terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amigos(as) e companheiros(as),




Voltando aos temas mais amplos, de interesse geral da sociedade, depois de tanto tempo falando exclusivamente da minha filha Sulamita, senti-me na obrigação de contribuir, ainda que pelo avesso do avesso, com o debate proposto pelo querido amigo e companheiro Acioli, do INPE, a respeito do processo de privatização do Parque Vicentina Aranha, em São José dos Campos; assunto que a meu ver reflete, em grande parte, o estágio em que estão as discussões e o embate político também no estado de São Paulo.



Como a proposta dele é a ampliação, livre e transparente, do debate visando a mobilização que propõe, dou aqui a minha contribuição, COLOCANDO, NA ÍNTEGRA A SEQUÊNCIA DA CONVERSA MANTIDA POR AQUI ENTRE NÓS, sugerindo que entrem no debate e/ou o repassem, da forma que cada um(a) achar melhor!



Obrigado e um abraço,



moacyr pinto





De: Acioli para Moacyr

Moacyr



Sei do momento critico pelo qual passas, mas vc foi a primeira pessoa que pensei quando tive a idéia. E perdoe-me o egoísmo e a falta de sensibilidade, mas não poderia te deixar fora. E conto com tua rede de amigos que comungam da idéia de proteger nossa SJC de garras inescrupulosas.



Um abraço e mais uma vez hipoteco minha solidariedade a tua busca.



Um grande e fraternal abraço



Acioli







SOBRE A PRIVATIZAÇÃO DO VICENTINA ARANHA



Amigos



Foi publicada matéria na edição de sábado do jornal O Vale sobre a intenção da Prefeitura Municipal de Sāo José dos Campos de terceirizar o Parque Vicentina Aranha, inclusive já tendo uma entidade, presidida pelo Luiz Paulo Costa (assessor do prefeito), candidata a assumir a gestão do Parque.



Houve por parte dos leitores d' O Vale uma reação de indignação ao propósito da terceirizaçāo de um bem que custou aos cofres públicos uma considerável soma, que me levam a acreditar que esse pode se tornar um movimento que galvanize as forças vivas de SJC rumo a uma mudança que acabe nos rumos que nossa cidade enveredou nos últimos anos.



As ações recentes da atual gestāo publica demonstram, de maneira clara e inequívoca, que o compromisso maior não é com a comunidade, o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida que desejamos para nós, nossos filhos e nossos netos.



Baseado nestas premissas tive uma idéia que desejo, mais do que compartilhar com vocês, apelar para que criemos um movimento da sociedade civil para defender que a gestão do Parque Vicentina Aranha seja pública. A partir de um slogan (provisório): TIREM AS MĀOS DO VICENTINA ARANHA! vamos organizar a resistência à do Parque.



Assim sendo, eis alguns princípios



básicos que submeto a você como um ideário a ser discutido e ampliado:



1) o movimento deverá ser apartidário, para não correr o risco de ser tomado como bandeira de interesses outros e



fragilizando seus propósitos.



2) devemos utilizar todas as técnicas de comunicação mais modernas, como redes sociais, blog, twiter, msn, facebook e tudo que a internet disponibiliza para atingir o máximo de penetração na sociedade.



3) o movimento deve ser transparente em todas os seus passos, publicizando as suas ações e submetendo seus líderes ao poder do coletivo.



4) o apoio financeiro ao movimento será sempre identificado, podendo as contribuições serem de pessoa jurídica ou física, devidamente contabilizadas e publicadas numa pagina da web com atualização imediata. Também as movimentações financeiras serāo sempre publicadas na web.



5) criar grupos de apoio e suporte envolvendo artistas gráficos, publicitários, tecnologia de informação e imprensa, possibilitando qualidade, agilidade e eficiência na disseminação do movimento junto à sociedade.



6) por último, mas de significativa relevância e simbolismo, nenhuma pessoa ligada ao movimento deverá ser remunerada.



Aguardo manifestações



Acioli de Olivo



12 9199-7157



61-8140-7475







De: Acioli para grupo de amigos



Amigos







Parque Dona Lindu



Desde sábado estou em Recife hospedado num hotel na Praia da Boa Viagem próximo ao Parque Dona Lindu, construído e administrado pela Prefeitura Municipal de Recife. Projetado pelo Niemeyer, o Parque recebeu investimentos de R$ 28,7 milhões numa área de 27.166,68 m², à beira-mar de Boa Viagem, com 60% destinados à área verde. O projeto de Niemeyer inclui ciclovia, pistas para cooper e skate, quadra poliesportiva, playground, áreas para descanso e ginástica, teatro, pavilhão para exposições, restaurante, sanitários e fraldários em módulos externos (de design arrojadado...até em banheiro Niemeyer ousa), central técnica.



O Parque Dona Lindu ocupou um terreno cedido pelo governo federal e era pretendido pela especulaçāo imobiliária para a construção de mais espigões na orla de Boa Viagem.



Quem conhece a Boa Viagem sabe do que vou falar: é um dos locais mais valorizados do mundo, com hotéis extremados, edifícios residenciais de alto luxo e restaurantes sofisticados. Imagine a grita quando a Prefeitura resolveu criar no local um parque, mas não aos moldes de parque para a elite fazer sua caminhada diária, mas um centro de entretenimento.



Em todos os dias deste feriado prolongado observei hordas de "pobres", chegando de ônibus ou nos seus chavetes 75 e invadindo o sagrado espaço da burguesia. Imagino a revolta destes, revolta que foi traduzida na intensa campanha feita pelos Jarbas, Jungman e Roberto Freire, denunciando a criação de um monstro de concreto numa área que deveria ser melhor utilizada...



Imagino que Niemeyer deve ter arquitetado a vingança contra seu ex-companheiro Roberto Freire que vendeu o PCB e seus ideais por 30 dinheiros, projetando um parque onde os pobres correm na grama, ensinam seus filhos a andar de bicicleta, se exercitam nos inúmeros equipamentos e quadras esportivas, provavelmente façam picnic com galinha e farofa e possam também se aglomerar para participar de manifestações políticas



e culturais...O velhinho deve estar sorrindo ate hoje...



Eu gosto muito do humor ácido do Quanta Ladeira, bloco anarquista-carnavalesco que todo ano faz paródias de musicas conhecidas e recebe convidados famosos para interpreta-las. Em 2009 o Quanta Ladeira fez a parodia irreverente a partir da clássica La belle de jour do Alceu Valença, sacaneando o Niemeyer, a mãe do Lula e o Parque como um todo ( a música pode ser baixada no site sombarato). Divertida e irreverente a letra nos faz dar boas risadas, mas algo que ela não capta, provavelmente pela falta sensibilidade dos autores, herdeiros mais do Alceu Valença (que se tornou ícone da direita cultural pernambucana) do que do Chico Science, é que pela primeira vez na história da Recife rica, os pobres invadiram a sua praia. E imagino que gostaram e pretendem ficar....



Um abraço



Acioli







De: Moacyr para Acioli



Querido Acioli,



Fique sabendo que você está incluído entre as pessoas - felizmente não são tão poucas - que não me devem explicações e muito menos pedidos prévios de desculpas a respeito de nada; temos uma história de convivência, ainda que muitas vezes bem à distância, que nos permite a qualquer hora formular qualquer pedido ou iniciar um debate a respeito de qualquer assunto sem que haja da minha parte, e tenho certeza que também da sua, qualquer dúvida ou insegurança em relação à compreensão e ao respeito das diferenças.







Você me propõe o engajamento no combate a mais este absurdo que atinge São José dos Campos, que é a privatização do Parque Vicentina Aranha, conforme foi divulgado na semana passada pelo "Diário Oficial" dos donos do município, que é o jornal Ovale. Também li a matéria, eles não estavam informando uma intenção inicial da Prefeitura ou uma eventual abertura de debate a respeito da questão e sim comunicando uma decisão tomada, inclusive dando os detalhes das "manobras formais e legais" que já estão sendo feitas, para que as coisas aconteçam da maneira que eles pretendem.







Você me escreve preocupado, por estar me procurando no momento atual, em que estou envolvido com a busca da minha filha mais velha, que está desaparecida desde o último dia 16 de setembro. Sensível, você imagina que eu possa não estar com cabeça e muito menos interessado em assuntos como esse do "uso" ou da apropriação do Vicentina Aranha para garantir os interesses do agrupamento político que vem dominando a nossa cidade a mais de 10 anos; mas eu lhe respondo, de pronto, que o meu desinteresse e a minha inapetência para entrar nesse debate tem, no caso, outras motivações.







Você fala em galvanizar "forças vivas" aqui em São José dos Campos para defender o Vicentina Aranha e eu pergunto, citando o mímico e escritor brasileiro Ricardo Bandeira de renome mundial, que andou aqui por São josé nos velhos tempos em que a Secretária Claude Mary e o Luiz Paulo Costa, já quase "dono" do Vicentina se diziam comunistas, como ele: "onde estão senhor?" - "Quem menino?" - "As forças vivas de São José dos Campos; senhor?!".







