domingo, 13 de dezembro de 2009

Tropicália




Joca Faria



Por estes dias ando a observar e a refletir sobre o poder da escrita. Comento com uns amigos que também escrevem a escrita é algo subjetivo apenas um ponto de vista de alguém.

Um mesmo fato retratado por vários jornalistas e escritores gera muitas interpretações.

Muitas vezes leio coisas nas quais vivo e são retratados de outra forma. Ás vezes temos dias normais e quando começamos a escrever vira algo maravilhoso.

É a percepção humana que nos faz a cada um diferente. Também tem a interpretação de quem lê ou ouve no caso da música então como se dá um sucesso literário ou artístico?

O que faz uma obra ser a obra? Eu estava ouvindo Caetano Veloso e percebo ali um ótimo cronista de seu tempo. Uma música feita a quarenta anos atrás é bem válida hoje.

E como não achamos os Caetanos, Renato Russo ou Carlos Drummond de hoje parece que se produz tanto e nada nos chega?

Serei eu tão desatento assim para não ser injusto tem Fabrício Capnejar cronista e poeta encontrado nas livrarias e uma grande figura humana já assisti uma palestra dele.

Na música não citarei ninguém , pois na hora que ouço são musicas antigas.

Pareço programação de rádio que nunca dá espaço para o novo.

Ele o novo esta ai abrimos nossos olhos e ouvidos. Para descobrir ou redescobrir.

Dias destes reinterpletlei Tropicália de Caetano Veloso um assassinato artístico , mas nem tudo é bom em arte podemos e devemos ousar experimentar. Assim foi a proposta do Estival.Um festival de arte realizado em São José dos Campos SP Brasil no fim deste ano.

Para podermos chegar a novas técnicas.Devemos dominar as antigas.

As nossas bases estão ai Semana de Arte Moderna, Tropicália, Concretismo e por ai a afora.

Vamos tentar desvendar este novo mundo de arte e cultura e filosofia.

Estamos ai podemos e devemos criar e recriar acertar e errar.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.entrementes.com.br/

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