segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pó Marcelo Tas

Joca Faria


Estou perdido entre cabos e manuais de controle de uma câmera Sony Cyber Shot que comprei num shopping qualquer. Quero retratar o mundo e as novas utopias. De uma maneira que eu sei retratar. A cidade a urbanidade. De hoje em nossa Hipermodernidade. Estamos entre o céu e o abismo. Será que conseguiremos saltar? Leio a poesia de Edu Planchez as frases de efeito de Franklin Maciel que agora é Fuad Abbas o rapaz agora é Muçulmano que sua escolha lhe abra seus caminhos por entre as cobras e os espinhos e suba as montanhas e chegue a sua redenção que os Anjos o guiem amém. Espero que o Davi F.F. Não atire uma estilingada na nave que leve Abbas ao espaço sideral.
Ouço Paulo Rafael num vide-o que fiz. Hoje surtei e comprei algumas cds e dvds que minha quase alma necessita nas Lojas Americanas do Center Vale não sou dá impressa que vou é citar estes espaços um dia ganho pela propaganda. Adoro um Shopping Center.
Estou na mão com trés DVDs Abba , Tom Jobim e Vinícius de Moraes e o ancestral e antológico
O PLANETA DOS MACACOS com Charlton Haston e Roddy Macdowll que assisti em minha infância e agora os tenho em mãos. Como esta indústria cultural acerta a mão são obras fundamentais em nossas vidas. Nada de Zé Mira com cara de choro nê Toninho Macedo. Fico perplexo de ver na era digital fazerem uma campanha tão bem feita que até A Revista Caros Amigos entrou na onda só faltou a Piauí e o Entrementes e Vejo São José. O Valeparaibano caiu na onda.
Não e que Raul Seixas mereça seus 20 anos mas de morte. Comemorar a morte viva a vida.
Participo de uma Cena Cultural onde encontro muitos talentos e tento entender o mecanismo de uma industria cultural forte e mundial.
Este papo que a industria musical vai quebrar é furado. Necessita-se de um esquema de produção, divulgação e não é barato não.
Estava caminhando por São Francisco Xavier e matutando como fazer uma banda como a Ursa Maior decolá r e sem uma gravadora por trás não vejo como?
Nem toda grana do mundo consegue viabilizar um projeto se não tem um público especifico e que público consumiria Ursa Maior, Paulo Rafael, Fuad Abbas ? Precisamos entender este mercado sem nenhum pré- conceito.
Ou não compraria nas lojas um trabalho deles ? Imaginem um cd da Ursa sem um marketing por trás sem circular no Faustão, Gugu ou até Metro polis da TV Cultura pó Marcelo Tas escreva um livro sobre este tema eu juro que compro.
Chutei o balde com as Fundações Culturais vide Cassiano Ricardo e SESC não vou mais perder meu tempo enquanto agente cultural com elas vou é ser um produtor. Estas instituições só compram a coisa pronta. Não fazem ação cultural de verdade. Nunca são transparentes com os artistas que nunca deixam de ser emergentes. Já vi colegas de Sampa esperar trés horas para serem atendidas no SESC São José dos CAMPOS.
Foda-se elas agora com elas é só como público. E se pagarem nê. Pensei num teatro de bolso para São Francisco com peças de Harley Campos e Nélio Fernando. Nunca um Fundo de Cultura permitiria algo assim até a Lei Ruanet não permite eles querem a classe artística pedindo esmola a eles a vida toda afinal somos cabos eleitorais bem baratinhos.
Lula, José Serra, Carlinhos Almeida, Eduardo Cury na questão da Cultura são farinhas do mesmo saco.
Fizeram um auê para dar uma graninha a Caetano Veloso e Gilberto Gil e fazem o mesmo com qualquer grupo de teatro do pais ou cineasta. Vi uma fila imensa fazendo média no lançamento do VALE CULTURA.
Precisamos achar caminhos via a iniciativa privada e cooperativismo o Estado Brasileiro está na mãos de Partidos Políticos mafiosos PT, PSDB,DEM,PV.
Se não fosse a industria de entretenimento artistas do porte de Alceu Valença, Gal Costa, Cazuza,Frejat, Chico Buarque nunca se estabeleceriam a internet ainda não afirmou ninguém?
É estamos ai vivos nesta era hipermoderna quem sabe uma hora desta fazemos um longa e ganhamos uma Jabuticaba?
Prefiro a minha parte em dinheiro como sempre falou abda Almirez que disse que iria mudar o nome da cidade?
No mais tó indo aprender a meditar. Beijos incendiáriossssssssss.........
Um dia porei Samael Aun Weor em todas as livrarias e bancas de revista do pais.


João Carlos Faria


Editora Pasárgada


www.vejosaojose.com.br


http://www.youtube.com/watch?v=XzLfEPigWYQ










quinta-feira, 27 de agosto de 2009




Uma nova utopia social ?????????

Joca Faria


Manhã de uma manhã de quinta-feira. Neste maravilhoso inverno com cara de inverno. Leio o poema
Um estrondo no nossos ouvidos musicais de Reginaldo Poeta Gomes que para mim seria só Reginaldo Gomes nada de poeta no nome nem a bela Patricia Poeta merecia este sobre nome.
Gosto da poesia de Reginaldo o conheço a anos. Mas de um tempo para cá saquei sua bela poesia. Acho injusto chamarem sua poesia de imã de geladeira isto é uma tremenda insensibilidade. Falta conteúdo a quem o chamou de poeta do baixo clero.
Penso até de lançar poemas para colar na geladeira. Pena que faz tempo que não escrevo um só poema. Será que vou ficar só no livro Retina? Só o amigo tempo dirá?
É uma grande falta de percepção. E pouco entendimento da sensibilidade alheia. Ainda não sacaram o talento de Reginaldo. Sugiro a todos que leiam seu livro mais recente O Encontro Mágico do Pólen.
Estou lendo o livro Cultura Da Convergência de Henry Jenkins na livraria Siciliano. Adoro ler livros nas livrarias recentemente li a biografia de Paulo Coelho. Não virei um grande autor ou produtor mas aprendi muito sobre o mercado editorial e o homem por trás do marketing.
Sobre Cultura da Convergência ontem a noite li o penúltimo capitulo sobre mídia alternativa e politica nos Estados Unidos da América eita nome pomposo.
Lá o empresariado investe em atividades sociais diferentemente mente deste pais de cultura Católica Romana.
Mas a grande sacada que tive ontem. Foi fazer este texto sugerindo uma campanha para a criação do programa de renda básica de Eduardo Suplicy. O governo Lula quer retomar a CPMF com um nome mais pomposo mas porque não distribuir a renda aos brasileiros.
Ontem no Programa do Ratinho vi um caso de um menino que pedia um computador portátil. E sua mãe viuvá vive de venda de chupa chupa que custa cinquenta centavos?
A maioria da população do pais vive com menos de trés salários mínimos enquanto nossas elites retem uma grande parte da receita abusando de suas influencias politicas infelizmente o Partido dos Trabalhadores no poder não atacou estas distorções. O movimento social no Brasil deve ser refundado. Partidos, Igrejas estão infestados de corrupção e favorecimentos políticos.
Estamos sem opção entre Serra e Dilma enfim o mesmo jogo.
Lula tirou sua máscara ao salvar Sarne y. Ele faz o jogo das elites brasileiras o PSDB é pior privatiza tudo e vende as elites internacionais.
A sociedade precisa se reorganizar e criar um movimento social forte e organizado no pais todo e o
universo digital é uma grande ferramenta.
Tentei trazer o debate do renda básica para São José dos Campos mas ainda esta idéia não gerou eco.
Felizmente começam a protestar no sábado pela manhã na cidade. Devíamos criar uma manifestação dentro dos Shopping Centers. Onde a maioria da população circula.
Não somos cegos e nem surdos este pais carece de novos articuladores que não estejam comprometidos com o que já está estabelecido.
E o projeto de renda básica é uma justa bandeira. Chega de só cuidarmos de nossas vidas miseráveis esta na hora pensarmos enquanto coletivo e não indivíduos. Isto está nos deixando doentes e cada vez mais individualistas.
Uma hora destas cairemos num abismo já estamos a seis passos.
Falta nós fé na humanidade e em nós mesmos. Ainda somos crianças. Precisamos voltar a sonhar utopias.


João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.mundogaia.com.br/

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

SINOPSE

O mundo mudou radicalmente nos últimos anos. As novas mídias começam a fazer com que o público deixe de ser apenas receptor de informações, e passe também a transmitir conhecimento.Henry Jenkins, um dos pensadores de comunicação mais respeitados dos EUA, investiga o alvoroço em torno das novas mídias e expõe as importantes transformações culturais que ocorrem à medida que esses meios convergem. Ele nos introduz aos fãs de Harry Potter, que estão escrevendo suas próprias histórias, enquanto os executivos se debatem para controlar a franquia. Ele nos mostra como o fenômeno Matrix levou a narrativa a novos patamares, criando um universo que junta partes da história entre filmes, quadrinhos, games, websites e animações. A cultura da convergência é um fenômeno que está revolucionando o modo de se produzir conteúdo em todo o mundo. Os modelos de negócios a ela relacionados também estão sendo revistos. Não por acaso, este é o livro de cabeceira dos grande pensadores de mídia do planeta, que, mais do que nunca, precisam se reinventar a cada dia.

DADOS DO PRODUTO

TÍTULO: CULTURA DA CONVERGENCIATÍTULO ORIGINAL: CONVERGENCE CULTUREISBN: 9788576570639IDIOMA: Português.ENCADERNAÇÃO: Brochura Formato: 16 x 23 368 págs. ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2006ANO EDIÇÃO: 2008
AUTOR: Henry Jenkins TRADUTOR: Susana Alexandria

Henry Jenkins e a Cultura da Convergência
por Raquel Costa em 22 de Junho de 2009 às 2:07 am

3

Raquel Costa disse às 2:47 am
Jorge, não consegui publicar o vídeo. Can you help me, please! rs

Jorge Carvalho disse às 9:52 am
Oi Raquei, me mande por e-mail o link do vídeo. Abraço

Raquel Costa disse às 4:04 pm
Biz Stone, co-fundador do Twitter, fez a seguinte definição do serviço em Cannes: "Um experimento que permite a você acompanhar informações, pessoas e notícias que sejam de seu interesse". (Blue Bus) Ou seja, agora é a vez das pessoas decidirem o que, quando e como querem a informação/experiência que precisam/desejam. E as marcas não devem mais se preocupar apenas em alcançar o seu consumidor, mas deixar que ele consiga realizar seus objetivos através de conteúdos gerados e compartilhados por e com elas.
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Keywords:internet, livros, social network, tecnologia
Em entrevista ao Programa Milênio, da GNT, Henry Jenkins, professor e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT, e autor do livro Cultura da Convergência, explora as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo dos negócios com as multiplicações de conteúdos.
Ele fala sobre a questão da convergência, não pelo lado tecnológico, mas como um processo cultural que estimula a participação dos usuários/consumidores nas decisões que antigamente ficavam restritas aos interesses dos veículos e marcas. No que ele chama de a Cultura do Fã, onde pessoas comuns interagem, modificam e remixam mídias/conteúdos que foram originalmente construídos por produtoras de conteúdo.
Veja abaixo partes da entrevista. Enjoy!
O mundo em que vivemos
Vivemos num mundo onde histórias fluem facilmente através de diversas plataformas midiáticas, num mundo em que fazer mídia é tão importante quanto consumir mídia, num mundo onde as pessoas que conhecemos on-line são tão reais quanto nossos vizinhos.
Esse é o mundo no qual vivemos, no qual muitos jovens estão vivendo. E se ainda não vivem viverão daqui a 5 ou 10 anos. Essa é a onda que está tomando a sociedade.
A convergência
O problema da convergência tecnológica é supor que existe um aparelho mágico agrupando todas as mídias.
Talvez seja um telefone celular ou um conversor de sinal de TV, mas nunca vi tanto equipamento sendo utilizado quanto hoje. Nossas salas estão repletas de cabos e controles remotos.
A convergência como um processo cultural, refere-se ao fluxo de imagens, idéias, histórias, sons, marcas e relacionamentos através do maior número de canais midiáticos possíveis, um fluxo moldado por decisões originadas tanto em reuniões empresariais quanto em quartos de adolescentes, moldado pelo desejo de empresas de mídia de promoverem ao máximo suas marcas e mensagens e pelo desejo dos consumidores de obter a mídia que quiserem, quando, onde e como quiserem, e por meios ilegais se for impossível por meios legais.
Esses dois fatores trabalham em conjunto, garantindo uma ampla circulação de qualquer tipo de mídia que compõe esse fluxo.
Mídias de massa e as mídias sociais
Meios de comunicação de massa ainda exercem um tremendo controle sobre a sociedade. As cinco maiores empresas de mídia dos EUA controlam grande parte da mídia disponível, mas, ao mesmo tempo, vivemos num mundo onde praticamente não há filtros de informação. Algo em torno de 54% dos adolescentes americanos já produziram algum tipo de mídia.
Dois terços dos adolescentes dos EUA já veicularam mídia que produziram além do circulo de amigos e família. Portanto, há duas visões de mundo bem distintas. Uma delas se baseia no consumo constante e na absorção de mensagens criadas pelos grandes centros midiáticos, e outro é baseada na produção pulverizada de mídia, em que as idéias veiculadas no Youtube são consideradas tão essenciais à cultura quanto aquelas veiculadas em redes de televisão.
Construção de Conhecimento
Ainda estamos aprendendo a usar plenamente as ferramentas para construir conhecimento. No momento investimos em jogos. Não nas chamadas “atividades úteis”, mas em atividades de diversão. Estamos desenvolvendo habilidades a serem utilizadas mais tarde de formas mais sérias.
Assim como, numa sociedade de caçadores, as crianças aprendem brincando de arco e flecha, na sociedade da informação elas aprendem jogando com informações.
Portanto, acessar jogos, comunidades virtuais de fãs, criar blogs ou modificar e remixar mídias possibilitam um processo de aprendizado que salienta nossa atividade em rede, ajuda na formação coletiva de conhecimento e na circulação de idéias através da sociedade.
São habilidades que já estão sendo aplicadas em educação, religião, atividades militares, política e governo. Todos estão aprendendo lições importantes ao buscar entretenimento por meio do uso de computadores.Um membro da comunidade tem ao seu dispor o mesmo saber que a comunidade como um todo, imediatamente, a todo instante.
Eis a raiz de uma sociedade em rede. Por exemplo, em grupos de discussões de fãs ou em grupos de discussões políticas, uma pergunta aparece, alguém logo a responde, e todos da comunidade têm acesso à informação. Portanto, em vez de prepararmos crianças em escolas onde ainda incentivamos o aprendizado autônomo, deveríamos ensinar a elas como participar da produção coletiva do conhecimento, como compartilhar conhecimento, como depender da experiência alheia e fazer com que elas percebam o poder que têm por serem autoridades em algum assunto.
Homem Renascentista do século XV e o homem convergente do século XI
A premissa era que um único indivíduo podia dominar todos os campos do conhecimento. Michelangelo, Da Vinci ou Thomas Jefferson, os grandes intelectuais da História, conseguiram dominar todo o saber de uma sociedade.
Hoje em dia, há uma explosão de informações. Não é mais possível saber de tudo. Estamos vivendo em tempos de inteligência coletiva, num mundo onde ninguém sabe tudo. Todos sabem algumas coisas. Um membro da comunidade tem ao seu dispor o mesmo saber que a comunidade como um todo, imediatamente, a todo instante.
Eis a raiz de uma sociedade em rede. Por exemplo, em grupos de discussões de fãs ou em grupos de discussões políticas, uma pergunta aparece, alguém logo a responde, e todos da comunidade têm acesso à informação. Portanto, em vez de prepararmos crianças em escolas onde ainda incentivamos o aprendizado autônomo, deveríamos ensinar a elas como participar da produção coletiva do conhecimento, como compartilhar conhecimento, como depender da experiência alheia e fazer com que elas percebam o poder que têm por serem autoridades em algum assunto.
Excesso de Informação
Sofremos na medida em que não sabemos lidar com ela. Atualmente, muitos se sentem inaptos a lidar com o excesso de informações pela incapacidade de absorvê-las todas a tempo, mas isso ocorre por estarmos tentando aplicar uma lógica do homem renascentista a um modelo de informações desenvolvido para ser coletivo e colaborativo.
Em vez de tentar absorver todo o conhecimento para si, deveríamos aprender a confiar na comunidade à nossa volta, confiar uns nos outros para processar as informações. Em vez de cidadãos bem informados, devemos ser cidadãos monitorados.
Alguém que vasculha o horizonte e filtra informações necessárias, agindo de forma pontual e objetiva, em contraste com a necessidade do entendimento profundo sobre tudo que nos rodeia. Devemos aprender a ser seletivos e colaborativos
Deveríamos aprender a escolher o foco da nossa atenção. Podemos tentar criar um modelo que possibilite uma espécie de moderação coletiva, seja através de um curador ou de um autor de blogs que traga informações essenciais à comunidade.
Talvez um serviço agregador, como o Digg, que identifica a preferência dos usuários e filtra as informações; ou processos deliberados como grupos de discussão. Há várias formas de processar informação. Precisamos aprender como participar plenamente ou seremos soterrados por informações sem sentido.
A Cultura do Fã
A palavra “fã” sempre foi tratada com desconfiança e nervosismo através dos tempos. E uma palavra que, até recentemente, era sempre aplicada ao outro, nunca a si mesmo.
Na verdade, ela remete à palavra “fane”, palavra em latim que se referia ao templo de Vesta. Os “fãs” originais eram virgens vestais que praticavam venerações orgiásticas.
Posteriormente, isso foi traduzido como “fanatismo”.
No século 20, o fã era a pessoa que consumia, mas não produzia. Essa foi a concepção. Antes, fãs assistiam a esportes sem jogar, iam ao teatro sem atuar.
Mas, hoje, os fãs estão produzindo ativamente. Eles estão contando histórias e divulgando-as on-line, no Japão, fazem seus figurinos e encenam peças na rua; estão editando podcasts; eles se envolvem em discussões críticas na internet; eles estão reinventando os jogos de computador. É o segmento mais criativo da sociedade. Eles já aprenderam a viver dentro dessa sociedade da informação em rede. Eles são o coração da cultura da convergência.
Remix
Em princípio, precisamos reconhecer que, na história humana, a cultura advém da cultura. Às vezes, seguimos uma lógica “alquímica” de que a cultura provém da cabeça do artista, que ela é criada do nada.
Mas, na verdade, Homero remixou as histórias da mitologia grega, a Capela Sistina é uma colagem de temas bíblicos e as grandes obras literárias conscientemente “pegaram emprestados” os recursos de que precisavam.
Precisamos partir da premissa de que, em todo processo criativo, o artista constrói sobre a cultura existente. Mas para isso precisamos respeitar a cultura. Precisamos conhecer e identificar as fontes do material que usou. Para mim, a diferença entre remixagem e plágio é que o plágio oculta suas fontes enquanto a remixagem as celebra e as expõe.
A remixagem procura construir um diálogo com o passado em vez de reivindicar para si a autoria das obras. É um processo de colaboração com a cultura que nos cerca. Um dos problemas de hoje e que as leis de direitos autorais inibem a cultura, restringindo o uso das obras aos seus proprietários.
Nessa transição pela qual passamos, o uso justo precisa ser defendido. Cada vez mais pessoas se tornando artistas, elas exigem a velha idéia de direito autoral ao utilizar materiais da sua cultura, causando uma disputa sobre quais são os termos que distinguem direito autoral do uso justo.
Jovens e empresas estão confusos sobre os limites dos dois conceitos numa épocaem que cada vez mais pessoas produzem mídia.
Creative Commons
É um movimento forte, e espero que prospere. O Creative Commons permite que os artistas determinem quais direitos querem manter e quais querem liberar. É baseado num modelo de economia moral em que concordamos nos guiar por princípios éticos na utilização de materiais alheios.
Essa deveria ser a nossa premissa básica. O problema é que, hoje, só artistas independentes usam tais licenças, enquanto os da grande mídia, aqueles que tem o maior impacto no imaginário social, não usam.
Ainda nos vemos impedidos de usar essa estrutura aberta no conteúdo dos mais populares programas de TV, filmes e livros da sociedade. Em contrapartida, fãs e veículos de mídia independentes começaram a aplicar conceitos como o Creative Commons em conteúdo de grande circulação.
O mundo virtual tal como se encontra, é uma experiência de democracia e liberdade. Cidadãos podem aprender a se expressar coletivamente, individualmente, se respeitando e respeitando direitos autorais. Como aprender a viver num mundo em que há cada vez mais democracias prometendo liberdades aos cidadãos?
