quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Bob Joca

Cavalo de pau correndo nas nuvens, levando o poeta Joca Fariapara o além sol sal... em bote de cobra, em salto de grilo...Esse meu irmão de saia é senegalês açoriano, portoriquenho pernambucanoAmigo nobre infinito,por quantas sedes riscaste "maluquices em teu lençol"?Bob Joca, centurião das baladas tremulastagarelando três biliões de verbos bélicosdiante dos tonéis exorbitantes de saudadeAmigo nobre infinito,o planeta prenhe de gelatinosas visões permanece em continua rotação translaçãoespalhando tua voz, as nossas vozes, as vozes dos que virão,as vozes dos que nos antecederam"Valeu apena, pescador de ilusão!!!"

(edu planchêz)

Nenhum comentário: