sexta-feira, 29 de maio de 2009

Escritores joseenses marcam presença
no Festival da Mantiqueira

Na segunda edição do Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, que acontece neste final de semana ( 29 a 31), a Fundação Cultural Cassiano Ricardo terá uma tenda exclusiva para cerca de 30 escritores joseenses, que vão expor seus trabalhos.
A tenda “Cultura sem limites” ficará localizada ao lado da Igreja Matriz, na Praça Cônego Manzi, no centro do distrito. A principal proposta da Fundação Cultural com essa ação é dar oportunidade para que os escritores da cidade divulguem seus livros e cd’s, além de aproximá-los do público que visita o maior festival de literatura do Estado.
O Festival da Mantiqueira é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA) e apoio da Prefeitura de São José dos Campos e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
Confira os escritores que estarão na tenda Cultura sem limites, no Festival da Mantiqueira:
Ana Lúcia F. Câmara; André Kondo; Beatriz Galvão (Beá); Chicão Guimarães; Christina Hernandes; Dailor Varela; Dani Penelluppi; Dom de Oliveira; Dyrce Araújo; Fernando Scarpel; João Possidônio; Joca Faria; Josefina Neves Mello; Kathia Brienza B. Marulli;Lidia Bernardes;Máh Luporini; Milton Mendonça; Miriam Cris; Nilson Ares; Paulo Barja e Flavia D´ávila; Poeta Moraes;Reginaldo Poeta Gomes; Ricardo Soares Muniz; Rita Elisa Seda; Silvio Ferreira Leite; Vagner Nazareth; Valter da Silva;Victor Canti; Zenilda Lua.


Assessoria de ComunicaçãoFundação Cultural Cassiano Ricardo(12) 3924-7304 / 7328 / 7307Descadastre-se caso não queira mais receber e-mails.








Espelho numa cinza manhã de outono ...


Joca Faria

Ouço o canto da arvore real...ouço o real ...ouço o canto da arvore real...este fragmento da música de Edu Planchez fez me acordar ...Lembro de minha musa dançarina meu falo ereto ...Em flente ao espelho na cinza manhã de outono ... Sonhei com Abujanra em São Paulo ele dirigia uma peça baseada em meus textos. Perigrinavamos eu e João Nicolau por São Paulo tentando achar saidas...Ouço o canto do Pássaro Real ... Mergulho dentro de mim mesmo ...E estou em Ilha- Bela ... A ver círculos mágicos ... Vejo um casal mergulhar no astral dentro do Oceano Atlântico fazem amor dentro do mar...
O tempo volta ... Ao século dezenove vejo uma mulher ser condenada a forca em Caraguatatuba...
Eu mesmo a condenara ...
O tempo passa ... Ela renasce num novo corpo... E agora nos encontramos numa praia deserta sem lembrarmos do passado.
Desço aos infernos ... Vejo você lá ... Lá estão Roberto Marinho ... Carlos Lacerda ... Figueiredo ...
Lamarca está em outro circulo ... Mariguella lé faz compania ...
Volto ao plano fisico ... Caminho pela Vila Industrial ... Nesta manhã chuvosa ... PASSO em flente a
lojas que vendem pássaros.. . Quero compralos para poder solta los de frente ao banhado...
Ouço o canto da arvore real... Ouço o canto do pássaro real...
Mergulho dentro de uma tela de Davi F. F. Faço parte daquela sena de tantra ...
Caminho pela lanchonete do SESC ... Minha musa e senhora está junto a mim ...
Ouço o canto de Gilberto Gil ... Ele canta seu negro canto quase aos setenta anos... Leio uma entrevista de Caetano Veloso na Cult ... Segundo ele a USP é uma grande mentira ...
Volto ao Oceano Atlântico ... Meu falo penetra minha doce bailarina ....

João Carlos Faria

República de Pasárgada

Literatura , filosofia e arte ...

hipte://www.youtube.com/watch?v=XH7iDYcMqbo

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Em qui, 28/5/09, JOAO CARLOS FARIA escreveu:
De: JOAO CARLOS FARIA Assunto: Re: [arteateh] Fwd: exposição no Yázigi Esplanada - Ricardo Valise e Paulo Pacini - aberta até dia 4 de junho - confira! grátis!Para: arteateh@yahoogrupos.com.brData: Quinta-feira, 28 de Maio de 2009, 20:00
Caro GEAN estamos no Brasil trabalhei na Fundação Cassiano Ricardo no primeiro ano como faxineiro e nos anos seguintes como Agente Cultural. Fazendo a faxina na galeria que tinha no Shoping Centro tive o prazer de conviver um dia com Yaneli. As dificuldades na arte são sempre as mesmas . Nunca se cria espaços com infraestrutura correta a não ser nas Capitais. Passamos anos sem uma galeria como há do centro. A Helena Calil. Em Eugenio de Mello em 1996 foi comprado um prédio para ser casa de cultura. Mesmo na rica FUNDAÇÃO CULTURAL as verbas somem. Para onde vão deixo para os criticos e jornalistas.
Perdemos o ICBEU que fez um belo trabalho por mais de dez anos em Arte.
Acredito que falta nesta rica São José dos Campos é grupos sérios ligados a arte que busquem trazer espaços como o CPFL,Banco do Brasil e outros para sairmos de nossa vidinha acomodada entre Sesc e Fundação.
Ong com trabalho sério só conheço a Eco Solidário. E as sociais como as que cuidam de crianças com cancer.
Esta cidade como diz Ricardo Faria não tem pessoas séria. Que o diga Jorge Saladino.
Que brada sozinho sem nenhum Eco Eco Eco.
Por isto muitas fezes opito pelo radicalismo. Por mais que tenhamos boa vontade as coisas não saem do lugar ficamos por 10 anos sem Sesc na cidade e agora felismente abriu uma luxuosa instalação pena que puseram uns guardas-roupas velhos deve ser sobra da reforma. O OSWALDO VIVE brindado.Ouvi dizer que usa colete contra-tiros de nossos artistas que morrem de fome.
É a cidade é bem ironica temos Claudio Mendel na Fundação e Oswaldo no Sesc.
Patrocinadores não existem. Nunca os vemos a secretária de cultura criou a Assoca com
caches para morrermos de fome.
É assim nosso Brasil cheio de Massons fora da realidade.
Poetas fora da realidade. Artistas plásticos alienados.
Um dia quem sabe seremos uma nação. Talvez na idade de ouro...

João Carlos Faria--- Em qui, 28/5/09, Giancarlo Ragonese escreveu:
De: Giancarlo Ragonese Assunto: [arteateh] Fwd: exposição no Yázigi Esplanada - Ricardo Valise e Paulo Pacini - aberta até dia 4 de junho - confira! grátis!Para: arteateh@yahoogrupos.com.brData: Quinta-feira, 28 de Maio de 2009, 15:32
---------- Forwarded message ----------From: Giancarlo Ragonese <gianca@superig. com.br>Date: 2009/5/27Subject: Re: exposição no Yázigi Esplanada - Ricardo Valise e Paulo Pacini - aberta até dia 4 de junho - confira! grátis!To: paulo pacini <pacinipacini@ yahoo.es>
Olá Paulo, Célia, todos
Fui a exposição no Yazigi do Paulo e do Ricardo .
Não gostaria de me tornar um crítico de artes . Vou tentar me colocar como artista e buscar pelas sensações alguns comentários.
Sabemos que o espaço Yazigi não é um espaço pensado para a arte e que assim cria inúmeros desafios para os curadores em resolver uma série de questões e problemas de ordem expositiva.
A primeira sensação que tive no hall é a falta de foco para os trabalhos que ali estão. É preciso um certo esforço para que o olhar caminhe mais direto para as obras. talvez a questão da luz. O ambiente é extremamete iluminado... ..será que uma equalizada na intensidade da luz e ela mais direcionada poderiam ajudar?
No corredor tenho a sensação de aperto. Mais uma vez, o espaço criando os desafios. Não da muita vontade de ficar ali parado. É um ponto de passagem.... Os trabalhos acabam convidando a gente a parar e como a distância é pequena o respiro entre o olho e a obra é menor.....Talvez existam trabalhos que sejam mais adequados para aquele espaço. Trabalhos que não te convidem para olhares atentos, coisas que gerem sensações mesmo que a gente não pare.
No ambiente principal senti mais conforto, talvez a iluminação tenha contribuido. Ficou bem interessante o foco de luz sobre os trabalhos de pintura do Paulo. A idéia de se colocar os quadros no chão angulados me gerou uma curiosidade de ve-los na verdade em pé na parede partindo do chão, como na exposição em Taubaté que foi bastante impactante aquelas paisagens na altura do olho......
Quanto aos trabalhos do Ricardo me trouxe uma sensação de proteção.....aquela coisa de ir cobrindo o ferro um material frio e rude com o tecido colorido um material mais quente . achei uma combinação muito interessante. Fico pensando em trabalhos desta natureza com outras dimensões ....
Pena que o número de pessoas não foi grande. O que aconteceu?
Problemas de divulgação?
É isso
Espero ter contribuido
Abraços
Gian
2009/5/25 paulo pacini <pacinipacini@ yahoo.es>
Olá,
Abaixo Você confere algumas fotos da inauguração e da exposição A idade do tempo e o lugar do espaço. Obrigado.
fale aqui com os curadores

terça-feira, 26 de maio de 2009

Quero voce no lançamento do meu livro sábado no Festival da Mantiqueira. Aproveite e compre antes que esgote a primeira edição.

Livro Retina de Joca Faria

Que será lançado neste sábado no Festival da Mantiqueira em São José dos Campos no distrito de São Francisco Xavier.

Editora República de Pasárgada

www.entrementes. com.br

domingo, 24 de maio de 2009



A coruja no reino de Pavania.


Joca Faria


Acabo de ler no site Entrementes um texto sobre a Coruja e ai vem este texto. Totalmente desconexo... Estava eu passando por um jardim quando vi uma bela coruja...E me lembrei de um dia quando estava num carro indo a lanchonete Vaca Preta e vimos uma outra coruja seria ela Lilithy disfarçada de coruja ...Era noite de Lua Cheia eu do signo de Câncer ...Influenciado por ela ai me lembrei que alguns alquimistas fazem trabalhos com corujas mas nos dias de hoje.?..Por onde andam estes alquimistas? Eles estão ai disfarçados de gente normais...Fingindo serem Artistas Plásticos trabalhando com cerâmica, bronze, ferro ...Nunca acham que fazer bolinhas de sabão nas fontes da cidade seria o belo... Eles desfrutam da sabedoria ... Nunca ...adentram aos mistérios dos Deuses sem pedir permissão ...Vivem disfarçados nestas eras em que a ignorância se disfarça de arte...Onde o podre público poder da as cartas... Onde homens de barbas brancas fingem saber ...E tolos os seguem...
Matita Pere é um elemental de coruja que vira gente e sae pelo reino humano... E caminha por antigas fábricas que hoje vendem ilusão ....Matita Pere esta fora de qualquer off off off ... Não gosta da prostituição dos intelectuais ...Não gosta do falso poder constituído...Nunca vota...Nunca foi a escola ...Dizem que ele é Pária ... Anda por salões de academia .. . Por palácios e cassinos mas não joga... Observa...nunca é observado... Prefere o cheiro de povo ... Mas adore os perfumes burgueses... MATITA vive ...As vezes volta a ser coruja e voa na noite como Coruja que é ... Chegando a doce Serra da Mantiqueira onde voa entre arvores e outros pássaros ...Vira água e corre ... Pela fonte ...Matita ...Volta a ser gente e vê a destruição ambiental... a destruição mental..Caminha pelas estradas da Serra ... Sem pedir carona mas elas lhe são oferecidas e vê que a humanidade tem alguma chance..
Matita passeia pelo universo virtual ...Transformando se em textos que geram dúvidas em poucos homens...Brinca com todos ...Finge ser louco...NÃO carrega celulares ...
Matita , Coruja somos todos ... Somos o planeta no qual habitamos ... Podemos ir além do bem e do mal... Matita agora vou em seu vôo só...Em direção ao Oceano Atlântico vai além da terra além maris....

João Carlos Faria

República de Pasárgada

Literatura,filosofia e arte

Estarei levando meu livro Retina um trabalho de vinte anos com a poesia para lançar no Festival da Mantiqueira venderei de mão em mão. Nada de estandes oficiais nada de Afundação Cultural Cassiano Ricardo. Toda liberdade a escrita. As sete horas da noite faremos um cortejo poético em direção a uma cachoeira com a Tocha da Liberdade...Viva a poesia...Viva Ferreira Gullar...

sábado, 23 de maio de 2009



Aos que amam São José dos Campos ?


Joca Faria


Manter a tranqüilidade e a calma nestes tempos é difícil tantos estímulos ruídos nos cercam o tempo todo. Também a poluição visual.
Porque nossas cidades não tem estímulos as artes. Podíamos ver grandes painéis de desenhos e grafites nas cidades ao invés de propagandas.
Nossos olhos estão tão mal acustamados que não conseguem visualizar a possibilidade do belo.
Cidades como São José dos Campos onde são projetados jardins toscos sobre licitações burocráticas.
Não se pode fazer jardins em séries. Como se fossem máquinas tantos artistas e arquitetos neste pais.
Será que nossas universidades viraram também fábricas de diplomas?
Porque a Univalve não pensa e propõem saídas novas a cidade?
Temos uma Fundação Cultural que não pensa e não intervem no Espaço Urbano mal cuida de seus espaços.
Como um espaço que leva o nome do escritor e folclorista Chico Triste não tem um painel com sua foto na fachada ?
E por ai vai. Temos muito a fazer por nossa cidade. Se o poder público não pensa ela nós cidadãos comuns vamos começar a pensa la e nos mobilizar.
Estes espigões proliferam por todos os lugares da cidade. Sem aumento da infra-estrutura de tratamento de esgoto. Bairros clandestinos surgem a todo momento.
O turismo predatório ameaça o distrito de São Francisco Xavier.
O que faz a secretária do meio ambiente? A de educação?
Pelo que sei nada. Só vemos estas propagandas toscas do governo em rádios, jornais e TV?
Caros patrícios vamos agir pois amamos São José dos CAMPOS?

João Carlos Faria

República de Pasárgada

Literatura, filosofia e arte

hipte://www.youtube.com/watch?v=XH7iDYcMqbo

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Fizemos um belo sarau ontem no chico triste vai ter outros numa terça por més. Seguem os preparativos para o Festival da Mantiqueira e Flip contamos com o povo deste grupo levem velas, tochas , figurinos vai ser no sábado após a ultima palestra.Levem poemas, livros, Biblia, Alcorão , Padres, Pastores, Invacadores de Deuses e Demonios, Santos, Anjos ...Indios e o Espirito da Floresta...

Grupos já confirmados

Irmandade Neo Filósofica, Nação Abdalina, Cidade das Palavras, República dos Roedores de Orelhas, República de Pásargada, Mundo Gaia.

Poetas Edu Planchez , Franklin M, Rynaldo Papoy, Joca Faria , Wangy Alves, João Isidoro entre outros...
Cobertura de imprensa alternativa. Jornal O GRITO, Entrementes , Vejo São José.

Apoio espiritual Voluntários da Pátria , Jorge Mautner, Gilberto Gil, Blitz, Raul Seixas, Cazuza, Jhon Lenom e Yoko Ono.