É isso, amigo Acioli, não tenho visto e nem percebido a presença de "forças vivas" com capacidade e interesse para, nesse momento, enfrentar uma parada como essa. Ainda mais num tema dessa natureza, que geralmente é mais caro à chamada "classe média branca e universitária", que aqui nessa cidade "capital da tecnologia" e, emendo eu, da Igreja reacionária, sem arte e sem filosofia, tem nos privatizadores e nos loteadores dos bens públicos os seus mais legítimos e reconhecidos representantes. Essa é uma cidade onde nem nos meios artísticos e culturais a gente encontra muita massa crítica; assim penso eu!







Você fala em fazermos um movimento apartidário, transparente, etc, etc. Beleza. Fala até em deixarmos claro de onde estará vindo o dinheiro para cobrir as eventuais despesas do "movimento". Sabe o que isso irá nos garantir? Nada! O que os "cidadãos", a "elite" branca e universitária de São José dos Campos gosta, é de manipulação, mentira travestida de verdade; como foi o caso da Marina Silva, cuja campanha eleitoral foi financiada em quase 50% por um capitalista que dias depois teve a sua empresa denunciada num esquema internacional de biopirataria, etc, etc; confira a votação da Marina em nossa cidade, sem organização e sem partido. O que vale é a manipulação direta, travestida de neutralidade, que poderá ser trazida com força contra quem ousar enfrentar os donos do poder na cidade, caso o movimento que você propõe - e que eu acho que deveria mesmo ser feito, se tivesse alguma viabilidade - começar a lograr algum sucesso.







Você pode estar estranhando a minha prostração, eu, que sempre me identifiquei como socialista e revolucionário, não no sentido de "pegar em armas" a qualquer tempo ou em defender posições e posturas radicais, mesmo que inócuas, como pregam algumas correntes de esquerda, mas no sentido de acreditar que a mudança política e social é sempre possível e precisa ser construída, ainda que lenta e gradualmente. No caso, acho que, no momento, para travarmos uma batalha igual a essa, visando barrar, no curto prazo, a entrega do Vicentina Aranha oficial e legalmente para o grupo de pessoas que já vem fazendo o que quer com ele - o Parque, com o muro, as construções e a vegetação que justificaram o tombamento já quase nem existe mais - não temos armas e nem soldados. O que temos é uma porção de consumidores "brancos", ávidos pelas "novidades" que a OS do prefeito Cury e do Luiz Paulo Costa irão lhes propiciar com exclusividade; tudo financiado pelo dinheiro público que, agora o Governo do Estado está prometendo liberar. Nada parecido com o Parque Dona Lindu, que você conheceu no Recife, no Pernambuco, que é justamente o centro cultural do Nordeste desse nosso país tão diferenciado.







É isso que estou pensando no momento, Acioli. Demorei para te responder exatamente por causa dessas minhas dificuldades. De qualquer forma, se você achar uma boa, na sua linha, divulgarmos as minhas posições com transparência, no debate, eu me comprometo a distribuir para as pessoas com as quais me correspondo.







Fica à vontade para deixar para lá ou para conversarmos um pouco mais, em "particular"!



Um abraço,



moacyr pinto







De: Acioli para Moacyr



Moacyr











Fiquei comovido com as palavras carinhosas que me distinguisse. Coisa de irmão, mais que de sangue, de convergência.











Quanto a distribuíres minhas mensagens com tuas observações, fique à vontade, não pretendo liderar nem orientar o movimento e sim provocar esta sociedade letárgica.











Um abraço



Acioli

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Saudações artísticas!










Com objetivo de fechar um cronograma para três (3) dias de apresentações, com grupos e artistas interessados em mostrar seus trabalhos ou processos de criação na segunda edição do Estival – Mostra de Peças Curtas, a ser realizada nos dias 26, 27 e 28 de novembro, convocamos (por meio de carta anexa) artistas e grupos, para uma reunião de programação, onde poderão levar suas propostas de trabalho, para serem discutidas e alocadas nos núcleos de teatro, dança, literatura, fotografia, artes plásticas, artes visuais, e cinema.







Dia 31, domingo, às 16h



Ponto de Cultura Bola de Meia – Rua Porto Príncipe, nº40 – Vila Rubi

Confirmar presença pelo e-mail: estival.comunicacao@gmail.com











Como participar:



Os interessados em apresentar-se no Estival 2010, deverão comparecer a reunião de programação ou enviar algum representante, para que possamos dialogar pessoalmente e juntamente com os núcleos compor a programação que dará corpo ao projeto, definindo dia, horário, espaço para apresentação, montagem e desmontagem de equipamentos.











Sobre o Estival:



Este ano, o Estival não irá instituir uma ficha de inscrição eletrônica conforme feito em sua primeira edição. O projeto tem como proposta envolver mais pessoas para seu Coletivo de artistas. Dessa forma, desde o início do segundo semestre de 2010, temos realizado uma reunião mensal, com objetivo de estabelecer um movimento, um projeto pensado e realizado por um coletivo com interesse de criar meios para que trabalhos artísticos circulem e dialoguem com a cidade de forma democrática, além de por em pauta políticas públicas que possam contribuir para fruição da arte em São José dos Campos.











Replique este e-mail para mais pessoas interessadas.



Contamos com sua presença e participação!







Coletivo Estival





estival.comunicacao@gmail.com



Ricardo Verissimo - (12) 8831-3117

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dada a alienação politica atual de nossa geração principalmente de quem se diz ARTISTA isto é algo raro.


Quero estar lá para comprovar.

SUCESSO.

A próposito nos fazemos alguma coisa além de elaborar projetos para O PAI E MÃE estado aprovar ou não?

Vivemos numa sociedade individualista e carente de homens e mulheres que pensem de verdade.

Além das teses do pensamento academico?

Fazer ou não fazer eis a questão.

E acredito que não fazemos.

Beijos incendiários



JOKA



joão carlos faria



Pasárgadas



Editora e Video



São José dos Campos São Paulo Brasil







COMPANHEIROS

Estamos organizando as intervenções na Manifestação de 2 de Setembro, por favor me enviem o que querem apresentar neste dia (2 à noite) ou durante o dia 3, qual é o melhor horário, quanto tempo de intervenção e do que precisarão (projetor, equipamento de som...)

Recapitulando...Após o epsteáculo 'Um navio no espaço", que abrirá o Festivale, sairemos em caminhada (do municipal) até o Benedito Alves lá nos organizaremos para iniciar as atividades. Teremos um projetor com um lap top e um equipamento de som com microfone para quem precisar deste materiais. Estamos batalhando um ponto de luz para ligar tudo isso, mas até amanhã ja teremos resolvido este pequeno problema.

Por favor levem e recomendem aos amigos que também levem o número do título de eleitor pois passaremos o abaixo assinado para que seja votado o projeto de lei do FUNDO MUNICIPAL DE CULTURA, é obrigatório além da assinatura o número do titulo dos cidadãos.

Eu e André passaremos todo dia 3 em frente ao espaço, então quem puder fazer uma interveção durante o dia por favor se manifeste, envie o melhor horario e o tempo de duração para que possamos nos organizar.

O horário do término da Manifestação será definido posteriormente.



Estamos encaminhando o texto/proposta de lei do Fundo Municipal de Cultura para conhecimento de todos (este texto foi produzido por vários representantes da classe artistica joseense em reuniões abertas realizadas na Camara Municipal)



Abraços a todos, aguardamos retorno.

Caren e André

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Atenção estou postando no blog Joca Faria

No momento este blog esta fechado um blog só já basta.

Espero velos lá

http://jocafaria.blogspot.com/

domingo, 20 de junho de 2010

A metafisica de José Saramago.






Joca Faria





Quem ama as escritas e a arte e já tenha lido um livro de José Saramago hoje deve estar em luto não um luto de choros e lágrimas mas de felicidade que alguém que tão bem contribuiu para a humanidade voltou a outro plano. Pena que nossa metafisica que Saramago dizia não acreditar nos diga como foi feito o anuncio da chegada de Jesus Cristo que Saramago nasceu. Não nós nunca sabemos como um ser humano deste nasce e não temos uma máquina do tempo para velos crianças.

Mas sabemos de suas partidas ele nos deixa um legado em forma de escrita. Ele da terra de Camoes e Fernando Pessoa escritores tão importantes para mim enquanto leitor. E para milhões de outros seres humanos. Uma figura desta que respirou o mesmo ar que eu e você. Que fez um livro inventado sobre a vida de Jesus Cristo que para meu inconsciente se tornou tão real como qualquer dos Evangelhos que li ou venha a ler. Tão belo como qualquer dos Apócrifos.

As religiões estão ai tem a sua importância não mais para mim. Saramago não é de uma religião se é que a arte é algo como uma religião. Para mim ver um bom filme, ler um livro ouvir uma música que adentre dentro de mim é pura metafisica. Não sou e nunca tenha sido agnóstico sou estudante de Gnose. Leio e releio Saramago. Ou qualquer artista que tenha alcançado seu porte ou até convivo com muitos que aprendem como eu os segredos e a magia do fazer arte. Gente como eu que ainda não atingiu a perfeição de um mestre como este. Mas que procuram viver uma vida de eterno aprendizado. De eterna critica de si mesmo e do próximo pois estamos sempre buscando uma perfeição. Que graças aos Deuses nunca é atingida. Gosto da gente que encara a arte como um caminho árduo de ensinamentos um caminho difícil. Estamos sempre próximos e distantes deste ideal da indústria cultural que foi criada no século vinte. Mas o artista em essência é um criador e ontem numa rara conversa com uma pessoa amiga debatíamos estas questões do fazer e não fazer.

Tenho a noção do cruel mercado e sua exigências. As vezes fazemos o jogo as vezes não. Faz parte de nosso aprendizado. Pois temos nosso lado direito e nosso lado esquerdo. Quem vive joga. E devemos lutar para deixarmos de sermos marionetes das farsas do destino. Enfim Saramago foi embora e nos continuamos. Faz dois dias que foi embora só hoje fiquei sabendo. Hoje no retorno de um sono entre este mundo físico e as outras dimensões me dei conta que também sou osso com uma das mãos circulei a cavidade de meus olhos e me vi caveira. Uma caveira cheia de emoções, sonhos. Dores, ilusões mas um monte de ossos que respira tem uma cultura um modo de vida.

Que não sabe nada de suas vidas passadas que tem esta personalidade transitória que agora escreve por vaidades e por desejo de sua alma. Quando escrevemos ou fazemos arte tem de tudo misturado nosso ego. A busca da esencia. Nossas vaidades. Necessidade de ser reconhecido e aceito também de justificar uma existência.

Mas para que temos que justificar no fim para nós mesmos eu não verei meu enterro nem o que dirão de mim passará um tempo e minha passagem por aqui será esquecida então para que me preocupar com alguma coisa. Saramago estava vivo mas para mim no meu dia a dia não fazia a diferença. Para os próximos dele sim. Mas para mim só a obra dele era importante.

O que importa é obra para o outro. Para mim é a minha experiencia o meu prazer em escrever.

Findado este texto quem sabe virão outros. E ai o texto esta posto num blog num site. Talvez nunca ganhe as páginas de um livro ou jornal. Mas são suportes a personalidade de José Saramago foi a essência que compõem Saramago existe.

Então de nós só vale a essência. Esta que nos anima e nos faz viver minha personalidade que se chama segundo meu batismo de João Carlos Faria que no universo cultural leva a alcunha de Joca Faria um dia vai-se.

Que talvez nunca se conte-te em ser o que é. Que quer mudar a si mesmo por dentro e por fora. Eu sou fruto de minha época desta virada de seculo vinte para vinte um. Não escrevo a bico de pena, não uso máquina de datilografia e já quase não ouço rádio.

Isto tudo é passageiro menos tudo que já passei e passarei se passar pois estou de passagem. Temos que estar preparados para a morte já em vida.

Assim sempre lembraremos que tudo é transitório. E sabendo que tudo passa devemos nos distanciar do bem e do mal. Do certo ou do errado.

Sei que é quase impossível mas também tudo é possível. O escritor Saramago só se tornou o grande escritor que é já na maturidade.

Mas o que é relevante Os Beatles foram os Beatles na juventude. O tempo é uma invenção quando estivermos prontos estaremos.

Hoje ouvi Secos e Molhados em tempo cronológico já faz quase quarenta anos que gravaram. Mas para mim vale o hoje e hoje é atual.

Tudo vai, tudo vem e ai Vinícius tudo é uma grande onda?

Estou indo se os Deuses deixarem farei outros textos. Um beijo a humanidade que toda a humanidade seja feliz.

Palmas a José Saramago.





João Carlos Faria



Pasárgadas



Editora

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Joca Faria




O JOGO SUJO DAS ELITES MUNDIAIS





Se a sociedade é o reflexo de nosso mundo interno após ler um artigo sobre a Faixa de Gaza de

Heather Sharp descubro que estamos podres. E nem adianta propor um protesto junto a embaixada de Israel na cidade de São Paulo pois eu estaria gritando sozinho. Israel chora até hoje seus seis milhões de pessoas mortas durante a segunda guerra mundial. Mas Israel provavelmente encaminha a humanidade para uma terceira guerra mundial como pregam alguns profetas. Junto com os Franceses que querem proibir a burca. O ocidente quer e provoca várias guerras. Esta semana fiquei sabendo que uma empresa Francesa que criou um sistema de cartão para vender água na Africa do Sul e uma mulher ficou sem crédito para ter agua em casa. Nas favelas no Brasil as comunidades vivem a merce do trafico.

Quantos desempregados vivem nas grandes cidades do mundo. E nós aqui só assistindo estas mazelas sociais e queremos ter paz de espirito nunca teremos. O mundo vive em guerras silenciosas e estamos aqui dentro de nossas vidas normais as vezes com algum emprego que mantém um certo padrão de conforto as vezes na ilusão de que teremos alguma coisa. E sempre criticando Hugo Chaves, Evo Morales e até Lula que é forçado a ter acordos com o honesto partido da oligarquia brasileira chamado PMDB que agora pós até o vice presidente na chapa de Dilma Roussef. O Brasil está refém destes canalhas e fascistas. Como a família Sarney. O PT apoia a família Sarney no Maranhão. É obrigado a isto? Sim pois a sociedade civil no Brasil nunca se mobiliza sempre fica em silencio será que ela tem um quinhão deste jogo sujo. Talvez não tenha mas nossas classes médias não se organizam nunca. Ou não sabe ou carece de lideres e articuladores. Os novos meios de comunicação e os problemas de hoje vão além de países e fronteiras. Tá na hora de criarmos novas formas de luta politica de forma pacifica. Como foi o envio de ajuda humanitária a faixa de Gaza.

Temos que transformar a vontade de ódio e vingança em amor. Sei que não é fácil. Explodir embaixadas de Israel ou a sede mundial da empresa que explora a água na Africa do Sul não levaria a nada só aumentaria a violência. Devemos nos inspirar em Gandhi e descobrir outras estratégias.

No Brasil o sindicalismo morreu e a luta sindical também. Nas grandes cidades precisam se desenvolver novas formas de lutas politicas e sociais. O MST enquanto movimento é o único avanço mesmo tendo uma linha considerada radical. Partidos Políticos como PSOL e PSTU. Não consegue ter a simpatia da classe média brasileira seus discursos estão fora de moda e suas práticas não convencem. Não consigo enxergar na candidata do PV partido no qual estou filiado uma alternativa sempre soube dos movimentos internos de sua direção e a mim não convencem mais é uma pena. A dicidencia chamado Partido Livre foi cooptado pelo PT. Qualquer ação nova neste pais é sempre cooptada. É difícil achar soluções mas elas virão. O pais carece de novos lideranças por enquanto vou votar em Dilma Roussef. Mas acho que ao longo dos próximos oito anos deve haver mudanças o PT corre o risco de virar um PMDB. E isto seria um grande atraso para o Brasil.

Cabe a sociedade civil descobrir novas maneiras de organização. Falta um movimento urbano que busque a geração de renda nas grandes cidades. E seja desvinculado da vida partidária.

No Brasil a cooptação de novos lideres se dá de muitas maneiras. É a falta de homens e mulheres de fibra que não se entregue a sedução do demônio no caso o poder de modo fácil.

As organizações politicas precisam ser internacionais. O que afeta Gaza de uma maneira ou de outra nos afeta. Quem sabe acordamos deste nosso egoismo e vamos em frente as embaixadas de Israel fazer nossos pacíficos protestos.

Solução para tudo tem esta na união de forças que queiram a liberdade. Mas liberdade também é

sinônimo de equilíbrio econômico, social, religioso.

Nos seres humanos estamos doente e a cura é o amor. Como o apostolo Paulo fala em Corinthios 13.

Fé e importante mas que não seja cega. Poderia ter citado alguma frase do Alcorão mas sou ocidental e este livro nunca chegou as minhas mãos.

Devemos entender a cultura muçulmana e não repeli-la. Somos uma só humanidade e este excesso de consumo nos leva a guerras.

Se não há novos lideres sejamos nós. Eu você ou qualquer outra pessoa que também tenha fé em si mesma. Que a humanidade seja feliz.





João Carlos Faria



Pasárgadas



Editora

terça-feira, 15 de junho de 2010

Joca Faria






Terceiro setor micro empresários das mazelas sociais?







