundo repleto de maravilhas para que todos pudessem viver em paz e prosperidade.

Criou todos as criaturas na forma mais perfeita para atender as suas necessidades. Olhem para o homem e para o macaco: Não possuem todos os mesmos atributos? Não possuem cabeça, dois braços, duas pernas, um estomago e um coração?

Por que então se somos tão parecidos em tudo, se temos as mesmas necessidades e carências, aceitamos que uns tenham muito mais do que outros como se isso fosse a coisa mais natural?

Se Deus quisesse que alguns homens tivessem mais necessidades que outros, os dotaria de mais estômagos, mais braços, pernas e coração, mas ora, somos todos iguais, porque então aceitamos tamanha distinção?

Por que aceitamos que um artista de tv, um empresário, jogador de futebol ganhe mil, dez mil vezes mais que você enquanto muitos passam necessidades? Acaso eles comem mil vezes mais que você, ele vivem mil vezes mais que você? Tem dez mil vezes mais sonhos que você? Tem uma família que mereça dez mil vezes mais amor e atenção que a sua família?

Por que um homem pode ter dez, vinte, cinquenta, mil casas enquanto a maioria de nós vive de aluguel ou paga prestação a vida inteira da casa própria? Consegue ele viver em todas essas casas? Precisa ele viver em todos esses lugares? Não!

Elas só existem para ele poder viver sem trabalhar enquanto nós macacos trabalhamos para sustentar seus vícios!

Deus não criou um homem ou macaco que valha mais que mil, dez mil homens? Deus é justo, deu a terra para todos, porque então insistimos em ir contra a vontade de Deus?

Nós macacos defendemos uma sociedade de Amor e Justiça, um lugar onde a vida vem em primeiro lugar e não o direito a propriedade e o dinheiro.

Nós macacos queremos um mundo onde nossos filhos possam crescer com segurança e amor, um mundo onde macacos e homens valem pelo que SÃO E NÃO PELO QUE TEM NO BOLSO.

Por isso, de agora em diante, cada macaco defende macaco até que tenhamos uma sociedade justa para homens e macacos.

Não queremos com isso suscitar o ódio ou a guerra entre homens e macacos! Já vivemos todos os dias numa sociedade de ódio e intolerância. Não queremos um sociedade de macacos dominando homens, mas queremos um mundo onde não haja diferenças reais entre macacos e homens, onde todos possam viver em paz, ter seu trabalho, seu lazer, suas garantias.

Um mundo que respeita os limites da terra, que não tira dela mais que o necessário para a manutenção de um vida digna e saudável, por isso, a partir de hoje iniciamos um processo de união entre os macacos, até que todos os macacos estejam de braços dados , irmão com irmão, macaco com macaco, e só descruzem os braços quando conquistarmos uma igualdade real e não essa igualdade hereditária onde uns nascem com muito e a maioria que viva somente da exploração da força de seu trabalho.

Quero ver os homens operarem suas máquinas sem as mãos dos macacos!
Quero ver os banqueiros cobrarem os seus juros extorcivos se nenhum macaco mais pagar!
Quero ver os homens tomarem a sua casa, o seu carro, se não tiver um macaco para ajudar a ferrar outro macaco!

Vamos cruzar nossos braços até que tudo seja dividido de igual por igual, um mundo para homens, macacos e outros seres.

Um mundo o valor das pessoas não seja medido pelas posses que tem ou pelo que ganham, mas pelo que são.

Este mundo só será possível quando TODOS NÓS, macacos e homens, tivermos uma renda igual, tivermos acesso igual a nossa parcela de propriedade, nada mais nem nada menos para ninguém.

Vamos fazer a revolução dos macacos!

Macacos do Mundo, Uni-vos!


Primus , o 1º macaco

sábado, 21 de novembro de 2009

Sem revisão mas muita criação.
Não tá copiando nem colando.


O Beija Flor e a praça e o dono da banca de revista num sábado a tarde.