sexta-feira, 15 de maio de 2009



Q.S.P


Joca Faria


O cada um por si criou um mundo de surdos tagarelas, de olhos esfomeados devorando tudo que lhes cruze o caminho, sem darem conta que devoram à si mesmos"
Franklin Maciel
Neste sistema em que vivemos perdemos o sentido da vida e viramos todos Q.S.P – Quantidade Suficiente Para - Estas sociedade de mercado transforma pessoas em consumidores. Estamos refens deste sistema. O esoterismo e a literatura me ajuda a entender este mundo no qual somos refém das condições econômicas. Temos que consumir o tempo todo enquanto consumimos deterioramos o meio ambiente.
Aqui em SÃO JOSÉ DOS CAMPOS entre outras coisas destruiu-se o Córrego Cambuí para por um CARREFUR em cima do córrego e de uma mina dágua e este Carrefur acabou fechado.
Estes empresas tem apoio do Banco do Brasil financiamentos a juros baixos enquanto pequenos supermercados de famila não tem apoio nenhum.
O estado em todo planeta está a serviço das grandes multinacionais.
Será que estamos de mãos atadas. Podemos começar a boicotar estas grandes empresas. Comprando em nossos bairros.
Criando Cooperativas que comprariam direto das indústrias. Aqui na cidade já´vi algo assim.
Esta semana vi uma bicicleta elétrica sendo vendida por trés mil reais mas o transito aqui é assassino.
O transporte coletivo não tem subsidio nenhum. Deveria ser bom e barato. Para incentivar o uso de trens,metro,ônibus.
O transporte individual deveria ser usado para pequenas tarefas.
Mas governos teem medos de criar medidas impopulares e perder nas urnas.
Mas licitações fraudulentas acontecem Brasil afora em todos níveis.
Precisamos de uma mudança na visão de mundo.
Se não caminharemos para o abismo.
Moro próximo a Serra da Mantiqueira que está devastada sua mata poderia ser recuperada. Mas as terras estão lá devolutas entra governo e sai governo e as florestas não são replantadas.
Criam se secretarias de meio ambiente que só fazem perfumaria. E não atacam a especulação imobiliária.
Entidades como o Centro de Valorização da Vida a cada dia perdem mais voluntários pois nosso egoismo aumenta cada vez mais.
O que fazer ? Reagir encontro individuo e também de maneira coletiva. Atuando em ONGS,Partidos Políticos tentando moralizados e fazer esta burrocracia social deixar de ser e agir de fato para o bem comum.
No mais rezo e ajo para deixarmos de sermos idiotas.

João Carlos Faria

República de Passargada

Literatura, filosofia e arte

http://www.youtube.com/watch?v=e42FPX5U4rA

segunda-feira, 11 de maio de 2009



Não sei se este livro já saiu no Brasil mas pelo que li aqui é maravilhoso. O tema acho que tem tudo a ver com a palestra de quarta. Estamos meio ou quase perdidos. Por isto entro de cabeça na arte e na politica. O termo cultura para mim ultimamente soa meio pesado.
Parece que nada se salva no hostil mundo em que vivemos. Vou parar por aqui. Semana que vem sai uma edição do meu cd Destino da chuva só vou vender pessoalmente. Nada de internet. Temos que reaprender a olhar os olhos das pessoas. Convido o povo do Arteatec e do Partido Verde para estarem na palestra de quarta - feira no Mário Covas ...FRANKLIN provendencie o café...beijos a todos ...Como dizem os Cariocas...Irmã os...Paz Inverencial. ..