Indiferença nunca é o caminho a vida corre em passos largos. Feito um cavalo livre de cercas. E nós nos prendemos a cercas imaginárias? Que são as utopias? Mais quais utopias? Me vejo cair de um grande edifício. E não criei asas ? Irei me esborrachar ao chão. Sempre me vejo nú em sonhos e hoje finalmente me vesti? Ando assistindo a filmes Americanos na telinha mas os filmes Brasileiros para mim são exóticos. Sempre trazem uma novidade são dificies de digerir. O estado financiando o cinema nacional permite um montão de experimentações e arte é experimentação não se pode prender-se a formulas pré-fábrica das. Estou assistindo sempre o Canal Brasil da Rede Globo com uma programação que privilegia o fazer cinema. O nosso cinema na TV a cabo. Só falta um canal com filmes Europeus, Asiáticos consigo ver filmes destes países mas sem legenda. Mesmo assim se vê uma variedade da produção mundial estes dias vi um pedaço de um programa estilo Chaves numa TV Árabe. Só falta a TV Aljazira em Português falta uma fusão da TV com a internet. Tanta comunicação e não vemos surgir novos lideres revolucionários. Hoje fiz uma critica a Revista Caros Amigos a um amigo dono de uma banca de revista e chamou-me de vendido. Os donos de banca de revista são intelectuais natos. Sempre se tem um papo agradável e inteligente com estas figuras. Este amigo diz que deveria ter uns trinta Hugo Chaves na América Latina como um todo. Acho que tanto Lula como Chaves tem uma boa estratégia politica. Cada um a seu modo. E devem trocar figurinhas. É duro só falta seis meses para terminar o governo Lula e não vai tarde. Uma outra pessoa tem uma tese que Dilma se elegendo Lula virá Ministro das Relações Exteriores do próximo governo. É uma idéia boa para que uma figura carismática um grande líder que não tem um diploma universitário precisa- se aposentar. Nem eu quero vestir pijama. Ando fora de revoluções pois não vejo nenhuma acontecendo. A maioria do terceiro setor é uma maneira de terceirizar as atividades do setor público micro-empresários das mazelas sociais. Vi ontem um filme nacional com uma professora de balé que fazia um trabalho legal numa favela. Também vi a ausência do setor público na única ação pública um policial corrupto entregou um bandido ao seu rival. O filme desmitificou a mentira de que traficantes são bem feitores da comunidade. Marisa Orth fez uma atuação excepcionall bem longe de suas caracturas na tv. Ela no cinema tem feito vários filmes é uma grande atriz. Este filme ousou um pouco tentando ser também um musical. Precisamos de ousadias como esta e também de um cinema comercial que leve milhões ao cinema como é o caso das produções de Daniel Filho. Que sempre cria uma obra que traz o povo ao cinema. O governo no Brasil deveria investir na criação de polos de cinemas regionais como a Petrobras faz em Paulinia no Estado de São Paulo. Sem uma interferência do Estado não há cinema. E questão de estratégia nacional. Ter uma industria cinematográfica forte com produção e distribuição. Cultura não é perfumaria. Sabemos mais da vida norte Amercana do que da nossa.

E isto nos torna pobres de espíritos só vejo o Brasileiro ter um afã nacionalista durante a copa e isto não me fascina. Temos uma história de conflitos que tiro por base na leitura de Grande Sertão Veredas de João Guimarães Rosa que ando lendo recentemente vi uma palestra sobre Padre Cicero que é uma figura histórica que nunca dei uma atenção mas foi um grande líder politico uma historia desta precisa ser filmada por vários diretores. Estes homens e mulheres que fazem e fizeram nossa historia mostra que o Brasil foi forjado a ferro e fogo e não somos tão ovelhas ou gado como parece. Por isto cultura não é nunca foi perfumaria.

Por isto precisamos de arte e cultura tanto como educação. E estamos ai miremos em personagens como Padre Cicero que aos quarenta e cinco anos deixou de ser um padre de aldeia para virar um líder um novo Jesus Cristo para o povo brasileiro graças as visões de uma beata.

A vida da muitas voltas e sempre devemos estar preparados para estas voltas. A vida é passageira ou teremos uma vida comum bem sem graça ou nos entregamos a ela e teremos uma grande Odisseia.

Indiferença nunca é o caminho a vida corre em passos largos. Vamos arrebentar nossas cercas imaginárias? Ou iremos acreditar nelas?



João Carlos Faria



Pasárgadas



Editora

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Joca Faria






Borboletas num portal





Quase tarde … O sol ainda não apareceu. Ultimamente acordo com lembranças de minha vida não dás passadas mas desta presente existência se é que existo? Posso ser uma ilusão. O sol esta dando as caras bem tímido? Acho que não. Cachorros latem. Pássaros como nós em silencio. Porque cantar se estão presos em gaiolas? A vida corre como sempre num cotidiano. Só alguém muito simpática me ligando. Acho estranho ninguém nunca me procura. A solidão sempre me faz compania. Ontem comi pasteis no mercado. Que delicia são estes pasteis fritos na hora. Olhei o teto tinha uma luz dourada nos iluminando. Ai sentei num banco de uma rua. E via as pessoas caminharem a cidade como sempre cheia de belas mulheres. Me sentia um estranho em minha própria cidade não via ninguém conhecido. Para ouvir suas historias e ilusões. A vida é rápida mas as vezes acontece tudo bem devagar. Faz vários dias que não leio um bom romance. Ultimamente gosto mais da prosa que da poesia. A prosa sempre nos conta algo. A poesia é mistério por demais. Prefiro a poesia dentro da prosa. E crio imagens poéticas dentro de meus textos.

Mesmo assim talvez não deixe de ser poeta se é que sou poeta. Acredito que sim. Mas não me torna nada especial. Outro dia vi um portal dimensional em pleno banhado. Numa tarde de terça -feira.

Quis adentra-lo não me era permitido. Tinha um enorme prédio no centro do banhado. Uma região banhada pelo Rio Paraíba do Sul. Que torna São José dos Campos uma cidade bem diferente. Mas ao mesmo tempo igual. Em baixo a trilhos e uma Vila que existe a mais de cem anos. Quando não havia represas ali se inundava. Quem sabe um dia vira um imenso lago. No bairro em que moro a Vila Industrial também tem este banhado. Ele chega até Taubaté terra do escultor Fernando Ito que faz grandes formigas em madeira. Tive a impressão de ver suas esculturas ganharem vida para dentro deste portal. A primeira vez que tive contato com sua obra foi num Shopping qualquer. Belas obras. Adorei sua formiga no SESC. Estava do lado de fora na Avenida Ademar de Barros acabei sentando em cima eita mania de aparecer. São nossos eus. Bem presentes. Felizmente o conheci pessoalmente num destes eventos que sempre estamos. O portal do Banhado é belo um dia destes conseguirei atravessa-lo. Ai não sei se voltarei. São várias as dimensões dizem que existem vários de nós que coisa acho que me basto. Lembrei me que cresci sempre num açougue ou numa loja qualquer. A vida num comércio é rica pena que não tenho esta vocação ou ainda não há descobri.

Talvez meu outro eu numa dimensão qualquer seja um próspero comerciante e chegue a prefeito de sua cidade. Pois de tão chato que sou não viro nem esperto r de quarteirão. Se foce eu prefeito iria além do bolsa família. Nestes dias de frio poria vários carros rodando a cidade e a via dutra para tirar moradores de rua. Para não morrerem de frio. Faria um programa anti drogas que circulasse em todos os bares da cidade. Tá os bêbados tem livio arbítrio podem beber até morrer. Mas qualquer ajuda e sempre é bem vinda. O ser humano por natureza esta sempre em crise. Existir é uma grande interrogação?

Mas nesta vida vou indo. Provavelmente não serei prefeito e com o andar das carruagens nem um escritor reconhecido já não mais importa. O que importa é escrever. Somente escrever. O resto é pura ilusão menos o portal do banhado ele está lá. E real muito mais real que nossas vidas vazias.

Prefeitos passam, vereadores passam nos do povo passamos mas o portal magicamente sempre está lá.

E eu um dia o atravessarei. E não mais voltarei e esta vida será mais um sonho das muitas que ainda não lembro.



João Carlos Faria



Editora Pasárgadas



Vila Industrial São José dos Campos Vale do Paraíba São Paulo Brasil

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Joca Faria






Ao amor que ainda não chegou.





Céu azul pintado de nuvens brancas, não há liberdade sem ter cem por cento de nossa conciencia.Hoje faz frio. Na manhã de outono. Não tenho seus pés para me aquecerem.Hoje depois de anos descobri no Youtube o nome da cantora que canta com Rod Stewart a música I dont want to talk ela se chama Amy Belle. Agora posso pesquisalá esta gravação é uma das preciosidades da música comteporanea. Que encontramos nas melhores banquinhas de cd de qualquer cidade. É neste mundo atual todo o cd pirata esta institucionalizado faz parte de nossa urbanidade.Ouvir esta música de um encanto maravilhoso nos faz saber do grande valor que é viver. E ainda não tenho seus pés para me aquecerem nesta manhã de segunda-feira que acabei não saindo para me achar. Pois perdido estou. Simplismente adoraval mulher por não tela a sussurrar em meus ouvidos ouço esta canção enquanto tú não chegas para dar um sentido real a vida. Viver só e estar num inferno de gelo nada que fazemos tem sentido. Já não milito em fileira nenhuma sou descrente pois tudo é ilusão só o amor que ainda não tenho é a possibilidade do real. Estou tão cego quanto os personagens de Ensaio Sobre a Cegueira de José Saramago.Que bela metafora que ainda não decifrei totalmente. Talvez porque não tenha voce ao meu lado para conversarmos e pensarmos juntos. Viver é uma grande metafora e sem voce a vida não existe. Sem voce sou metade. Sem voce eu não existo. Não possuo conciencia alguma.Voce e a chave que abre os portais.Que tira o véu de minha ilusão. Sinto que sem voce simplismente não existo. Poderia pular de uma ponte ou gritar feito o quadro de Edvard Munch mas de nada adiantaria.Pois ainda permaneceria só.

Vou vivendo os dias de eterno retorno. Tudo se repete numa grande ciranda.E ainda não achei um ponto de fuga.Tudo é uma grande ilusão. Tenho horror deste povo que vive encenando os mesmos personagens a mais de vinte anos. Estamos envelhencendo e contiuamos a contar as mesmas velhas mentiras. E nada de novo acontece. Quero quebrar minhas algemas. E partir para uma espiral acima .Chega de descer a torre das velhas ilusoes quero uma escada para o céu. É só com voce eu posso subir. Termino este texto e permaneço. Que os Deuses te mandem para os meus braços.

Céus azul pintado de nuvens brancas subo o morro que leva a minha casa. E vejo o azul inteiramente azul .Numa sexta – feira. E assim chego a conclusão que não há liberdade sem cem por cento de nossa consciência livre de nossos eus. Quero subir aos céus chega de descer as escadas que me levam ao abismo de minha ignorância. Só o real saber nos eleva. E ele esta longe de livros está dentro de nós.





João Carlos Faria





A música



http://www.youtube.com/watch?v=7RkWs6P2IwE







I Don't Want To Talk About It

i can tell by your eyes that you've probably been

cryin' forever and

the stars in the sky don't mean nothin'to you, they're a mirror



REFRAO:

I don't want to talk about it, how you broke my heart

if i stay just a little bit longer

if i stay , won't you listen to my heart, whoa, my heart?



if i stand all alone, will the shadow hide the color

of my heart blue

for the tears black for the night's fears

the star in the sky don't mean nothin' to you, they're a mirror



I don't want blue to talk about it black , how you broke my

heart (blue black, blue black)

if i stay here just a little bit longer

if i stay here, won't you listen to my heart, whoa, my heart?



REFRAO:



I can tell by your eyes that you've probably been

cryin' forever and

the stars in the sky don't mean nothin' to you, they're a

mirror



REFRAO:



All i want is to hold you back

forget all the bad times

slowly taste your neck

baby, let me take you to a ride to the sky

make you feelin' high, so fly, hum hum, damn right

sweetdreams are we

that make it girl it's all true, i never meant to fake it girl

you know the sun doesn't shine forever

so close your eyes and let us shine together



REFRAO



Tradução















I Don't Want To Talk About It (Tradução)

Eu posso ver pelos teus olhos

Que provavelmente tu estavas chorando pra sempre

E as estrelas no céu não significam nada pra ti,

elas são um espelho



Refrão:

Eu não quero falar sobre isso

Como tu me partis-tes o coração

Se eu ficar só um pouquinho mais

Se eu ficar, tu não ouvirás o meu coração?

Meu coração



Se eu suporto tudo sozinho,

As sombras esconderão a cor do meu coração triste?

Pelas lágrimas negras por causa dos temores da noite

E as estrelas não significam nada pra ti

Elas são um espelho



Refrão

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Joca Faria






Sem amor não se chega ao ápice o EXTASE.



Inspirado no filme



Nome Próprio de Murilo Salles. Quebase-se nos textos de Clarah Averbuck interpretaçãoação da bela Lendra Leal...





Um tênis furado jogado num lixo. Abrem -se as lixeiras e a pênis também cortado na noite escura. Mulheres se disfarçam e Camila saída da vida. Não tem nome próprio Camila é uma síntese de mulheres e homens que nunca sabem o valor do amor. Ainda não se descobriram eu que perdido estou neste labirinto de desejos. Em meio a gente tão perdida quanto eu. Assisto a saga incompleta de Camila nesta tarde de frio num Corpus Cristis.

Eu crucificado nesta matéria vejo me naqueles personagens. Estou tão indefeso. Quanto os fetos de abortos achados num lixo. Também me afogo na praia. E transo em Copacabana. Sou e não sou todos aqueles personagens. Nossa erá é de miséria e luxo. Estamos mentalmentes perdidos num amontoados de emoções. Espíritos vestindo corpus em desejos vazios por sexo. Este mesmo sexo que pode nos elevar. Nos afastas de nós mesmos e nos joga num grande abismo. A solidão faz parte deste abismo. Estas pessoas estão perdidas. Nós estamos perdidos pois nos baseamos em nossos eus. Camila menstrua num banheiro sem dinheiro nenhum para se limpar. Camila não quer empregos. Quer uma boa foda. Não quer morar Camila quer escrever. E dormir. Camila inventa mentiras. Faz amor com quem deseja menos com quem a deseja. Camila são mulheres vazias. Que não aprenderam o valor do amor. São homens desesperados. Camila é uma grande farsa. Não tem nome próprio não se acha e se publica afim que a decifrem num blog. Camila escreve livros. Circula entre vagabundos que se dizem artistas. Mas no fundo são artistas vagabundos. Estamos bem longe do ser. Só procuramos ter. A vaidade é nosso única ambição. Então porque ela chora? Deveria andar noite adentro pela madrugada fria. Está tudo em trevas. Camila se disfarça de Lilithy e Naemah seduz homens e mulheres pois não se acha. Esta tão perdida quanto você e eu. Nua num apartamento vazio. Tentando-se despir de si mesma. Se coloca nua num texto. Afinal quem é Camila. Que caminha toda a segunda-feira pelas ruas da cidade. A uma multidão de Camilas nos eventos culturais tão perdidos quanto Camila. Criando uma vida ilusória um mundo próprio. Se reconhecem entre si não se enxergam pois cada um no seu próprio inferno. O CÉU talvez seja o coletivo a junção a ciranda.

Não o coletivo comunista ou capitalista longe disto. O céu esta dentro de cada um de nós. E somos Camila. Sempre fomos Camila. Ela no filme que termina por terminar. Mas ela esta ai viva. Dizem que no inferno fazemos sexo e não gozamos não se chega ao ápice. Mas neste vida mundana nunca alcançamos o êxtase. Mesmo dentro da multidão estamos num apartamento feito Camila. Quero deixar a Camila. Quero abandonar LILITHY E NAEMAH. Mas só se mergulharmos profundamente dentro de nós de mim. E lá rancar os Demônios e Anjos ai talvez essência, transparência ai quem sabe o amor real de Camila. Camila sou.EU somos nós.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas

terça-feira, 1 de junho de 2010

Joca Faria








Os portais de Ferreira Gullar





Não conseguirei começar um texto sem falar de um bate papo com o poeta Ferreira Gullar que nos auge de seus oitenta anos. Tem uma sensibilidade sem igual . Já me deparei com alguma parte de suas obras já li belos ensaios no caderno Mais da Folha de São Paulo li seus poemas no colegial mas deparar com o poeta frente a frente é outra coisa. Tive o prazer junto com Edu Planchez de encontrar e conversar com ele na Academia Brasileira de Letras mas ontem ouvir suas histórias de vidas foi maravilhoso. Geralmente qualquer palestrante tem uma palestra montada. Mas o lugar e as circunstancias mudam Ferreira Gullar nos falou com sabedoria sobre Capitalismo e Comunismo mostrando que já esta a frente destas bobagens em que ainda as vezes acreditamos. Falou da morte e da bobagem que é ser ter muito dinheiro sem saber dividir. Ele é uma figura de um carisma impecável. Nos contou sobre seu processo de criação da poesia das exigências que faz com o poema de seu critério de seleção de saber cortar o poema que não tem a qualidade necessária para se entrar num livro. Colocou suas habilidades de critico de arte falando do fazer e fazendo uma bela critica sobre as vanguardas do século vinte. E as bobagens que fazemos e chamamos de arte. Tudo isto por causa de um cara que se chamava Duchamp e pois um bidê num museu. Colou que o movimento que ajudou a criar do neo concretismo é a primeira contribuição da arte feita no Brasil para o mundo

nos fez entender que a Semana de Arte Moderna e o MODERNISMO BRASILEIRO só traduziu o pensar Europeu para estas terras Tupiniquins.

E por intervenção do público no caso o poeta Braga Barros falando da terra onde nasceu Amilca de Castro ele nos falou do convívio que teve com este amigo ai sim se emocionando e contando nos do convívio com ele outros na Revista Manchete sim ele também é jornalista e no bela cidade do Rio de Janeiro faziam uma revista de circulação nacional. Mil faces deste escritor que ontem foi anunciado quando estava na casa onde Monteiro Lobato viveu que merecidamente ganhou o Premio Camoês sem dúvida nenhuma Ferreira Gullar e´um escritor que entra na historia da literatura tendo contribuído com sua enorme sensibilidade para as letras universais. Esbanjando saúde e lucidez no seus oitenta anos ele ainda tem muito a nos passar. Por pouco não vou hoje a São Bento escultar suas histórias e saborear de sua sabedoria.

Ontem cheguei em casa fiz minha meditação e não quis saber de televisão, nem internet ou livros já havia me alimentado bem com sua sabedoria.

Este fim de semana de convivi-o com muitos escritores no Festival da Mantiqueira nós dá o animo necessário para continuar nesta vida de escritor e ativista cultural é um mundo onde se aprende muito dando força a nossas almas. Mas também de muitas ilusões e vaidades. É difícil manter um pé neste universo e no chamado mundo real. Onde devemos ganhar nossa vida e o suado pão do dia a dia mas vamos seguindo como canta Caetano Veloso. Sem lenço nem documento nada nos bolsos ou na mão eu vou porque não ?

É estamos ai vivos enfrentando nossos desafios e o contato com Ferreira Gullar mas fez lembrar do convívio com José Omar de Carvalho um poeta que viveu nesta cidade hoje andamos órfãos de figuras como José Omar e algumas horas com Ferreira Gullar já valeu muito a primeira figura da literatura nacional que assisti uma palestra na minha escola foi Ignácio Loiola Brandão lá nos anos oitenta e me recordo até hoje.

Quantas pessoas ontem que se depararam a primeira vez com um poeta da envergadura de Ferreira Gullar?

Ele abriu portais agora basta nós atravessá-los.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Joca Faria






Porcas Borboletas



Site



http://www.porcasborboletas.com.br/?md=apasseio





É em matéria de música e de bom e velho rock mpb eu aos quarenta anos estava me sentindo velho mas descobri eu estava óóórfão um bom som minha referencia vinha dos anos oitenta de minha adolescência mais eis que por acaso zapeando a tv e numa paradinha no Multi Show de nossa querida Rede Globo que eu descobro a beleza e a sofisticação de Porcas Borboletas uma banda performática como eu já quis montar e minha falta de talento musical nunca deixou já tive contra-baixo, violõese agora quero uma viola. Não sei se saberei tocar mas quero ter uma viola. Eu tenho o direito de ter uma viola lendo o reelese que esta no site deles de Alex Antunes. Vejo que a bela poeta da nova safra Clara Averbuck participa também das composições. Músicas como Super Herói Playboy e outras nos fazem diverti e refletir. E as performances dos caras no palco é maravilhosa e despojada. Eu vi juro que vi no Multi Show. No mesmo horário daquelas duas beldades da MTV a que pinta o cabelo de verde e a outra. Que pena não sei os nomes delas.

Porcas Borboletas e o novo e uma grande reciclagem. Se toca ou não toca nas rádios não mais me interessa não ouço rádio mesmo.E me digam quem ainda ouve? Eu é que não já há muito tempo só mesmo dentro dos ônibus. Os caras são altamente criativos fizeram uma música falando de Sílvio Santos. Variam os ritmos e os estilos olhem esta frase EU SINTO MUINTO EU SINTO MUINTO EU NÃO SINTO NADA. Não preciso nem por o título dá música.

Eles existem estão ai confira e tire suas conclusões quando meus óculos embaçam não ouço muito bem. Estes meus óculos de pseudo intelectual que coisa. Uma amiga anda triste pois esta na moda ser escritor e lançar livros. Não tó nem ai acho é bom tem chance de aparecer grandes talentos e arte e nada mais que um processo de descobertas de si mesmo. Agora o cd rolou no site e voltou a música Menos de Banzo e Clara Averbuck acho a melhor música mas todas são ótimas confiram este som.

Clara que recentemente vi um filme inspirado na sua obra. Um amigo disse que tenho a mania de gostar de vagabundas e nunca sou correspondido. Gosto de gente que tenta viver ontem num papo numa banca de revista hoje em dia prefiro estar nesta banca acha-se mais gente inteligente que nos circuitos culturais as pessoas do circuito entre aspa cultural estão cada vez mais vazias. Será que é só em minha cidade. Ou uma injustiça de minha parte.Nem falo do circuito politico que estou de férias. Mais de vinte anos de vida social já se começa a separar o joio do trigo. E aja joio. Uma outra figura me dizia que ando muito entre joios mas pergunto onde esta o trigo? O Sol terá uma boa colheita? Tenho lá minhas dúvidas. Como diria um mestre Humanidade ao abismo ao abismo ao abismo. Mas ei que veio o Super – Homem a nos trazer uma super dose ou morramos ou morramos não tem outra opção além de morrer.

Também estou lendo o livro que me foi doado por um poeta de Luiz Carlos Maciel AS QUATRO ESTAÇOES o escritor João Ubaldo Ribeiro pisou na bola bem feio no prefácio que fez. Ainda bem que não dou atenção aos nomes que leio. Luiz Carlos fez um livro fundamental para se entender o processo atual ele não separa esoterismo, misticismo de ciência e filosofia coloca tudo no mesmo peso na balança das boas idéias que salva a humanidade. Arte, ciência, esoterismo fazem parte de nossa vida só os tolos acadêmicos que as separam. O mundo é ilusão mas quando bato a cabeça no chão dói. Então meus caros vivemos a filosofia de cada dia. Ser artista é viver. É VIVENCIAR. Bater com a cara na parede e deixar-se sangrar. E os rapazes de Porcas Borboletas já tem este tino e sabem fazer e muito bem. Devemos ouvi-los atentamente. Eles estão e muito outros o tempo não para como bem cantou Cazuza. Tudo gira Maya esta ai. Tudo é ilusão e qual das pilulas devemos tomar eu já escolhi a minha a muito tempo. E tenho ainda muito a fazer e a crescer. Pois ai ai ai eu me belisquei estou vivo vivo vivo.

Ouçamos Porcas Borboletas caminhemos pelas estradas da Mantiqueira sem medo algum.



João Carlos Faria



Editora Pasárgadas



São José dos Campos São Paulo Brasil – Planeta Terra … Lado direito do Sol da Via Láctea numa dimensão qualquer do universo...



Tradução do Portugues para o Russo



Таа е во полето на музиката и стариот добар рок mpb на четириесет и јас се чувствував стар, но ги открив јас бев добар звук óóórfão моите референци дојде од осумдесеттите години повеќето од моите тинејџерски години тука, кој се случи на телевизија и flicking брзо гости во Мулти покажеме на нашите драги Глобо дека јас открив убавината и софистицираност на крило орев перформативните бендот како сакав да се прошетаат и мојот недостаток на музички талент уште од Излегов од бас, violõese сега сакам гитара. Не знам дали знам но сакам да играат гитара. Имам право да има гитара reelese читањето на оваа на нивниот веб-сајт на Алекс Зико. Гледам убави поет на новата култура Клара Averbuck, исто така, учествува во композициите. Superhero песни како "Playboy" и други забавни и да нè натера да размислуваат. И перформансите на момци на сцената е неверојатен и гол. Се колнам видов она што го видов во Мулти Show. Во исто време, овие две убавини од МТВ, кој стравува неговата коса зелени и други. Штета што не го знам имињата на нив.

Пеперутки и нови ореви и голем рециклирање. Ако игра или не игра на радио не се интереси мене, не слушам радио mesmo.E кажи ми што уште слушате? Јас не е дека одамна, дека само во рамките на автобус. Момчињата се многу креативни направи песна зборува за Силвио Сантос. Варира ритми и стилови гледаат оваа реченица чувствувам дека ПИПНЕТЕ muinto muinto чувствувам ништо. Непотребно е да се од песна.

Тие се таму проверете таму и да подготви свој заклучоци кога ми очила магла до не слушам многу добро. Овие очила ми псевдо интелектуална работа. Еден пријател оди тажна затоа што популарниот да биде писател и книга лансирање. Не даде претпоставка е добар има шанса да покаже голем талент и уметност и ништо повеќе од процесот на откривање себе. Сега на ЦД-валани на самото место и се врати на музиката помалку од Banzo и Клара Averbuck дека најдобра музика, но сите се одлични даде овој звук.

Клара кој неодамна гледале филм инспириран од неговото дело. Еден пријател рече дека имам навика на сакањето курви и јас никогаш не сум се исти. Ми се допаѓа на луѓето кои се обидуваат да живеат разговор вчера во вестникарска будка денес преферираат да бидат на овој одбор наоѓа луѓето се повеќе интелигентни од луѓето во културниот кола на колото помеѓу културните Цитат се повеќе се празна. Дали е тоа само во мојот град. Или неправда на моите parte.Nem политички Разговор за кола дека сум на одмор. Повеќе од дваесет години на општествениот живот веќе почна да го оддели пченица од шега. И да дејствува шегувам. Уште една фигура ми кажа дека чекорам многу помеѓу Joiosa но се прашувам каде оваа пченица? Сонцето ќе има добро култура? Имам моите сомнежи. Како би еден господар човештвото во бездната бездната на бездната. Но еј дојде супер - човек да ни донесе супер доза или умираат или умре нема друг избор освен да се умре.