Não sei o que estou fazendo? Não faço simplismente respiro. Precisa -se fazer.
O que é a vida não sabemos estamos tentando desvendar ? Eu sim penso.
Mas muita gente não. Meu escritos tem um pouco de Pessoa mesmo que não acredites.
Não quero criar metaforas. Fazer literatura sertinha. Escrever poemas ou contos ou cronicas quero escrever sem compromisso de estilo.
Não escrevo para dar lição de moral ou desenvolver uma formula mercadologica já pensei nisso já sonhei com isto.
Estou sim com uma vontade de vestir uma saia, pegar um carro e adentrar numa estrada.
Sem volta pelo menos por uma noite. Dormir num hotel qualquer.
Ser eu mesmo. E pronto chega de sermos o que os outros querem pelo menos na criação de um texto. Ao fazer um quadro ao criar um filme.
Ao estudar esoterismo. Hoje vim da rua tomei um banho e dormir até anoitecer agora escrevo sem limite sem poesia. Querendo a liberdade idealizada por mim mesmo.
Amanhã não irei a Mantiqueira não subirei a montanha. Participarei de um multirão algo diferente para um domingo.
Mas vivo este momento de criação e nada mais existe além dos carros que passam na avenida com seus sons de rap.
Volto a houvir Raul Seixas um cronista nato. Suas letras são eternas cronicas.
Que ensinou Paulo Coelho a fazelas. Tudo passa a vida de Raul passou a minha ainda existe. Estou aqui em meio a elementais. Hoje vi um Beija - Flor quase a morrer de sede sendo salvo por um dono de banca de revista todo maluco beleza.
A POESIA na vida isto já me basta .. A poesia de livros hoje me sufoca. Para mim estou dentro de um carro na via dutra indo em direção a uma praia.
Para mim estou agora no Rio de Janeiro em plena Lapa vendo
a noite carioca.
Mas estou em meu quarto a escrever e para mim um ennorme prazer ... Escrever dizer o que penso e pensar o que digo?
Tó aqui a vomitar minhas vontades quase nunca realizadas precisa- ser?
Não sei eu tó vivo ... Respirando e quero parar de pensar. Eita vontade de apreender a meditar.
Vamos em frente chega de politica ... Mudar o que imutavel. Vamos vivendo deixando discursos para o passado. Quero é fotografar a cidade aprender de coração a ajudar ao proximo.
Sem buscar nenhum retorno isto é dificil mas chego. Lá são os tres fatores da revolução pscologica de Samael Aun Weor.
Dos tres. Trabalhar pela humanidade é o mais dificil.
Tudo que empreendi não deu certo. Devido talvez a minha falta de amor real.
Meus egos são demais ... Vou postar

João Carlos Faria



Este blog continua sem postar terei que achar outro mas manterei este quem sabe volta a postar enquanto isto vamos em frente...

Uso ele para fotos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=iSdgbsmmE8Y

Ainda sem conseguir postar os textos sae daqui pro mundo.

Raul Seixa


Joca Faria


Eita tó ouvindo Raul Seixas após anos, fornecido por Davi F. F. Eita mano Raul e o Davi falou que era som diferente o mesmo do mesmo graças a Deus. Que é o velho Raul.
Caracá que poeta de nossos tempos. Imagina se vivo estivece. Dias atrás ou séculos fiz até um video homenageando o Raul.

Tá ali em cima postado. Eita tá virando blogue este meu texto.

João Carlos Faria
Fotos em São Francisco Xavier
por Joca Faria

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ainda não cola nem cópia então crio aqui e depois reviso.

Amorrrrrr


Joca Faria

Hoje não quero falar de Deus nem do Diabo. Me cansa falar do bem e do mal. Estas duas faces humanas esta em mim em voce.
Não quero pensar teorias. Nem criar as minhas. Quero somente escrever. Sentir em mim as energias fluirem. Deixar as palavras brotarem neste teclado de computador. Não sei nem saberei quem realmente sou?
Olho me no espelho e fico apovorado com que vejo. Por isto caminho pelos parques. Ando em cima de trilhos de trem. E na minha disformidade me leva a ver as belezas do Parque de nossa cidade. A ver a fome e a alegria. A encontrar com velhos amigos que fotografam a natureza.

Caminho com rumo previsto. Louco de vontade de pegar o próximo onibus que me leve a Serra da Mantiqueira.