Acredito que deva ser aberto à participação de todos. Todos enxergam assim, a questão é como participar. Por isso negociamos a cada dia cada escolha diferente. Empresas de mídia negociam para manter o máximo possível de direitos, cidadãos negociam em relação a governos tentando criar governos mais transparentes, fãs lutam por um uso mais justo para poderem ser mais criativos ao utilizar material pré-existente.
Para assistir a integra da entrevista, clique aqui.
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Em entrevista ao Programa Milênio, da GNT, Henry Jenkins, professor e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT, e autor do livro Cultura da Convergência, explora as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo dos negócios com as multiplicações de conteúdos.
Ele fala sobre a questão da convergência, não pelo lado tecnológico, mas como um processo cultural que estimula a participação dos usuários/consumidores nas decisões que antigamente ficavam restritas aos interesses dos veículos e marcas. No que ele chama de a Cultura do Fã, onde pessoas comuns interagem, modificam e remixam mídias/conteúdos que foram originalmente construídos por produtoras de conteúdo.
Veja abaixo partes da entrevista. Enjoy!
O mundo em que vivemos
Vivemos num mundo onde histórias fluem facilmente através de diversas plataformas midiáticas, num mundo em que fazer mídia é tão importante quanto consumir mídia, num mundo onde as pessoas que conhecemos on-line são tão reais quanto nossos vizinhos.
Esse é o mundo no qual vivemos, no qual muitos jovens estão vivendo. E se ainda não vivem viverão daqui a 5 ou 10 anos. Essa é a onda que está tomando a sociedade.
A convergência
O problema da convergência tecnológica é supor que existe um aparelho mágico agrupando todas as mídias.
Talvez seja um telefone celular ou um conversor de sinal de TV, mas nunca vi tanto equipamento sendo utilizado quanto hoje. Nossas salas estão repletas de cabos e controles remotos.
A convergência como um processo cultural, refere-se ao fluxo de imagens, idéias, histórias, sons, marcas e relacionamentos através do maior número de canais midiáticos possíveis, um fluxo moldado por decisões originadas tanto em reuniões empresariais quanto em quartos de adolescentes, moldado pelo desejo de empresas de mídia de promoverem ao máximo suas marcas e mensagens e pelo desejo dos consumidores de obter a mídia que quiserem, quando, onde e como quiserem, e por meios ilegais se for impossível por meios legais.
Esses dois fatores trabalham em conjunto, garantindo uma ampla circulação de qualquer tipo de mídia que compõe esse fluxo.
Mídias de massa e as mídias sociais
Meios de comunicação de massa ainda exercem um tremendo controle sobre a sociedade. As cinco maiores empresas de mídia dos EUA controlam grande parte da mídia disponível, mas, ao mesmo tempo, vivemos num mundo onde praticamente não há filtros de informação. Algo em torno de 54% dos adolescentes americanos já produziram algum tipo de mídia.
Dois terços dos adolescentes dos EUA já veicularam mídia que produziram além do circulo de amigos e família. Portanto, há duas visões de mundo bem distintas. Uma delas se baseia no consumo constante e na absorção de mensagens criadas pelos grandes centros midiáticos, e outro é baseada na produção pulverizada de mídia, em que as idéias veiculadas no Youtube são consideradas tão essenciais à cultura quanto aquelas veiculadas em redes de televisão.
Construção de Conhecimento
Ainda estamos aprendendo a usar plenamente as ferramentas para construir conhecimento. No momento investimos em jogos. Não nas chamadas “atividades úteis”, mas em atividades de diversão. Estamos desenvolvendo habilidades a serem utilizadas mais tarde de formas mais sérias.
Assim como, numa sociedade de caçadores, as crianças aprendem brincando de arco e flecha, na sociedade da informação elas aprendem jogando com informações.
Portanto, acessar jogos, comunidades virtuais de fãs, criar blogs ou modificar e remixar mídias possibilitam um processo de aprendizado que salienta nossa atividade em rede, ajuda na formação coletiva de conhecimento e na circulação de idéias através da sociedade.
São habilidades que já estão sendo aplicadas em educação, religião, atividades militares, política e governo. Todos estão aprendendo lições importantes ao buscar entretenimento por meio do uso de computadores.Um membro da comunidade tem ao seu dispor o mesmo saber que a comunidade como um todo, imediatamente, a todo instante.
Eis a raiz de uma sociedade em rede. Por exemplo, em grupos de discussões de fãs ou em grupos de discussões políticas, uma pergunta aparece, alguém logo a responde, e todos da comunidade têm acesso à informação. Portanto, em vez de prepararmos crianças em escolas onde ainda incentivamos o aprendizado autônomo, deveríamos ensinar a elas como participar da produção coletiva do conhecimento, como compartilhar conhecimento, como depender da experiência alheia e fazer com que elas percebam o poder que têm por serem autoridades em algum assunto.
Homem Renascentista do século XV e o homem convergente do século XI
A premissa era que um único indivíduo podia dominar todos os campos do conhecimento. Michelangelo, Da Vinci ou Thomas Jefferson, os grandes intelectuais da História, conseguiram dominar todo o saber de uma sociedade.
Hoje em dia, há uma explosão de informações. Não é mais possível saber de tudo. Estamos vivendo em tempos de inteligência coletiva, num mundo onde ninguém sabe tudo. Todos sabem algumas coisas. Um membro da comunidade tem ao seu dispor o mesmo saber que a comunidade como um todo, imediatamente, a todo instante.
Eis a raiz de uma sociedade em rede. Por exemplo, em grupos de discussões de fãs ou em grupos de discussões políticas, uma pergunta aparece, alguém logo a responde, e todos da comunidade têm acesso à informação. Portanto, em vez de prepararmos crianças em escolas onde ainda incentivamos o aprendizado autônomo, deveríamos ensinar a elas como participar da produção coletiva do conhecimento, como compartilhar conhecimento, como depender da experiência alheia e fazer com que elas percebam o poder que têm por serem autoridades em algum assunto.
Excesso de Informação
Sofremos na medida em que não sabemos lidar com ela. Atualmente, muitos se sentem inaptos a lidar com o excesso de informações pela incapacidade de absorvê-las todas a tempo, mas isso ocorre por estarmos tentando aplicar uma lógica do homem renascentista a um modelo de informações desenvolvido para ser coletivo e colaborativo.
Em vez de tentar absorver todo o conhecimento para si, deveríamos aprender a confiar na comunidade à nossa volta, confiar uns nos outros para processar as informações. Em vez de cidadãos bem informados, devemos ser cidadãos monitorados.
Alguém que vasculha o horizonte e filtra informações necessárias, agindo de forma pontual e objetiva, em contraste com a necessidade do entendimento profundo sobre tudo que nos rodeia. Devemos aprender a ser seletivos e colaborativos
Deveríamos aprender a escolher o foco da nossa atenção. Podemos tentar criar um modelo que possibilite uma espécie de moderação coletiva, seja através de um curador ou de um autor de blogs que traga informações essenciais à comunidade.
Talvez um serviço agregador, como o Digg, que identifica a preferência dos usuários e filtra as informações; ou processos deliberados como grupos de discussão. Há várias formas de processar informação. Precisamos aprender como participar plenamente ou seremos soterrados por informações sem sentido.
A Cultura do Fã
A palavra “fã” sempre foi tratada com desconfiança e nervosismo através dos tempos. E uma palavra que, até recentemente, era sempre aplicada ao outro, nunca a si mesmo.
Na verdade, ela remete à palavra “fane”, palavra em latim que se referia ao templo de Vesta. Os “fãs” originais eram virgens vestais que praticavam venerações orgiásticas.
Posteriormente, isso foi traduzido como “fanatismo”.
No século 20, o fã era a pessoa que consumia, mas não produzia. Essa foi a concepção. Antes, fãs assistiam a esportes sem jogar, iam ao teatro sem atuar.
Mas, hoje, os fãs estão produzindo ativamente. Eles estão contando histórias e divulgando-as on-line, no Japão, fazem seus figurinos e encenam peças na rua; estão editando podcasts; eles se envolvem em discussões críticas na internet; eles estão reinventando os jogos de computador. É o segmento mais criativo da sociedade. Eles já aprenderam a viver dentro dessa sociedade da informação em rede. Eles são o coração da cultura da convergência.
Remix
Em princípio, precisamos reconhecer que, na história humana, a cultura advém da cultura. Às vezes, seguimos uma lógica “alquímica” de que a cultura provém da cabeça do artista, que ela é criada do nada.
Mas, na verdade, Homero remixou as histórias da mitologia grega, a Capela Sistina é uma colagem de temas bíblicos e as grandes obras literárias conscientemente “pegaram emprestados” os recursos de que precisavam.
Precisamos partir da premissa de que, em todo processo criativo, o artista constrói sobre a cultura existente. Mas para isso precisamos respeitar a cultura. Precisamos conhecer e identificar as fontes do material que usou. Para mim, a diferença entre remixagem e plágio é que o plágio oculta suas fontes enquanto a remixagem as celebra e as expõe.
A remixagem procura construir um diálogo com o passado em vez de reivindicar para si a autoria das obras. É um processo de colaboração com a cultura que nos cerca. Um dos problemas de hoje e que as leis de direitos autorais inibem a cultura, restringindo o uso das obras aos seus proprietários.
Nessa transição pela qual passamos, o uso justo precisa ser defendido. Cada vez mais pessoas se tornando artistas, elas exigem a velha idéia de direito autoral ao utilizar materiais da sua cultura, causando uma disputa sobre quais são os termos que distinguem direito autoral do uso justo.
Jovens e empresas estão confusos sobre os limites dos dois conceitos numa épocaem que cada vez mais pessoas produzem mídia.
Creative Commons
É um movimento forte, e espero que prospere. O Creative Commons permite que os artistas determinem quais direitos querem manter e quais querem liberar. É baseado num modelo de economia moral em que concordamos nos guiar por princípios éticos na utilização de materiais alheios.
Essa deveria ser a nossa premissa básica. O problema é que, hoje, só artistas independentes usam tais licenças, enquanto os da grande mídia, aqueles que tem o maior impacto no imaginário social, não usam.
Ainda nos vemos impedidos de usar essa estrutura aberta no conteúdo dos mais populares programas de TV, filmes e livros da sociedade. Em contrapartida, fãs e veículos de mídia independentes começaram a aplicar conceitos como o Creative Commons em conteúdo de grande circulação.
O mundo virtual tal como se encontra, é uma experiência de democracia e liberdade. Cidadãos podem aprender a se expressar coletivamente, individualmente, se respeitando e respeitando direitos autorais. Como aprender a viver num mundo em que há cada vez mais democracias prometendo liberdades aos cidadãos?
Acredito que deva ser aberto à participação de todos. Todos enxergam assim, a questão é como participar. Por isso negociamos a cada dia cada escolha diferente. Empresas de mídia negociam para manter o máximo possível de direitos, cidadãos negociam em relação a governos tentando criar governos mais transparentes, fãs lutam por um uso mais justo para poderem ser mais criativos ao utilizar material pré-existente.
Para assistir a integra da entrevista, clique aqui.
O MOCC ESTA TODO SÁBADO NA PRAÇA AFONSO PENA.
São José dos Campos SP.
Como canta