Јас сум исто така, читањето на книгата ми беше дадена од страна на еден поет Луис Карлос Maciel Четири годишни времиња писател Жоао Ubaldo Ribeiro зезнав прилично лоша во предговорот што случат. Мило да не обрне внимание на имињата ги прочитав. Луиз Карлос направи фундаментални книга за разбирање на сегашниот процес, тој се одделува Езотерија, мистицизам и философијата на науката го става сè во иста тежина во билансот на добри идеи кои спаси човештвото. Уметноста, науката, езотерична дел од нашиот живот само будали академици, кои ги разделат. Светот е илузија, но кога ја удирам главата на подот боли. Значи драги мои живееме филозофијата на секој ден. Да се биде уметник е да се живее. И искуства. Притискање на ѕидот со неговото лице и нека искрвари. И Момци крило орев има таква мудрост и тоа го прават многу добро. Ние ги слушам внимателно. Тие и многу други не се за времето, како и пееше Cazuza. Сè се врти Маја таму. Сите се илузијата и она што ние треба да ги преземат апчиња јас мој тимски подолго време. И сè уште имаат многу да се направи и да расте. И ох ох сум жив жив жив сериозна.

Ореви слушаат Пеперуди патување низ Mantiqueira
 
http://www.porcasborboletas.com.br/?md=apasseio

Site

Porcas Borboletas

http://www.porcasborboletas.com.br/?md=apasseio

terça-feira, 25 de maio de 2010

Joca Faria - João Carlos Faria
Joca Faria






Afinal quem somos ???





Eu existo ? Estou aqui? Eu existo? Υπάρχω; Είμαι εδώ; Υπάρχω;

ann mé? Tá mé anseo? ann mé?

Eu existo? Estou aqui? Eu existo? Uma real pergunta ? Como sei se existo ?

Tenho dúvidas ? Muitas dúvidas ceisteanna a lán

Me faço esta pergunta sempre e a faço agora com este estranho sono que vem no começo desta noite? Afinal quem somos? De onde viemos ? ONDE eu estava antes de ser concebido por meu pai e minha mãe? Porque não consigo lembrar de mim mesmo? Se existo ? Cén fáth nach féidir Is cuimhin liom féin? Má ann mé?

Afinal sou quem? E quando deixar de ser o eu João Carlos Faria serei quem o que?

Já se perguntou quem é? Eu quem voce não é ? Ou quem poderia ser? Ou deixou de ser?

Lost Lost Lost Perdido estamos, estamos perdidos? A qualquer momento posso deixar de estar aqui? Mas não deixarei de ser? E se o ser ainda não sou? Sou uma projeção materializada?

Am ar bith orm a bheith anseo? Ach ná lig sé a bheith? Cad a tharlaíonn má nach bhfuil mé fós a bheith? Tá mé teilgean iarbhír?

Afinal para que toda esta comédia neste mundo de trés dimensões ? Ou sim uma grande tragédia?

Não sei ou talvez intue … tAlveZ a INTUIÇÃO me seja mais pertinente para chegar as múltiplas respostas?

Busco as dentro de mim as vezes elas as respostas vem. Talvez estejam em meu corpo. Em meu jeito em mascara?

Eu existo ? Estou aqui? Eu existo?

I exist? I am here? I exist?

Afinal quem somos ???

Ou não somos ? Ou surge é dia ? E agora continuo a existir?



João Carlos Faria



Editora Pasárgadas



São José dos Campos São Paulo Brasil

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Joca Faria






Quero beber das sagradas bebidas.





O que talvez não conseguimos compreender de forma clara é que a um embate dentro de nós entre bem e mal. Procurando o poema de sete faces de Carlos Drommond de Andrade achei um site que tem um título assim... Neurose de mim mesmo... E a figura de um duelo entre um anjo e um demônio. Que imagem que mostra claramente este nosso interno desafio entre o mal e o bem. Nunca sabemos quem vence mas esta luta e eterna. E a arte esta ai retratando todo este universo. A milênios desde que o homem é homem. Pois nunca fomos LOBSOMEM. Para isto tudo ser decifrado estão ai o esoterismos e suas muitas e muitas escolas ocultas. Este saber está dentro de nós mesmo. Basta deixarmos a ponte nos ligar as vezes até via um belo romance como Grande Sertão Veredas numa sofisticação e simplicidade do mestre João Guimarães Rosa ou na obra de um Carlos Drummond de Andrade. Tudo se conecta. E desta teia acabei de cantar um poema de Drummond os puristas vão odiar um poema numa moda de viola. Mas a viola nos fala a alma. A arte esta dentro de nós. Eu a transpiro e a respiro em todos os momentos. Como diriam os atores estamos sempre em cena. Viver é assistir tragédias e comédias e aprender a não se identificar com nada disto. Pois tudo é passageiro. Mas o amor fica como o de Diadorin por Riobaldo. Portanto devemos sempre buscar ir além deste mundo. Nos conectarmos ao Universo. Pois já estamos dentro dele. É traze-lo para dentro de nós. Religião é estar conectado ligado ao todo é uma ponte. Não precisamos de nada oficial para transportar ir lá e voltar. Já temos esta ponte dentro de nós e cada um a descobre a sua maneira. Os Deuses estão aqui sempre estiveram eles não são mitos são reais. Atravessemos o arco- iris. Sejamos Alice, Clarice. Busquemos o pó de per lim pim pim.

Sejamos o masculino e o feminino. Busquemos o amor real. Deixemos a ilusão para trás. Eu já tomei minha pilula. Ache a sua? Quem sabe Morfeu apareça em seus pesadelos. Quero voar ir além de Anjo e Demônio. Quero beber das bebidas dos Deuses quero estar junto em seus banquetes e ai de fato poder ajuda-lo a subir estas escadas infinitas. Por enquanto estou tão preso quanto você nesta matéria tenho que ousar me desprender e deixar minhas pegadas ache a sua saída a um portal

de saída deste labirinto. Ó MULHER tu tens as chaves que me abrirão as portas da percepção. Quem assistiu ao filme O ULTIMO PORTAL verá ali algumas da chaves. Tudo esta ligado e conectado nesta grande teia. A internet e algo plasmado de algo mais profundo. Devemos chegar ao Pai busquemos ao nosso Pai através de nossa Divina Mãe. A um Deus em mim e meu Deus saúda o Deus que está dentro de ti . Que sejamos felizes que toda a humanidade redescubra a felicidade.

Vamos partir para além mar. Para longe deste labirinto. Desta caverna. Destas prisões.

Um dia estarei livre. E quero estar contigo a compartilhar esta liberdade.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas


Joca Faria num misto de canto e recital do Poema de Sete Faces de Carlos Druommund de Andrade


http://www.youtube.com/watch?v=xRRkGqLkEks

terça-feira, 18 de maio de 2010

Joca Faria






A grande teia chamada ueb.





Enquanto ouço Podres Poderes de Caetano Veloso e escrevo este texto que graças ao Google Tradutor poderá ser traduzido para mais de cinquenta idiomas imaginem Fernando Pessoa, Gláuber Rocha ou qualquer artista de genialidade em toda a história humana parafraseando Lula nunca tivemos uma tecnologia desta ao alcance de qualquer gênio humano. Um Albert Einstein ou qualquer cientista ou filosofo com uma tecnologia destas nas mãos faria miséria em termos de criação. Alguém vai me dizer que uma tradução desta não é fiel sim não é. Mais as possibilidades são ilimitadas e eu que me presumo criador e para superar minhas mediocridades tenho que avançar nas pesquisas e na criação. Podemos saltar neste abismo e voar. Chega de choro de cobrar o estado as empresas e tudo o mais. Estamos numa era de novas possibilidades os conceitos mudam. Tão rapidamente terminado este texto qualquer ser humano se assim se interessar poderá lelo em meu blogue. E interagir com esta obra com este autor. Posso ser detonado, ridicularizado até ser idolatrado.

Mas não me interessa e sim a experimentação me interessa.. Vou saltar devemos saltar e recriar o mundo. Nos conectarmos a esta grande teia de pensar e agir.

Imaginem um Gláuber Rocha com uma câmera de 12 pixeis ou um Mazzaropi fariam horrores não teriam limitações quantos longas experimentais estão sendo feitos no mundo neste exato momento. E não me venham falar das limitações de dinheiro já ouviram falar em cooperação em grupos se unindo para produzir ou até mesmo sozinho hoje tudo é possível. Até aprender a ganhar dinheiro para sobreviver com sua arte ou até a falta dela. Tenho vistos filmes nacionais mal dirigidos mas isto também faz parte do processo a falta de talento e evidente mas mesmo ela é importante são processos coletivos que chegam e não devemos ficar parados mãos a massa. A arte se constituem de erros e acertos. Mais erros do que acertos. E errar é um grande prazer. Tão quanto acertar. Eu aqui de minha pequena aldeia estou ligado a milhões de outras aldeias. O MUNDO ESTA CONECTADO. As coisas podem acontece e não acontecer e ouço Odara de Caetano Veloso mas posso ouvir a sua música, ver seu desenho, assistir ao seu filme. A industria cultural vai ser totalmente mudada. A imprensa será outra. Vivemos a democracia digital. E agora não nos resta outra opção além de criar recrear e descri ar. De experimentar todas as possibilidades desenvolver novos programas. O GOOGLE esta digitalizando todos os livros já feitos.

Talvez ainda não achem o meu. Estamos ai vivos com tamanhas possibilidades. Quero é viver sentir e experimentar. Sou criador somos criadores devemos vencer nossos limites chega de resmungar, reclamar as licitações públicas para a arte estão ai, façamos ou não as façamos mas estão ai. Eu quero é criar e recriar . Sampe ar, editor e reeditar. Dominar os programas e aprender a ganhar dinheiro com tudo isto. Pois estou bem vivo as faculdades a distancia estão se firmando. Daqui a pouco teremos canais com aulas de nível universitário o conhecimento esta ao alcance de todos.