Mas não pego tenho que finjir a responsabilidade que nós homens de hoje já não temos.

Quero ser e ainda não sou. Por ser multidoes em um.

Neste calor de primavera . Escrevo nesta longa noite ... Querendo me encontrar contigo ser humano que tem as mesmas dores e amores que eu.

Todos somos completamente iguais e também diferentes.

Olho me novamente ao espelho decido se tomo um banho ou não.

Preferiria um rio que correce no fundo de um quintal.

Mas moro na urbanidade. E nos banhamos de consumos desnecessários.

Para que nemes, orkuts , blogs se eu voce e a multidão não olhamos nossos olhos.

Se nunca falamos a mesma lingua. Para que escrevo tanto para simplismente abastecer meu ego.

Dizer me escritor para justificar minha finita existencia. Não darei mais justificativas de mim mesmo.

Serei ser pleno de finitude. Quero somente uma boa noite de amor. Uma só com uma só mulher.
Que eu realmente ame. Hoje como disse o Diabo a Jesus num filme todas as mulheres para mim são uma pois ainda uma não amo.

Te quero femea mostrar meus carinhos. Nesta noite de primavera.

Saciar nossa sede ...


João Carlos Faria























Alguns escritores poetas e jornalistas com os quais convivo.













terça-feira, 17 de novembro de 2009

Olá continuo sem conseguir postar aqui vamos quebrando o galho e tó sem aúdio no computador logo resolvo.





Caim





Joca Faria





A ligação do homem com o divino é algo tão antigo e tão próximo de nós. Fiquei sabendo que Saramago está numa empreitada de criticar a biblia mas o que é a biblia um livro feito por homens ? São grandes escritores de uma epoca tão antiga. Tenho que ler este novo livro de Saramago.
Mas li um reelese do livro e não vi critica alguma caim fala com deus e acertam dele não morrer e presencia a vida e toda a biblia. Já vi um filme assim onde Barrabas não morre enquanto não aceita a deus.
Mas o que é a biblia ou qualquer livro religioso se não a visão humana do divino? O religare de algúém que já viveu. Mas será que em pleno século vinte e um. Precisamos de intermediario com o divino com o inefável. Cabe a cada ser humano se comunicar diretamente com seu Deus sem a intervenção de religioes organizadas. A fé e algo pessoal e não pode ser transferida au coletivo.
Chega de sacerdotes, pastores, mediuns que cada um crie sau própria religação.
E Saramago fez uma obra de fcção como qualquer escritor possa fazer.
Ou que cada um tenha também suas igrejas , pastores e padres.
Mas é dado a quem não quiser a liberdade de não ter. Liberdade é algo que não temos nem a liberdade de fé. Ou financeira estamos preso a muitas tradiçoes e convençoes sociais.
E quando realmente buscamos gastamos uma vida inteira para nós livrar de algumas.
eu sempre acreditei na ilusão da industria cultural desta midia que faz e constroem pessoas e depois usa e joga fora. Queremos ser os novos Paulo Coelho?
Tó começando a medis tanciar desta bobagem. Chega de sonhar com fama, poder e ter tolas ambiçoes.
Quero ser o ser mesmo e não o eu. Que me eu se dissolva eu quero e desapacer. Continuo a escrever por que me da praser publicarei minhas idéias para registralas pura e simplismente estou fora de qualquer cena que não existe a politica e a cultura.
Eu dissolvo em mim mesmo. Quero libertar- me ser essencia.
sAramago nos provoca e muito bem li seu livro O evangelho segundo Jesus Cristo.
Por estes tempos estou preso só a apostilas da faculdade mas já estou começando de vagarinho a ler livros e revistas.
Dá se a impressão que na internet lemos muito menos. Quando se abre um jornal selecionamos a noticias na internet são tantas e vamos clicando. Ainda bem que saio e vejo pessoas que se informam.
Se não ficaria mais alienado ainda leiamos saramago e seu caim. Quem sabe escrevo abel ?
Ou qualquer outro livro. Ou filme enquanto tivermos saude fisica e mental.
Dizem que sou louco por pensar assim. Eita Mutantes que saudade de Solfidone. Tudo passa e o Parque da Cidade fica.
Uma hora destas domino como se salvar texto no computador e arrisco um livro. Eu vou me embora para Pasárgada.
Que já não tem a mulher que quero nem a cama a escolher... Que os aNJOS NOS GUIEM CADE DIOGENES com sua lanterna?