Edu Planchez

Venham todos venham logoooooooooooooo

Estou na quarta - feia as 8 da noite com o inicio de um grupo de artista no mundo real na Siciliano Center Vale.

São José dos Campos

tel 12 9113 54 17

Confiram o site

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terça-feira, 25 de agosto de 2009


Meu PT é uma farça.

Joca Faria


Nossa acabei de ver um texto lindo com imagens do universo e uma poética fabulosa. Para quem não acredita Os Deuses existem e comandam as galaxias. Se estamos aqui vivos. E porque ele nos permite não tó falando de uma religiosidade oficial tó falando do contato com o intimo seja no esterno e no interno.
Não precisamos mais de intermediários de pessoas tão perdidas quanto nós para nos guiarem.
Tó falando de algo divino de uma meta física real quem assistiu Contato de Carl Sagan ou a série Cosmos.
Ou leu e lé a Revista Planeta sabe do que falo. Também tem Os Alquimistas e muitos outros autores através de nossa pequena história humana.
Filósofos Gregos e agora vivemos uma sociedade baseada no comércio só em vendas. Estava lendo um Livro sobre Cultura Digital na Siciliano e depois na volta a Vila Industrial caminhando com o artista Davi.F.F. Me dei conta dá lavagem cerebral que estes autores fazem o tal de commodities enxergam filmes como Matrix como um puro negocio de vendas de marcas e querem dar a receita vou ler este livro até o fim mas agora com um pé atras.
Segundo entendi a cultura oriental ganha cada vez mais espaço na cultura do entretenimento.
E para entender filmes com Matrix, Clube de Luta dentre outros precisa-se estar atentos a outras mídias.
A cultura atual no ocidente só quer vender vender vender. E nós somos consumidores passivos.
Mas agora surgem histórias feitas por leitores da Marvel da DC Comics.
Ontem no CQC vi a bobagem da exposição por cinco minutos de fama ou virar um membro do CQC como este tal de marketing pessoal nos torna ridículos.
Seja no CQC ou Big Brothers da vida ou a politica Os Saneys e os Lulas sempre ficam no poder que fim de mandato para Lula está caindo sua máscara e estamos vendo todo seu jogo de manipulação. Mas voltarei na candidata dele pois o PSDB é compromissado com a direita internacional.
Tudo é relacionado arte, politica, filosofia,literatura temos que observar as coisa com cautela.
Para não fazermos o jogo destes ratos do poder.
Lula avançou muito mas pagou o preço da corrupção moral e financeira vide José´Dirceu, Ângela Guadagnim meu PT é uma farça.
Me filiei a ele aos 18 anos e desfilei em 2001. Nossa esquerda é forte no PT e MST.
Mas este povo se equivoca muito não incentivaram o cooperativismo e o PT matou a ideia de núcleos nos bairros de nossas cidades. Virou um pequeno grande partido néo classe média.
Aqui em São José dos Campos eles perderam esta oportunidade de Núcleos num Bairro chamado Vila Tesouro.
Pois o universo pessoal ta´posto na frente de projetos coletivos né Carlinhos de ALMEIDA mas em nossa cidade surge algumas resistências como no sábado na Praça Afonso Pena um grupo de jovens e velhos jovens fazem todo sábado uma Tribuna Livre ideia de Ricardo Faria.
Aos poucos a vergonha e a canalhice caipira vai sendo trocada por atos de dignidade.
Ser Caipira não é ser puro. Criaram uma imagem torta do caipira parece que não leram Monteiro Lobato.
Voltando a REALIDADE da vida interior e exterior estes são nossos obstáculos para o crescimento individual somos eternos sempre estamos aqui com o passar dos séculos deixemos de repetir os mesmos erros.
No mais vejam o vide-o da Ursa Maior e contemplamos o universo pois Hermes Trimegistos diz o que há em cima a embaixo.
Vou indo tenho que aprender a meditar.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.mundogaia.com.br/

http://www.youtube.com/watch?v=p0mIMgWQ7H0

domingo, 23 de agosto de 2009



A cultura muçulmana … os Sufis...
Joca Faria
Eu cercado de grandes poetas com os quais convivo. Uns que segundo nossa sociedade mediócre. Diz que nunca trabalharam. Outros após varias crises públicas arrumam trabalho. Outros eternos viventes do desemprego. Mas sei que vivo cercado de grandes mulheres e homens que buscam sua fé em si mesmo. Há mulheres poetas que sumiram de minha vida por alguns anos e hoje reaparecem no mundo virtual entre elas Lára Felix.
Lára que conheci na Comissão de Literatura da Fundação Cultural Cassiano Ricardo aqui em São José dos Campos SP Brasil no ano de 1992 do Século Vinte.
Ná época ela tinha uns 13 a 14 anos. Mas já tinha um vasto conhecimento de filosofia e possui-a mais de seis heterononimos. E nem preciso dizer que era nossa admirada musa.
Nosso grupo na maioria era formado de gente da classe operária da cidade. Até fomos pré- conceituosos com um poeta que era da classe média.
Todos nós perabulavamos de espaços em espaços públicos. Que existiam na cidade em resumo SESC e Fundação Cassiano Ricardo e ainda o velho prédio que ainda funcionava a Câmara Municipal da Cidade ingenuamente nos gabinetes da esquerda que aqui era praticamente o PT.
São José é e sempre foi uma cidade de muitos e muitos artistas em todas ás áreas da arte e hoje 2009. Vejo surgir uma nova safra que já organiza seus eventos somando a nossa velha resistência politica e cultural. Aqui se dá o erro de separar cultura de politica e tudo é uma coisa só com pequenas nuances de diferença lembrando q ue a arte politica é um dos braços da filosofia.
Mas na época eu era um Petista chato com muitos poucos que há ainda há. Com o tempo e levando muitas porradas da vida me depurei um pouco. E hoje sou um social democrata com pitadas de anarquismo e da extrema esquerda uma grande mistura filosófica.
Dizem as más linguás que eu e mais alguém incentivamos aos desesperados do mundo a virarem os
primeiros homens bombas brasileiros que grande mentira.
Adoro a Cultura Muçulmana e sei que os homens bombas são os extremos. Afinal nos Cristãos promovemos a inquisição e ainda tem a Opus Dei.
Os Muçulmanos tem a cultura esotérica do Sulfismo. Muito importante para a cultura esotérica no mundo ainda estudei muito pouco sobre o Sulfismo sei ainda muito pouco e o pouco que sei deixa-me admirado.
Lembrando que os Muçulmanos estiverão por mais de setecentos anos na Península Ibérica, Portugal e Espanha e são fortes na Africa.
A mídia idiota ocidental tenta jogar nossa ingenua população contra os Muçulmanos que idiotice são interesses de poder politico e mercado.
Hoje já a Mesquita na nossa cidade que se espalhem pois é uma grande cultura.
Hoje estou tentando formar um grupo de livres pensadores criando um ponto de encontro toda as quartas-feiras no Center – Vale as oito da noite.
Vamos lá debater arte, politica, filosofia, esoterismo para mudarmos a cara deste pais chamado Brasil.
Até 2002 tivemos vários grupos assim o últimos deles era a Irmandade Néo Filosófica mas ouve algumas fofocas e disseminação de desavenças por parte de alguns membros do grupo e findou-se após lançarmos a Coletânea Seis Passos Para o Abismo. E tropeçamos e caímos.
Mas tenho a mais tranquila paciência e de lá até hoje tento construir novos grupos de filosofia.
E agora chego a esta proposta de um encontro por semana que os anjos me ajudem nesta parte de cominho.
Não sou e nunca serei o centro de nada. Só quero contribuir para que construamos uma nova humanidade.
Venham todos venham logo como canta Edu Planchez.
Injustamente acusado de levar pessoas que não caberiam ao saber filosófico quem somos nós homens sem luz? Para julgar nosso próximo?
Tá feito a proposta e curtam o blog de Lára Felix.
Pois hoje é dia de Corinthianss e Botafogo mas prefiro ouvir CD de Samael Aun Weor intitulado
Colecion da Era de ÁQUARIO procurem na internet este grande filosofo.
Vão ganhar muitos saberes no mais um semana cheia de realizações a todos e os vejo no ENCONTRO DA EDITORA PASÁRGADA.
Beijos
João Carlos Faria
Editora Pasárgada
Blog de Lára Felix ...
Ageac associação gnóstica

sexta-feira, 21 de agosto de 2009



Ursa Maior ...


Joca Faria



É a alegria de fazer e ser.......... O AMOR NOS UNE O ÓDIO SEPARA...A cidade na doce manhã de inverno … Ouço Ursa Maior … Enquanto desvendo os segredos da Pedagogia. Aprendendo a ensinar. Ensinando e aprendendo. O amor nos une... Ouço o barulho de automóveis . Enquanto recordo-me de nossa juventude nas Praças do Vale do Paraíba …
Tudo passa e fica .. Este registro gravado ficou... Cíntia Rosa, Edu Planchez, Marilza Francisco , Eduardo Pane … Hoje cada qual segue seus caminhos mas A Ursa Maior está ai viva bem viva nesta gravação e
agora para o mundo via Yotube...
Quem sabe ... quem sabe um novo CD numa primavera destas porque não nesta primavera que se anuncia ?… O amor nos une o ódio separa …
Viva A Celebração ao Renascimento da Poesia
A mágica junção de mulheres e homens sintonizados com o novo o velho.
Poetas , profetas, sábios, filósofos só o saber constrói o ser.
Todos estes seres mágicos habitam nosso interior … Dentro de nós há Demônios e Anjos nós fazemos nossas escolhas.
As cartas, os búzios , horóscopos nada dizem se não acreditarmos em nós.
Eu sou tu és o embrião de uma divindade.
O AMOR NOS UNE O ÓDIO SEPARA.
Quero o sagrado amor ...
Que nos une ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Vejam a música

http://www.youtube.com/watch?v=7FMvMMn_hMA

quarta-feira, 19 de agosto de 2009



Minha pilha de livros ...

Joca Faria

Dediquei meu tempo de escrita nos últimos anos a um texto de prosa. Agora resolvo pensar a poesia no canto. E na forma. É necessário a quem gosta de escrever as experimentações linguísticas e eu as
fiz sem fazer nenhuma concessão. Levo muitas porradas por isto. Mas levar lavas caras também são importantes e da minha reconciliação com a construção poética dias deste comprei um livro de coletânea de Cecilia Meireles o título Cecilia de Bolso na organização de Fabrício Carpinejar um poeta já reconhecido na cena cultural brasileira.
O livro saiu pela lPM comprei numa rodoviária de uma cidade qualquer. Eita qualquer São José dos Campos.
Estou começando a ler não nego a minha preferencia pela Geração Beat mas nem por isto devo deixar de ler os livros da literatura brasileira.
E qualquer hora deste lerei até Machado de Assis que a escola infilismente nos ensina a não gostar.
Também estou para começar a ler meu segundo livro de João Guimarães Rosa agora Grande Sertão Veredas ler é tão prazeroso quanto escrever. Nem com todo este mundo virtual abandonaremos um livro.
Minha pilha de livros para ler é sempre grande a mais de vinte anos. Quando começa a baixar dou meus pulos e consigo outros títulos.
Compro em sebos, faço trocas , compro usado na biblioteca , empresto de amigos sou alguém que devolve livros. E agora recebo de outros autores de minha geração como Yara Camillo e hoje bem cedo num envelope de Felipe Stefani com o título O Corpo Possível lançado em 2009 pela Dulcineia Catadora
Não gosto de emprestar livros em bibliotecas prefiro ir na Siciliano agora Saraiva ler. Lá você se mantem atualizado nas diversidades da literatura o ultimo livro que li lá foi a biografia de Paulo Coelho e agora finalmente compro alguns títulos lá.
Esta semana comecei um sobre Cultura Digital não lembro o autor pois não é de bom tom lá anotar o nome do livro.
É um lugar delicioso dentro de um shopping e tem até cafeteria. Já vi Umberto Eco escrever de novas gerações de artistas que pesquisam neste tipo de livraria.
A uma geração inteira que se forma nestas livrarias no Brasil a formação hoje se dá nos SESC, Secretarias de Cultura, Fundações e agora mais recentemente as ongs e pontos de cultura.
Em São José de literatura não tem nenhuma ainda. E vou montar uma editora comercial a Pasárgada.
Quando terminar a faculdade pretendo comprar um terreno na Zona Norte e criar uma ONG com enfoque em literatura e geração de renda e a Dulcinéa Catadora já é um belo modelo.
Por enquanto minhas finanças são bem instáveis.
Aqui nesta cidade nos anos 50 e 60 um cara inteligente o comendador Remo Cezaroni fazia exibições de cinema, tinha um planetário e um cinema na Vila Ema hoje ninguém mais fala dele. E seu cinema virou estacionamento de supermercado somos um pais sem memória.
Conheci um dos últimos donos deste cinema quando trabalhava num açougue.
Agora com o pré-sal talvez as coisas melhorem e se invista mais em educação,arte e cultura como defende o educador Saviani.
Ai a Dulcineia esta ai. De personagem de Cervantes a cooperativa editorial. A cena cultural brasileira está de vento em polpa só falta surgir os Renatos Russos, Cazuzas, Raul Seixas de nossa geração. No mais vou pois tem jantar no Estival hoje a noite.
Sorte para vocesssssssssssss......

João Carlos Faria

Editora Pasárgada


http://www.youtube.com/watch?v=JsuZ2DxUAks

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Oi precisa -se cobrar um fundo de cultura para São José dos CAMPOS , Taubaté e Jacarei e um fundo regional bancado pelo governo estadual.SÃO muitas as pequisas e livros que se precisa fazer. Identidade qual é a nossa?

Joca Faria


O Vale do Paraíba é uma região socio-econômica que abrange parte do leste do estado de São Paulo e oeste do estado do Rio de Janeiro, e que se destaca por concentrar uma parcela considerável do PIB do Brasil. O nome deve-se ao fato de que a região é a parte inicial da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul. Deve-se ressaltar que o nome refere-se apenas a uma região com certas características socio-econômicas, já que o rio Paraíba do Sul estende-se ao longo de quase todo o comprimento do estado do Rio de Janeiro e separa parte deste estado do estado de Minas Gerais.
Índice [esconder]1 Localização 2 Municípios da região 3 História 4 Indústria 5 Agropecuária 6 Ensino Superior 7 Referências 8 Ver também 9 Ligações externas
[editar] LocalizaçãoLocaliza-se nas margens da rodovia Presidente Dutra (BR-116), exatamente entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, dentro da megalópole formada pelas duas capitais.
[editar] Municípios da região Vista parcial dos mares de morros do Vale do Paraíba.A população somada de todas as cidades da região é de quase 3,3 milhões de habitantes.
São José dos Campos é a maior cidade da região[1].
As cidades mais importantes da região são:
No lado fluminense: Volta Redonda, Resende e Barra Mansa, Barra do Piraí[1]; No lado paulista: São José dos Campos, Taubaté, Jacareí, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Lorena e Cruzeiro[1]. Outras cidades da região são:
No lado fluminense: Itatiaia, Pinheiral, Piraí, Barra do Piraí, Porto Real, Quatis, Rio Claro. No lado paulista: Aparecida, Arapeí, Areias, Bananal, Caçapava, Cachoeira Paulista, Campos do Jordão, Canas, Caraguatatuba, Cunha, Guararema,Guaratinguetá, Igaratá, Ilhabela, Jacareí Jambeiro, Lagoinha, Lavrinhas, Monteiro Lobato,Moreira César, Natividade da Serra, Paraibuna, Piquete, Potim, Queluz, Redenção da Serra, Roseira, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São José do Barreiro, São Luís do Paraitinga, São Sebastião, Silveiras, Tremembé e Ubatuba.
[editar] HistóriaA história do Vale do Paraíba está intimamente ligada ao ciclos econômico do café, período de opulência que deu prestígio e poder político à região. À despeito da cidade de Lorena que começou seu desenvolvimento com o ciclo do ouro nos idos de 1700 devido à passagem pelo Rio Paraíba do Sul.[2]
No início do século XX, um grupo de religiosos da ordem trapista se instalou na fazenda Maristela, em Tremembé, e introduziu a cultura do arroz nas várzeas do rio Paraíba do Sul, além de novas técnicas de plantio e irrigação.
A produção de leite foi introduzida com a decadência do café, ocorrida a partir da crise econômica mundial de 1929.
Durante a década de 1940, foi construída e começou a operação da primeira siderúrgica integrada do Brasil, a CSN, instalada em Volta Redonda.
A partir dos anos da década de 1950, a região industrializou-se rapidamente. Nesta época, destaca-se a criação do Instituto Tecnológico da Aeronáutica e a conseqüente instalação da indústria aeronáutica com a EMBRAER em São José dos Campos.
[editar] IndústriaA região possui um parque industrial altamente desenvolvido[3], destacando-se o sector automobilístico, aeroespacial/aeronáutico, bélico, metal-mecânico e siderúrgico entre outras.
[editar] AgropecuáriaA agropecuária é de grande importância para vários municípios dessa região.
O Vale do Paraíba é o segundo maior pólo produtor de leite do país. Por questões conjunturais, a produção de leite se encontra em decadência, mas ainda sustenta boa parte da população rural dos pequenos municípios.
O arroz é um dos mais importantes produtos agrícolas da região atingindo na safra de 2002/2003, a marca de 850 mil sacas de 60 kg[4].
Outras culturas diversificadas vêm sendo experimentadas por alguns produtores nessas várzeas.
A actual estrutura fundiária do Vale do Paraíba é fruto de mudanças significativas na forma de distribuição das terras ocorridas a partir da decadência do café, quando as grandes fazendas passaram a ser retalhadas em partilhas e heranças familiares. Esse processo se multiplicou à medida que as gerações foram se sucedendo, o que resultou numa região pontuada por pequenas propriedades e produção agropecuária marcadamente familiar.
[editar] Ensino SuperiorO vale do Paraíba é uma região com grande concentração de instituições de ensino superior, dentre as quais destacam-se as públicas: ITA, UNITAU, UNIFESP, USP e UNESP. Na região também estão situadas a UNIVAP, a UNISAL e a FATEA (em Lorena), vários "campi" da UNESP, um campus da UFF, um campus da UERJ, um pólo da UNIFEI em Resende, um pólo do CEDERJ, unidades da FATEC (São Paulo), FAETEC (Rio de Janeiro), ETEP (São José dos Campos).
Estas instituições destacam-se no ambiente de ensino nacional pelos seus cursos em tecnologia.
[editar] Referências↑ 1,0 1,1 1,2 Rede Mundial ↑ Conheça Lorena - História Prefeitura Municipal de Lorena ↑ Vale do Paraíba ↑ Escritório de Desenvolvimento Rural de Pindamonhangaba
[editar] Ver tambémInterior de São Paulo Interior do Rio de Janeiro Mesorregião do Vale do Paraíba Paulista Microrregião do Vale do Paraíba Fluminense
[editar] Ligações externasPortal sobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte Informações sobre o Vale do Paraíba Fluminense Informações sobre o Vale do Paraíba Fluminense Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Para%C3%ADba"Categorias: Vale do Paraíba Sul Fluminense



Mesorregião do Sul e Sudoeste de MinasOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisaSul e Sudoeste de Minas Estado Minas Gerais Mesorregiões limítrofes Zona da Mata; Campo das Vertentes; Oeste de Minas; Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; Sul Fluminense (RJ); Ribeirão Preto (SP); Campinas (SP); Macro Metropolitana Paulista (SP); Vale do Paraíba (SP) Características geográficas Área 49.523,893 km² População 2.463.618 hab. est. 2006 Densidade 49,7 hab./km² Indicadores IDH médio 0,785 PNUD/2000 PIB R$ 16.288.607.550,00 IBGE/2003 PIB per capita R$ 6.907,68 IBGE/2003 A mesorregião do Sul e Sudoeste de Minas é uma das doze mesorregiões do estado brasileiro de Minas Gerais. É formada pela união de 146 municípios agrupados em dez microrregiões.
O sul de Minas tem muitas semelhanças com o interior de São Paulo, possuindo grandes altitudes, um clima ameno e chuvoso. A economia é altamente agrícola, com destaque para as plantações de café.
As principais cidades são Poços de Caldas, Itajubá, Passos, Pouso Alegre, Varginha, Alfenas e Lavras.
O povoamento teve início no século XVIII por bandeirantes como Fernão Dias e cresceu no início do século XIX com a chegada de ondas de imigrantes, que, deixando, as regiões de mineração já esgotadas, vieram em busca de terras para se dedicarem à agricultura e à pecuária.
Essa região pertenceu à Capitania de São Paulo até que o governador de Minas Gerais, Luís Diogo Lobo da Silva, em 24 de setembro de 1764, anexa a margem esquerda do Rio Sapucaí (Minas Gerais), estendendo os limites de Minas Gerais, aproximadamente, até a divisa atual com São Paulo. Porém essa região continuou pertencendo à Diocese de São Paulo.
As quatro maiores cidades são: Poços de Caldas (150.095 hab.), Pouso Alegre (126.100 hab.), Varginha (120.691 hab.) e Lavras (100.730 hab.).
[editar] MicrorregiõesAlfenas Andrelândia Itajubá Lavras Passos Poços de Caldas Pouso Alegre Santa Rita do Sapucaí São Lourenço São Sebastião do Paraíso Varginha [Esconder]v • d • e Minas Gerais Portal — Geografia, Política, Cultura, Esportes Capital Belo Horizonte Mesorregiões Campo das Vertentes • Central Mineira • Jequitinhonha • Metropolitana de Belo Horizonte • Noroeste de Minas • Norte de Minas • Oeste de Minas • Sul e Sudoeste de Minas • Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba • Vale do Mucuri • Vale do Rio Doce • Zona da Mata Microrregiões Aimorés • Alfenas • Almenara • Andrelândia • Araçuaí • Araxá • Barbacena • Belo Horizonte • Bocaiúva • Bom Despacho • Campo Belo • Capelinha • Caratinga • Cataguases • Conceição do Mato Dentro • Conselheiro Lafaiete • Curvelo • Diamantina • Divinópolis • Formiga • Frutal • Guanhães • Governador Valadares • Grão Mogol • Ipatinga • Itabira • Itaguara • Itajubá • Ituiutaba • Janaúba • Januária • Juiz de Fora • Lavras • Manhuaçu • Mantena • Montes Claros • Muriaé • Nanuque • Oliveira • Ouro Preto • Pará de Minas • Paracatu • Passos • Patos de Minas • Patrocínio • Peçanha • Pedra Azul • Pirapora • Piumhi • Poços de Caldas • Ponte Nova • Pouso Alegre • Salinas • Santa Rita do Sapucaí • São João del-Rei • São Lourenço • São Sebastião do Paraíso • Sete Lagoas • Teófilo Otoni • Três Marias • Ubá • Uberaba • Uberlândia • Unaí • Varginha • Viçosa Regiões Metropolitanase RIDEs Belo Horizonte • Vale do Aço • Distrito Federal e Entorno Mais de 500.000habitantes Belo Horizonte • Uberlândia • Contagem • Juiz de Fora Mais de 200.000habitantes Betim • Montes Claros • Ribeirão das Neves • Uberaba • Governador Valadares • Ipatinga • Santa Luzia • Sete Lagoas • Divinópolis

domingo, 16 de agosto de 2009



Eita São José das Bombas ????


Cade João VERDE ???


A Ricardo Faria , João Nicolau, Edu Gair , Frankilim Maciel

Joca Faria


É voltamos ao feudalismos com bairros como Vista Verde, Vista Linda que querem serem fechados.
Numa fachada de segurança mas só criam pesadelos...
Numa democracia onde na Rua XV de novembro sé vê prostitutas na rua num sábado a noite.
Moradores de Rua dormindo na marquises.
Bem ao estilo de um poema de Marcelo Planchez.
Era Lula, Era Serra , Era Cury...
Era em São José dos Campos quando já não havia mais a balsa … E ninguém mais dança a valsa …
E no Paraíba do Sul só nossas bostas bostas bostas .... que merda ...
E mendigos nas ruas sem direito á vida. Passando fome. Sem nenhuma ajuda das Freiras que são
proibidas de exercerem a caridade cristã cristã cristã ...
Condomínios fechados , Shoppings é feudalismo feudalismo feudalismo
Aos amigos do Rey tudo tudo tudo .. E como diria os Titãs ...Miséria é miséria em qualquer canto canto canto .
As grandes companhias Americanas de olho no pré-sal sal sal .
E Hugo Chaves é ditador ditador ditador ?
Eita cidade entreguista. Uma EMBRAER é privada. Não temos arsenal arsenal arsenal .
E mendigos morrem de fome no centro da cidade.
Eita São José de Bombas bombas bombas .
Que carma coletivo nos temos ... José Moraes Barbosa já cantava nos anos oitenta em seus versos.
Moraes continua catando. E ninguém ai com o poeta poeta poeta .
E dai? E dai? E dai?
Carros são assaltados na Andrômeda no Satélite?
E dai? Edai? Edai ?
Cury, Carlinhos dormem felizes em seus condomínios fechados fechados fechados.
E na fachada destes infelizes homens o sorriso alegre alegre alegre .
O tapinha na costas eita homens mal amados. E desalmados desalmados desalmados ...
Cassiano cade a bolsa ? Cade a Valsa …
Gog e Magog estão ai mendigos … Na calçada ...calçada … calçada ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=MNJKoavI5jw

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O novo custa caro...

Joca Faria


Vem ai Marina Silva … Ciro Gomes … Parabéns Lula já cumpriste tua jornada histórica … Deixa vir os novos. Nunca fui muito atento a Marina Silva. Mas se as forças progressistas deste pais há abonam que venha Marina. Gosto do estilo Ciro Gomes. Eita cabra arretado … É o pais com suas novas forças que pena o PT já envelheceu já se desgastou no jogo do poder. Apoiando estes parasitas do PMDB. Chega de velhas raposas. Chega de PSDB X PT. Está brincadeira de gato e rato.
O PV vai precisar mudar seu estatuto se refundar pois não é um partido democrático sou filiado a ele e sei que não tem eleições internas. O PV NACIONAL ta´rendido as raposas do PSDB vão ter que se desvencilhar. O novo custa caro. Espero que não seja papo do vereador de São Paulo e Presidente do Partido um tal de Pena que diz ser cineasta.
Tudo bem falo aos quatro cantos do mundo que já sou escritor. Para ser escritor temos que suar muito perceber o mundo de uma outra maneira. O mesmo se dá para ser politico. A maioria que está ai que consegue se eleger só são compradores de voto. Só sabem fazer a matemática de trocas de favor para conquistar votos.
Estadistas temos pouco e nem me arrisco a citar um. Pois posso errar bem feio. Como já o fiz em textos anteriores. Errar é desumano.
Que venha Marina e Ciro Gomes num vide-o que vi na internet uma mulher que diz ser da Fraternidade Branca diz que numa reunião no astral numa eleição anterior o único politico e candidato a presidência que compareceu foi Ciro Gomes.
Marina atuou ao lado de Chico Mendes nos seringais do Acre. Estudou bem tarde. A vida já é difícil aqui em São Paulo imaginem no Acre. Longe do centro econômico do Brasil bem que os dois podiam se unir numa chapa. Mas talvez no primeiro turno seja necessário uma pluralidade de candidatos a grande Heloísa Helena de um lado o PSTU de outro. Eita o Brasil é só esquerda?
Mentira a direita erva daninha esta sempre forte. Em todos os lugares e no nosso inconsciente bem individualista. Deve ser nossas origens Portuguesas.
Nossa população é bem conservadora quem denunciava os guerrilheiros durante a ditadura? Nosso povo.
Este é um pais que vai pra frente ó ó ó.
Vou indo pois a sinusite tá bem brava. E os dirigentes da cultura joseense também. Então meus caros trabalhem cade um conselho de cultura de verdade?
No mais para os que me leem um bom final de semana...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=MNJKoavI5jw

http://www.youtube.com/watch?v=KYp3CazHTPc

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

E daí ???

Joca Faria


Nossa cara eu comprei o áudio boo k O Baú do Raul só porque Edu Planchez gravou e me chinguei o monte por gastar 39,90 numa livraria. Torrei um cartão mas grande é a surpresa por cair de joelhos diante do talento deste poeta Raul Seixas. Sempre acho que supero Raul que é coisa de adolescente. E nos meus quarenta anos. Caio de joelho ante ao seu talento. Pena que o cara morreu de alcoolismo... Mas tudo passou. E ficou registrado o talento dele. Acho que a turma usa e abusa deste talento hoje em dia. Mas cada um que faça o que quiser mas que aguente o resultado... Mas que resultados são estes ? Nunca sei só sei que ninguém foi no Bate Papo da quarta-feira na Siciliano e daí? Isto não importa … Tudo é um parto … Um dia morremos e outros dias nascemos e daí? Sucesso e fracasso não existem são moedas do mesmo lado... Inverti há há há... Sei que aprendi muito na livraria. Eita lugar para achar inspiração … Foda – se o resto que não sejam resto... Eu ainda tó vivo... Vou é continuar caminhando sozinho pela Serra da Mantiqueira me faz bem …Mais que qualquer viagem de carro bem pequena burguesa. Esta cidade este pais tá cheio de otários. Quero deixar de ser um...
Quero um canto em Caraguá outro em Camanducaia. E vender alguns livros... O resto é festa... Só preciso de mim mesmo. Movimento... É vontade de dormir toda a tarde … Que ótimo que ninguém liga no meu celular...Só converso com as pessoas pela net... Cara depois de séculos descubro que não sou uma pessoa sociável... E sim dissociável... E quando durmo... não sou bom nem mau.. Vou além disto me sinto um demônio um grande vampiro...Meu lugar ainda é o inferno... Um dia chego a luz...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

haptoo://www.youtube.com/watch?v=sfwA1ETMJ1s

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Terra Estrangeira

Joca Faria

Estou ouvindo o CD Repouso e Movimento de Paulo Rafael de Aguiar Godói e li um belo poema de
Franklin Maciel sobre a gripe suiná é muito interessante conviver com seres humanos do quilate de um artista. E as vezes bem chato também é um show de vaidade e dilemas aja egos.
Ontem preferi caminhar sozinho lá pras bandas da Serra da Mantiqueira. As vezes é muito saudável estar sozinho se sentir numa Terra Estrangeira.
Vi formigas fazendo suas caminhadas no alto de umas montanhas. Sonhei um dia comprar todas as terras que minha vista alcançasse naquela montanha e reflorestar. É difícil silenciar a mente e viver só no momento. Haja aulas de meditação um dia chegarei lá,
E ai quero ouvir os elementais das plantas dos animas falarem comigo. Que dor ver aquela nossa região toda desmatada. Sem nenhuma arvore. Os governos precisam reflorestar aquelas áreas e dinheiro não os falta e sim vontade politica os falta.
No fundo os nossos governantes refletem a falta de consciência do cidadão médio brasileiro. Um povo que não quer saber de politica. Só de cachaça e futebol. Estamos bem depois de muitas eleições presidenciais neste pais há escolher entre Dilma e Serra.
Dois lideres da Social Demoniocracia Brasileira movida a corrupção de parlamentares do tipo de um José Sarne y e ele é escritor.
Mas vamos falar da bela São Francisco que hoje em dia importa poluição do ar de nossa capital.
Lá sim um Paraíso vizinho das Minas Gerais de Braga Barros ameaçado pela especulação imobiliária da classe média Paulistana.
Com terrenos super valorizados. A prefeitura de São José dos Campos conserva bem suas estradas isto atesto pelos meus anos de caminhadas. Ontem desci na Cacheira do Roncador num ônibus que sai as nove e meia da Rodoviária de São José. Ele corta por uma estrada vicinal de terra. Chegando a cachoeira desço e sigo na estrada que margeia o Rio do Peixe. Por mais de dois quilômetros até uma ponte de cimento e entro numa estrada que se chama Estrada do Sossego repleta de cachoeiras que posso ouvir mas não chego perto porque a mata é bem fechada. E ainda não sou mateiro.
Quem sabe numa hora desta consigo chegar até estas cacheiras. Esta pequena parte da Serra da Mantiqueira é repleta de agua por todos os lados. Nesta estrada a poucos sítios e nenhuma venda se você se machucar vai demorar para achar ajuda nunca pega celular e passa pouco carro.
Mas vale a pena subir e descer suas serras em média se gasta seis horas para chegar a São Xico.
Segue-se a estrada do Sossego a até um cruzamento em direção a Joanópolis ai você pega a direção a São Francisco dois quilômetros depois tem uma ponte sobre um córrego se toma banho lá.
Andasse mais um pouco tem uma Vila com campo de futebol desta vez não tinha jogo e numa venda dá para
parar e almoçar. Pois você vai enfrentar mais trés horas de caminhada para chegar ao distrito. Tem uma cacheira grande o rapaz me explicou. Mas não fui ainda não é horário de verão depois da cachoeira tem uma pousada numa próxima aventura fico lá.
Sobe se uma nova serra onde descrevi que iria reflorestar. Alguns sítios e fazendas. Para que está terra engordando boi de carne dura?
Ai finalmente chega-se a estrada principal que leva a Joanópolis e a Camanducaia MG desce para SÃO
FRANCISCO um cavaleiro falou em meia hora foi uma hora de uma bela paisagem cercada de estradas
que levam a umas Vilas não peguei carona e resisti para não entrar no Rio finalmente cheguei em cima da hora bem cansado porem feliz. Peguei o ônibus. E voltei ao mundo neurótico.
Um dia vou e não volto em breve terá´internet de banda larga em qualquer canto. Com Dilma ou Serra que é a mesma coisa?
No mais um abraço e boas aventuras a todos.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=8SzuWcH6ztY
Este é o melhor texto sobre a Gripe Suina ou Sujina a midia , o estados as igrejas todos nos enchem com suas mentiras.
Enquanto isto não temos emprego decente, educação decente.
Nos poluimos os ares com nossos carros. Nos entupimos os rios com nossas fezes sem tratamento de esgoto.
Nos procriamos igual a ratos. Nos contaminamos as ponbras brancas sem nenhuma paz,
Morremos cardiacos porque já não fazemos como o caipira e andamos um pouco.
Quem ousa caminhar tá cumprindo promessa? Não não paramos de pensar.
E nos achamos humanos? Somos consumidores de tudo até da urina do Rio Paraiba do Sul ... Que grande merda... Pois só pensamos em nós no eu.

Joca Faria

Franklin Maciel:

ContágioCada morte a conta gotas da gripeÉ outdoor, acontecimento, histeria celebradaem todos os jornaisTudo metodicamente planejadoPorque temos de ter medoPorque temos de ser mansosE trabalhar para fazer e pagar mais dívidasPorque não podemos sair do esquemaTomo meu café na padariaO gordo breakfeast norte-americanoEntupindo minhas artérias tupiniquinsde colesterol e tristeza mórbidaJoão ninguém, o andarilho, e seu cachorroAcompanham na torcida cada mordidaEsperando as sobras da minha morte diáriapara esconder da fomeDia sim, dia não, morre um amigo de JoãoUns de fome, outros de frio, muitos pela políciaTodos pela exclusãoO cachorro preto de João logo morrerá tambémDe fome ou atropelado por este mundo cãoNenhuma das mortes dos amigos de João saiu ou sairá na televisãoNenhum morrerá de gripe suínaOs porcos que os mataram são outros e usam gravatasOs porcos que os mantém mortos ainda vivosUsam gravatasNos aeroportos todos já usam máscaras para se proteger da gripePelas ruas, alguns já aderiram à modaO tato saiu de moda, agora a moda é o isolamentoE assim, os beijos forma banidos da históriaPorque o Amor contagia

Franklin Maciel

sábado, 8 de agosto de 2009

Terra Estrangeira de Walter Salles e Daniela Tomas … o filme...

Joca Faria

http://www.youtube.com/watch?v=qY3HeVK6m6I

Estou há ouvir Vapor Barato é lindo da vontade de cair na estrada sair pelo mundo sem data para voltar. Um dia faço isto quando? Só destino ó sabe... Por enquanto vou ficando sem meu casaco de general... Vou caminhando pela cidade... Sem destino... E escrevendo nesta madrugada quente de inverno sem minha grande companheira de jornada.
Vou sendo jugado pelo que fiz e ainda não fiz. Faça – se a luz … Fiat Lux...
Diógenes está bem longe há tempos que não o vejo. Sócrates parou com a bola. E adentrou a caverna. Não tenho mais mitos... Eu sou minha própria mentira... Wali Salomão está descansado numa casa de praia da Bahia … Junto com Zé Omar de Carvalho … E eu peregrino por esta cidade com minha vontade e a não vontade... pois não sou. Ainda não me libertei de minha caverna sou prisioneiro de muitos de mim... Um dia vou e não volto. Um dia liberto-me e encontro a luz... Faça se a Luz...Fiat Lux...
O que é um cartão bancário e uma conta. Uma casa e uma família é tudo... Tenho saudade de meu avó de meus tios de meu pai... Eles se forão. Quando for quero revelos...Ainda não tive filhos já nem sei se terei. Sou só tio … E nada além disto … Gal Costa canta nesta madrugada de dia dos pais. E durmo só … Sem ela em que dimensão do espaço tempo ela vive agora. Me sinto um pai. Nunca fui bom filho … Meu pai se foi a muito tempo mas encontro meu pai dentro de mim. Todos os dias todas as horas... Sou filho ainda filho sou meu pai ...
Pego meu casaco amarelo vou a Mantiqueira num ônibus cheio de ilusão … Luz faça se a luz. Fiat Lux...

João Carlos Faria

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Sem limite ???

Joca Faria

http://www.youtube.com/watch?v=KYp3CazHTPc

A dor humana é estranha. A dor de existir e de procurar abrigo. Acabei de ler que é esta canção é de Cazuza quando tinha uns quinze anos e perdeu a avó. Nesta interpletação que ouço de Ney Matogrosso. A gente sempre perde mas ganhamos hoje editei um vide-oo com poemas de Solfidone de um tempo que porincrívell que pareçaéramoss um pouco mais inocentes. Poetas a caminhar pelos parques de nossa cidade. Este tempo passou Solfidone hoje vive isolado dentro de um shopping Cazuza se foi um dia também partiremos para outras dimensões. Outras esferas deste nosso universo. E ficará a saudade de uma exposição de nús na Helena Calil. Dos amigos que se vão do tempo de criança das cirandas na Praça Afonso Pena do livro que ainda não escrevi mas começo agora. A poesia adentra cada vez mais em mim. Mas já não sei escrever versos com rimas tortuosas rimas. Afinal não simpatizo com as rimas elas são blaze e sei lá o que está palavra signifique blaze. Sei que sou chato. Mas não me enviem poemas com rimas para mim. Porque acho blaze não quero nem saber se é mais fácil para declamar. Não tó nem ai é blaze e ponto. Mas se tiver uma ideia e for de alguém que saiba fazer poemas pode até me mandar sim. Mas hoje sabemos fazer algo além de marketing pessoal duas palavras que não gosto é marketing pessoal e empreendedorismo são palavrões de nossa época. Parece que não conhecemos mais pessoas que sejam normais que não estejam Na Fazenda nem no limite ou presos numa casa. Chega já não quero ser pop. Quero pintar meu cabelo porque quero. Não se pode ter uma barriga saliente lá vem os caras com aquele papos de politicamente corretos. Hoje na exposição quando eu vi já estava implicando com o cigarro da modelo do quadro. Que coisa somos os certinhos no social pois na internet é sem limite sem sermos blaze. Tudo para mantermos nosso estatus pilatos segundo Davi.F.F. Eu que não vou lavar minhas mãos ou usar estas mascaras ridículas que vi por ai nem uma era criativa todas blancas estamos num tempo em que ninguém pode chegar perto de ninguém. Estamos numa sociedade cada vez mais ridícula e insonsa. Vamos levar o mundo virtual para o real. Chingar os governantes lá em Brasilia fazer greve façamos alguma coisa para não morrermos de tédio em frente a estas telas. O mundo meus caros não é virtual somos reais. E não doLLares. Não somos realit shows somos normais. Nunca seremos estrelas pois somos humanos. Chega de mentiras sociais de mentirmos sozinhos. Antes mentia -se na noite na balada agora mente-se no dia a dia. Eita mentira muitas mentiras. Blá blá blá … Esta cidade este estado e estas coisa só mudam se mudarmos a nós mesmos. Quem faz o Marasmos caro Mairá Luporini somos todos nós quando aceitamos viver uma vida super fulá. Eita vidinha besta só … Fora Lula Fora Sarney … Lula se perde no maramos e no jogo mentiroso do poder e joga nosso Partido dos Trabalhadores na vala comum da história na vala do jogo rasteiro do poder pelo poder. Ninguém quer ser todos nós queremos poder. Mas sem sermos não adianta nada. Matemos o Lula o Sarney que existe dentro de nós. Sou um Demônio e me achava um anjo... Quando vejo-me realmente diante do espelho dimensional ai vejo me real. E volto a este prano físico morrendo de vergonha de ainda não ser. Eita como somos bestas ainda não nos fizemos homens... Somos o coco do verme e nada mais quem sabe um dia despertarmos de nossa vã ilusão.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=1qmVZzHKtSQ

http://www.youtube.com/watch?v=GfvVNKyiuC0

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Comentário enviado ao Jornal Valeparaibano as 11 da noite de uma quarta - feira de Agosto de 2009.

Sobre o Trem de Alta Viadagem é uma bobagem da cena politica e também da imprensa não vai passar no banhado o governo Lula não é burro não.E nosso aeroporto passou a novela dos acidentes aereos e continuamos sem um aeroporto bem estruturado na região.Sem nenhuma conexão de voo. Nosso centro sempre abandonado hoje vi dois meninos de rua na Praça Afonso Pena lá é o tapete da cidade ela aparece realmente lá.Porque nossos vereadores , secretários e prefeitos não passam uma tarde bem disfarçados no centro e nas periferias ai veriam a cidade como ela é epa viva nosso saudoso Nelson Rodrigues.As pobres putas lá. OS AMBULANTES abandonados sem nenhum banco do povo.E a Embraer no Center - Vale com uma exposição ridicula mostrando aquele leilão de privatização.Nossa elite besta nos provoca o tempo todo. Vou falar com o Cosme Vitor para fazermos um curso intesivo na Venezuela.Gente o Kassab é mais homem que a esquerda nacional.O cara tem ousadia Kassab para presidente em 2012.Pois as putas da esquerda e da direita só querem fazer festa com o dinheiro do povo.

Joca Faria