Joca Faria

"O Cântico dos Melros" ou o despertar para a RealidadeO prefaciador de O Cântico dos Melros, o novo livro de Augusto Carlos, é professor de Filosofia na Universidade de Lisboa e tem vasta obra publicada na Poesia, na Ficção, no Teatro e no Ensaio Filosófico. Autor da tradução de livros budistas e coordenador das obras reunidas de Agostinho da Silva, é sócio-fundador e membro da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, co-director da revista Nova Águia, presidente da União Budista Portuguesa, da Associação Agostinho da Silva e do Movimento Internacional Lusófono (MIL). Não estivemos no lançamento mas permitimo-nos transcrever o prefácio a que tivemos acesso e que nos parece do maior interesse para melhor compreender o autor."O leitor encontra neste novo livro da já extensa obra de Augusto Carlos uma bem-humorada e clarividente alegoria sobre o estado de hibernação que se arrisca a ser o de todos nós. Num estilo ligeiro e claro, mas sempre profundo, o autor oferece-nos, numa ficcionada “Hibernolândia”, atacada por uma “moléstia” que todos padecem mas de que raros se dão conta, um espelho daquilo que temos até hoje feito do mundo e de nós mesmos. Tudo está invertido em relação ao que seria normal e natural e a suprema inversão consiste em ninguém reparar nisso. A doença ataca tão forte e fundo que ninguém reflecte sobre a ilusão em que anda, numa sociedade que, cavando um fosso entre a opulência de uns e a carência da maioria, destrói as bases da sua harmonia e numa civilização que, voltada contra a natureza da qual depende, ignora estar a cavar a própria sepultura. Na incultura geral, que nada tem a ver com falta de estudos, mas com egocentrismo e insensibilidade ao sofrimento alheio, a própria democracia não pode senão expressar a geral falta de qualidade humana dos cidadãos e ser presa de políticos que vivem de angariar votos ao serviço de obscuros poderes económicos. Tudo assim decorre nesta “Hibernolândia” que o leitor rapidamente identifica. Tudo assim decorre até que algo acontece: alguém começa a dar-se conta da inversão em que tudo anda. E aí o enredo conhece divertidas peripécias à medida que na doença geral se inocula e propaga um vírus muito particular: o vírus da consciência e da cura, o vírus do restabelecimento da saúde, o vírus do despertar. Não contamos mais, para não retirar o prazer da leitura. Diremos apenas que o leitor não deve esperar que esta obra lhe ofereça o roteiro já traçado para a solução de todos os seus e nossos problemas ou faça por si a viagem que só a cada um e todos nós compete. O Cântico dos Melros desperta para uma situação e aponta um horizonte de busca, mas não pretende, felizmente, dar-nos mais uma verdade já feita e pronta a consumir. Nesse sentido, responsabiliza- nos por encetarmos a mesma demanda que é a do autor. Com uma certeza, a de que a humanidade não está só neste caminho, a de que uma “nova era” é possível e a de que “o ser humano deve despertar, deve libertar-se da moléstia e aproveitar o que de melhor existe em cada cultura, de modo a reforçar a cultura global da Humanidade”.Saúdo com alegria o aparecimento desta obra que tão bem adapta ao nosso tempo a mensagem mais intemporal e universal da cultura portuguesa e das sabedorias planetárias. Na verdade, hibernamos e há que Despertar."Augusto Carlos, autor humanista, faz o retrato, numa ficção bem dentro da realidade actual, de uma sociedade adormecida, uma 'Hibernolândia' onde a Humanidade vive simetricamente longe da Natureza e do Amor. O nono livro do escritor luso-moçambicano é uma obra que revela um Mundo invertido que temos de arrumar. O prefácio é do Prof. Paulo Borges, presidente da Associação Agostinho da Silva, filósofo, escritor, ensaísta e tradutor.Augusto Carlos, nasceu em 1955, em Gaza, Moçambique, vive perto de Sintra,e é empresário, formado em Engenharia e apaixonado por Filosofia. Autor de vários livros que falam de amor, paz e diálogo intercultural, é um humanista, um homem livre que não cede a lóbis e a sistemas. A editora de "O Cântico dos Melros", a Nova Vaga, partilha dos ideais humanistas que suportam a narrativa, tendo como missão publicar obras literárias que promovam a união entre os povos independentemente de credos e religiões. Zita Ferreira Braga

http://hardmusica. pt/noticia_ detalhe.php? cd_noticia= 1773

domingo, 10 de maio de 2009



A Revolução Boliviana e a frustração da esquerda brasileira com a falência do MODELO de esquerda do PT.