João Carlos Faria

Editora PASÁRGADA

JOCAFARIA@YAHOO.COM.BR

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Continuo sem conseguir postar aqui portanto escrevo e depois reviso.


Tentaçoes


Joca Faria


O tempo se faz presente. E as luxuria penetra nossas mentes agindo sobre nossos corpos. Nunca sabemos quem somos. Qual nossa identidade. Nos perdemos na ausencia de corpos e dilemas de ética espiritual. Não somos o fisico estamos aqui num intervalo de infinito.
Habitamos estes corpos. A morte me cerca por todos lados assim como desejos carnais de todas as naturezas. Os sentidos nos enganam. Não quero rumar para o abismo da degeneração sou o que sou e pronto. Instinto nos circulos. Envoltos a eus antigos. Tenho todas as dúvidas que qual quer ser humano possa ter. Somos o presente. Quantos mortos vejo na rua incluindo eu mesmo.
Minha energia já esteve aqui várias vezes. E hoje habita este corpo gordo e disforme que tento recuperar.
Minha natureza é a liberdade. A liberdade sexual não pode caminhar para meu abismo. Meus sentidos me enganam. Mas meu ser não.
Ó mãe divina me tire estas incertezas que poluem meu ser. Estou cansado de ser arrastado a um abismo.
Sou a própria luxúria encarnada em desejos sombrios. De pura orgias. Quero o santo sexo de cada dia NOSSO. O quero sagrado e não o sexo degenerado. Não quero ser mais de Sodoma e Gomorra. Quero o extase.
Criar a minha divindade e não sucunbir aos instintos mais primitivos de minhas existencias.
Tenho a impreção de ser uma velha alma. Já cansada de voltar a infernos. Do colar de buda já não sei quantas contas me resta. Deve ser poucas não precisa-se ser profeta para presentir o fim desta quinta raça que se degenera e se perde. Num abismo negro.
Corroemos este planeta como vermes... Ó mae ó minha mãe. Não me deixe sucumbir ao meu próprio abismo. Deusa. Minha mãe me liberte destas luxuriantes algemas não quero rumar para a infra sexualidade não quero pertencer nem a Lilith nem a Naemá.
Estas esferas já não me pertencem mais. MÃE me de a mão, me socorra antes que eu cai em tentação.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

jocafaria@yahoo.com.br

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sei lá o que tá pegando aqui algúem me ajude,,,não consigo copiar e colar... que coisa...


Bendita Tecnologia


Joca Faria


Estou usando uma camera sony para fazer videos uma com 12.1 pixel sei lá O QUE SIGNIFICA mas sei que a qualidade é muito boa portanto.
Com uma técnica melhor de captura e armazenamento de imagem um bom roteiro se chega a um longa que já deve estar rolando muitos por ai precisamos caça-los na internet.
Fazer arte agora é so questão de vontade. Podemos ir experimentado a te chegar a uma técnica própria e claro que estudar entender o que é pixel. E usar a favor. Sem depender de apoio de patrocinadores e do estado. Bendita Tecnologia.
Trabalhar com equipes reduzidas ou até mesmo uma grande equipe postar no yotube ou outros sites para liberar que abaixem o video.
Criar uma camera na mão e as idéias na cabeça Glauber Rocha falava do tempo dele e de nossa época.
Não fiquemos esperando aval de leis façamos façamos façamos nos mesmos.
Agora é asistir filmes, ler e fazer. Trocar figurinhas. Eu preciso aprender a lidar com becap para salvar o que será gravado. Criar craquetes para não se perder.
Já vi material ser perdido na época que se filmava em pelicula nos nucleos de cinema.
Ai vamos por a mão na massa por em imagem o que pensamos do mundo no yotube.
É Vinicius de Moraes estamos ai vamos em frente... Devemos chegar a algum ponto só dar a partida isto é ação cultural meu caro Teixeira Coelho.
Vamos reenventar o cinema muitos fazendo surgem os cobras os artistas inovadores um computador , banda larga , camera , um carro , triple e o mais importante seres humanos por traz de tudo isto.

João Carlos Faria

http://www.youtube.com/watch?v=nX3pfUZkkec

sábado, 7 de novembro de 2009

A descarga necessaria de cada dia.


Joca Faria


Vivemos numa época estranha onde todos nós só sabemos criticar ao próximo avaliar os defeitos dos outros. E esquecemos de nosso argueiro. Nossas traves a internet está ai balancemos esta rede espalhando soliedariedade.
Eu também em meus textos caio neste senso comum. Epa ai vai a influencia de meu curso de Pedagogia que estou curtindo muito em fazer.
Reclamamos de governo. Xingamos nosso prefeito e a nossa torta parte só fica nos impostos?
Temos mil desculpas para não enovar em nossas vidas privadas e nunca damos a descarga necessária.
Sempre vamos ao mesmo lugar. Pelo mesmo caminho sendo tantas as opçoes de caminhar aprendi isto com uma professora na quinta -série e nunca mais esqueci.
Por isto retomo uma caminhada que faço em São Francisco aos Domingos acho muito mais sádio que virar a noite tomando cerveja nos bares da cidade.
E mais em conta. A vida cotidiana é onde está o maravilhoso o divino vi isto num video hoje a tarde. Meio morrendo de sono nesta deliciosa modorra de primavera.
Me veio a cabeça os livros que li de Gabriel Garcia Marques já li dois livros deste mestre da escrita. Memoria de minhas putas tristes e outro titulo que ainda não me vem a memória.
Como faz bem ler um romance ou um bom filme. Preciso replanejar o tempo que tenho ando a fazer uma hora de caminhada cada dia um caminho contado no relógio. O peso sempre o mesmo os atuais 90 kl que dureza.
Aos poucos devo emagrecer tenho fé em mim mesmo. E o que nos falta hoje em dia termos fé em nos mesmos. Rasguemos nossos livros de auto ajuda e voltemos a boa e velha literatura também devemos achar aos novos sem deixar os clássicos para traz.
Minha pilha de livros nunca acaba sempre tenho bons livros a ler e os leio dei uma entorronpida em Brida de Paulo Coelho não tenho nenhum preconceito em relação a este autor.
Não é um clássico um Cervantes mas é a escrita de hoje. Assisti a um documentário sobre Julio Verne o qual li muitos livros na adolecencia o cara era Best Seller no século dezenove e não teve uma vida tão conturbada assim ele criou a fcção cientifica e lia Edgar Alan Poe um grande mestre que preciso reler.
Pois sempre reenterpletamos um livro uma música um poema amanhã é domingo.
E irei caminhar rumo ao abismo.
Mas a vida é cheio de ABISMO precisamos aprender a voar. E salteremos. Seremos pássaros longe bem longe das gaiolas. Em casa a trés tento soltar mas não me deixam.
Um dia eles fugirão. Ontem vendo um pedaço do reporter Record vi uma bela imagem de um ritual inca para um jantar. As mulheres matando os animais e depois rezando para eles.
Ó como estamos distantes do divino neste mundo de Matrix ... Vou é arrumar uma rede achar uma arvore e deitar numa tarde calorenta e dormir para criar minhas histórias.
Quando sonhamos temos várias histórias que estamos vivendo eu nesta tarde após as seis horas era um tipo heroi e bandido ao mesmo tempo. Derrepente criava presentes para as pessoas e ai acordei. A avenida esta silenciosa neste fim de Sábado... Algumas pessoas dormem e outras escrevem. Como é delicioso escrever a noite. Vou criar esta hábito no mais aos leitores um bom domingo que se os anjos amem disserem estarei numa cachoeeira qualquer em plena Serra da Mantiqueira onde um dia terei minha casa em forma de vagina.
Beijos incendiarios neste noite de um sábado que se finda ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

jocafaria@yahoo.com.br

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Olá como não estou conseguindo postar no momento aqui no copia e cola farei um esboço de texto aqui mesmo...e depois reviso no word... para enviar por email ...


A merda tá feita ... Eu já tive um troço...


Joca Faria


Começar a escrever no blog neste dias não conseguindo fazer a cópia do word para meus blogs então crio diretamente no blog pois descobri que tenho alguns leitores destes blogs se os temos tentemos preservalós.
Mas nestes dias de calor escrever sobre o que? Estamos virando suco. Se bem que hoje está um pouco menos quente nesta manhã de sexta - feira.
Já dei uma olhada nos jornais eletronicos pela internet não conseguimos ter noção de quanto lemos preciso voltar aos livros além das apostilas da faculdade.
ler é algo essencial li uma cronica de Frankilin Maciel falando do liberalismo através das formigas
é este tal de liberalismo nos prega muitas peças é a ideologia dominante em nossa sociedade as pessoas estão empregnadas delas e são as que estão se fodendo neste tortuoso sistema capitalista.
Pois a esquerda é uma minoria e as vezes umas pessoas toscas e chatas de mal com a vida ai não conseguem arrigimentar ningúem para as suas idéias o militante tradicional do PT é uma figura bem chata escrevo isto tranquilamente pois até 2001 eu participava do PT acreditando em transformaçoes belo depoimento do Ferrez numa entrevista na Caros Amigos ele é alguém de nossa geração que está se colocando bem. Se bem que acho que esta tosca midia nacional elege algumas pessoas em detrimento de outros ainda não li nenhum livro do cara e sim alguns textos também não li Leonardo Boff a lista é longa temos que aproveitar bem o tempo preciso descobrir uma forma de ganhar dinheiro e que eu não venda tanto o meu tempo assim como esta piãozada que vende seu tempo em troca de uma grana extra a tal hora extra.
fora já vendi muito o meu tempo já fiz campanhas profissionalizadas para o PT e nunca ganhamos nada a mais por isto.
O PT no geral é formado por uns idiotas iludidos com uma tal revolução que nunca acontece esperto ali é o Lula que iludiu um montão de gente no fim dos anos setenta.
Mas perdeu a originariedade e tal idéia de revolução é uma formiga esperta chamada José Dirceu e o mesmo Lula.
Mas e que a alternativa é o tal PSDB os liberais convictos e ideológicos.
O Brasil carece de uma nova força que não seja o PCC que segundo Ferrez já domina as periferias de São Paulo e aqui também.
Pena que o cara não quer fazer um livro entregando o jogo que Serra, Lula, Aécio abram o olho a
guerra civil já esta ai. E temos que mudar o estado na periferia é a falta de oportunidades e empregos.
O PT perdeu a chance de criar as comunidades de base o PT podia mudar de nome de Trabalhadores não tem nada mais lá é mais um grupo de gente mamando na vaca chamada Estado.
Os caras são uns inuteis graças a Deus que fecharam as porta para mim. Sou dissedente e pronto que façamos nossa própria revolução mesmo que seja individual.
A esquerda atual esta defasada e não aglutina pessoas inteligentes. Como diria Ricardo Faria o joquinha um mineirinho safado não vai mamar na mãe estado não cria vergonha Joca Faria ainda bem que tem gente que me fala as verdades elas doem mas a gente aguenta.
E viva as novas revoluçoes que estão se delineando vamos enterrar o PT e o PSDB.
A merda já foi feita. Beijos incendiários

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

jocafaria@yahoo.com.br

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ola leitores não estou conseguindo copiar e colar neste blog por este dias vou ter que escrever diretamente nele...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Corpos

Joca Faria

Há mulheres incendiarias bocas, batons, vaginas quentes derramando o néctar das Deusas.

Quero estar dentro de suas vaginas sedentas desejáveis.

Sou poeta de vocação febril. Teus corpos chama viva de paixões alucinadas.

Trazem-me a memória do que ainda não vivi.

Ainda não nasci , pois não tenho teus corpos em minhas mãos.

Quero sugar todo desejo. E ama lás todas de maneira febril.

Numa alcova ... Em varias noite de lua...

João Carlos Faria