Joca Faria

A burrocracia é um mal de nossos tempos e os movimentos sociais já encaparam este vicio de nossa
sociedade. Precisamos nos livrar desta ignorância social.
Estive a passeio na bela cidade do Rio de Janeiro. E vi centenas de homens e mulheres que lá estão sobre as marquises dos edifícios, nas praças as vezes em invasões. O Rio de Janeiro é o Brasil real rico e cheio de desigualdades sociais.
Quando mudaremos este pais de vez ? Lula não passa de um bom governante QUE deixou a revolução de lado.
Eu que no ano passado achei ridículo o cineasta Diogo Gomes me falar da Revolução Boliviana e perguntei se ele tinha feito um filme sobre Simão Boliva? Não ele me respondeu a de Hugo Chaves e hoje me rendo a Hugo. Ao MST e a invasões como o Pinheirinho em São José dos Campos.
A institucionalidade é uma grande farça a democracia uma farça maior ainda pois o estado deveria financiar campanhas e não a iniciativa privada.
Ninguém da bola para o Projeto de Renda Básica proposto por Eduardo Suplicy. Somos e estamos num Kaos Civilizatório e com as mãos amarradas. Façamos como Batmam nos livremos delas as amarras.
A classe média está em instição não terei tempo de chegar a ela ? ... Precisamos nos mexer a arte a cultura e a filosofia eo esoterismo tem as saídas? Vamos dar as mãos e superar nosso egoismo.
Instituições como o SESC se perderam nos eventos vazios de significados só são eficientes num modelo falido. Danilo Miranda erra e seus assessores não o avisam?
O povo esta sufocado em suas vidas comuns. O povo se mata a si mesmo nas periferias. Transfere a renda dos ricos para os pobres via o trafico. Na zona sul do Rio continua a senzala. O povo só entra pelos elevadores de trás como bem cantou Cazuza são caboclos disfarçados de burgueses.
Todos nós perdemos nossa sensibilidade em relação ao próximo?
Pergunto a arte só serve para satisfazer nosso vazio ego? Vamos nos virar construir uma grande civilização como profetizava Darci Ribeiro que acompanhei seus últimos textos as segundas na Folha De São Paulo.
Deixemos de ser moles sejamos seres humanos de verdade. Segundo me falou Franklin Maciel segundo o Alcorão. Lúcifer não aceitou servir o homem um ser inferior por isto foi arrojado aos infernos.
Nossa sociedade Judaica Cristã chega ao fim pensemos o novo. Também somos Muçulmanos por acaso nos esquecemos que eles estiveram na Península Ibérica hoje Espanha, Portugal por mais de setecentos anos?
Somos uma grande mistura de cultura nos povos latinos somos a diferença.
Tá na hora de criarmos uma sociedade libertária ... Não somos o individuo somos o todo no individuo.
Pensando e agindo só não faço a diferença mas todos nós juntos somos a diferença na teoria e na prática.
Quem foi a idiota que falou que cinema só faz quem tem faculdade de cinema. Rynaldo Papoy respondeu o gênio Stive Spilberg nunca foi a uma faculdade nem José Mojica Marins dois grandes cineastas de nosso tempo. AINSTEN na escola foi considerado um idiota.
O sistema mente nós somos o DNA do sistema. Nós temos o embrião do câncer social...Estamos doentes. A cura está dentro de nosso coração. Dentro de nossos sexos...Ai sim chegaremos a humanidade ...

João Carlos Faria

República Libertária de Passarada

Literatura, filosofia e arte

A partir desta quarta-feira entra o novo site Entrementes ... e eu estrei-o uma coluna lá ... bem revisada...há´há´há....

Projeto Renda Básica?

Oi estive com Nélio Fernando e a situação dele é desesperadora ele precisa ter onde morar, onde trabalhar. O que comer e dignidade.
Precisa de ajuda para elaborar projetos. Talvez ele consiga uma vaga na ocupação do Pinheirinho ai precisará de material de construção.
Todos podemos ajudalo. Mas ele é uma ponta no Iceberg?

João Carlos Faria

sábado, 2 de maio de 2009

"fogo solto no caos"


sem o bico e sem as penas permanece o poeta
emergido nas estrelas dos flocos de neve
Hora de trocar as hemáceas e os grãos do semêm,
consertar os bigodes e as antenas...
uma nova caminhada se apresenta
repleta de carvalhos, secóias,
jamins e pinheiros

ainda não é fim dessa atual existência
para você, irmão dos linques e das flores
nascidas nas camadas profundas.
Todo esse enjôo, esse falta de fé,
essas dores que esmagam...
Lembra das atividades viscerais do sol,
lembra das contrações que enfrentaste
sob o ventre de vossa mãe


(edu planchêz)