Governos se esforçam para facilitar este acesso. Empresas para ter lucros. E a sociedade civil. Indivíduos e coletivos plugados nesta grande teia. Disto tudo nascera´uma nova economia que seja mais solidaria e distribuidora de recursos. Um novo saber se alcança. Que a metafisica seja desvelada este conhecimentos estão ai para o mal e para o bem depende de como o saberemos usar.

Tudo depende de nós. E agora José?

Vamos em frente as revoluções acontecem a todos os segundos. Que aproveitemos tudo isto para aprender a nós decifrar. Para não sermos devorados no fundo do abismo.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas



Joca Faria


The big web called UEB.


While Podres Powers hear Caetano Veloso and write this that thanks to Google translator can be translated into over fifty languages imagine Fernando Pessoa, Glauber Rocha or any artist of genius in human history paraphrasing Lula never had this technology available to any human genius. An Albert Einstein or any scientist or philosopher with a technology in the hands of these would make in terms of creating misery. Someone will tell me that a translation is not faithful but is not. More possibilities are limitless and I presume that I overcome my creator and mediocrities have to advance research and creation. We can jump into this abyss and fly. No more tears to charge the state companies and everything else. We are in an era of new possibilities concepts change. As quickly ended this text any human being could well be interested lelo on my blog. And interact with this work for this author. Can be detonated, mocked up to be idolized.
But I do not care but I care about the trial .. We'll jump jump and recreate the world. Connect us to this great web of thinking and acting.
Imagine a Glauber Rocha with a camera of 12 pixels or a Mazzaropi horrors would not have as many long experimental limitations are being made in the world right now. And I will not mention the limitations of money have heard of cooperation in groups teaming up to produce or even alone today everything is possible. By learning to make money to survive on his art or even lack thereof. I have seen domestic films misdirected but this is also part of the process and evident lack of talent but that it is important collective processes are arriving and we must not stand idly by hand mass. The art form is of right and wrong. More errors than hits. And making mistakes is a great pleasure. So as to hit. Here I am in my little village on the millions of other villages. THE WORLD IS CONNECTED. Things can happen and not happen and hear Caetano Veloso Odara but I can hear your music, view your drawing, watch your movie. The cultural industry will be totally changed. The press is another. We live in a digital democracy. And now we have no other option than to create and recreate described air. To try all possibilities to develop new programs. Google is scanning every book ever made.
Maybe not even find mine. We live there with such great possibilities. I want to feel and experience it live. I am the creator we must overcome our limits creators comes whining, complaining bids for public art are there, do or not do but they are there. I want is to create and recreate. Sampe air, editor and republish. Mastering the programs and learn to make money with all this. Cause I'm alive and colleges at a distance are becoming established. Soon we will have channels with college-level classes such knowledge available to everyone.
Governments strive to facilitate this access. Companies to take profits. And civil society. Individuals and collectives plugged into this great web. Nascera'uma all this new economy that is more solidary and distributor of resources. New knowledge is achieved. That metaphysics is unveiled this knowledge are there for evil and the good depends on the know use.
Everything depends on us. And now Joseph?
Come forward to the revolutions happen every second. That we take all this we learn to decipher. Not to be eaten at the bottom of the abyss.


João Carlos Faria

 Editora Pasárgadas

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Joca Faria






Ao meu Deus interior.







Outono inicio de uma tarde amarela. Este dia tem cor amarela. Embora as nuvens estejam em branco. O sol insiste em não sair. O mundo sempre amarelo? Ela perdeu seu sapato de cristal num parque qualquer de uma cidade. O mundo é real? Nunca sabemos ? Descubro que vivemos mais nosso mundo interior que o exterior? Minhas ambições mundanas não tem fundamentos. Tuda passa eu passarei. Mas sempre estarei aqui. Não quero mais estas repetições de dias sempre iguais. Talvez os dias sejam sempre iguais. Para nos auto analisarmos descobrirmos nossos defeitos e tântalos corrigi-los. Vivemos de uma forma tão mecânica. Estamos bem longe de algo digital. Eu não existo? Tem hora que não quero existir. Mas parece que existo. E agora o que farei com o resto de minha existência. É tudo um grande cotidiano de infindáveis repetições. Parece uma escola onde sempre repetimos o mesmo ano. Sempre sonho que estou num colegial. Mas dias deste este sono avançou e estava numa faculdade em Campos do Jordão. Será que consegui dar um passo além ? Não sei passo meus dias vivendo minha doce ilusão. Não terei poder nem gloria. Mas isto para mim já não faz nenhuma diferença. Prefiro uma boa caminhada num parque de minha cidade qualquer.

Não passo de um soldado de um exercito Brancaleonico. . Que busca a felicidade que também está dentro de mim. Ultimamente passo os dias lendo bons livros, assistindo TV a cabo e tentando acessar a divindade. As vezes tento de forma bem mecânica ai não tem valor nenhum. Repetir mantras de forma mecânica não se acessa nada só se perde o tempo precioso que nunca temos. A metafisica para ser real tem que ser sentida. As vezes um filme que toca nossos dilemas vale muito mais. Pois nossa presença esta ali integralmente. É eu preciso estar integralmente dentro de mim quando canto um mantra e não fora. Meus velhos demônios vão embora. E vem outros demônios para eu decifrar. Sempre estamos com novos desafios. Para pode sair deste imenso labirinto. Descubro um Deus que habita dentro de mim. Ele é eu e ainda não sou ele. Ele sou eu. Sempre fujo de mim mesmo. Ser livre e decifrar-se para não ser devorado. A esfinge vira um leão. O Sol nos ilumina. Quero sair de minhas trevas. E ser iluminado pelo Sol. Uma voz infantil canta dentro de uma caverna escura. Agora ouço choro de bebe. Um cão cheio de sangue me persegue dentro do labirinto. Uma mulher numa alcova tenta me seduzir. A olho de novo e agora a vejo como é um grande demônio. Que eu mesmo criei. Que sempre alimento com meus atos de egoismo. Minhas ambições. Ainda não descobri o mistério do amor. Nunca me vejo refletido no próximo. Viver e nunca decifrar o mundo é estar morto. Ando cercado de mortos. Eu ainda estou morto. Quero morrer para ver a luz nascer dentro de mim. Eu vi mais vida nos trágicos personagens de Despedida em Lás Vegas que em mim mesmo. Ele se amaram. Eu nunca nem sequer me amei. Alguém se matar com álcool é diferente de viver morto a vida inteira. Este cotidiano nos sufoca temos que desvenda-lo para não continuarmos mortos. A vida é um eterno cotidiano. Só o amor vence. O amor é não luxúria. A luxúria muitas vezes se disfarça de amor. Mas não é amor. Todos os belos corpos envelhecem e apodrecem mas se ali a amor os casais sempre estarão juntos. Viver não tem fórmula podemos ler toda a filosofia do mundo, ler tudo sobre magia. Saber toda a ciência mas se não experimentarmos de fato de nada adianta. Acaba sendo uma grande mentira. O cotidiano é mistério. Nele a magia basta sabermos enxergar. Deus brinca com a gente vestido de Diabo. Dento de nós a Deus e o Diabo. Viver não passa de um intervalo dentro da ciranda do infinito. Onde fica Pasárgadas não sei. Utopia é uma ilha um continente? Quando retornarei a SHAMBALÁ . Ainda não sei. O céu continua amarelo. As nuvens branca. O pássaro engaiolado canta … eu também canto pois ainda estou dentro de uma gaiola invisível. Sei que a porta está a aberta. Uma hora desta alcançarei a sabedoria necessária para aprender a voar. E ai chegarei a liberdade? Só o Deus que esta presente dentro de mim o sabe.



João Carlos Faria



Editora Pasárgadas

sábado, 15 de maio de 2010

Joca Faria






Quase nada ...





O fácil já não me convence mais. Já não tenho mais paciência para frequentar eventos de SESC e Fundações da vida. Para me dizer uma pessoa de cultura. Isto já não me acrescenta estes eventos estão cada vez mais vazios de sentidos. Também fazer oficinas culturais de qualquer modalidade também não me atrai. Esta faltando nos dias de hoje as pessoas realmente se enturmarem para uns com outros aprenderem o valor do fazer arte, cultura. Dos oficios de escrever, pintar, cantar ou qualquer arte. Nos envolvemos nesta sociedade midiática onde queremos tirar belas fotos para jornais. Sair na TV ou na internet. Confesso que já fiz parte deste processo e estas mentiras já não me enganam mais. Preciso aprender e para isto ficando isolado dentro de mim não trocando informações de outros processos de criação não me ajudam. Precisamos parar refletir para poder criar uma arte que represente nossos dias. Chega de formas de bolos prontas de receitas já testadas.

Só se espelhar nas formas do passado. Eu vivo o hoje estes dias e aprendo com meus contemporâneos. Já lemos quase todos os livros, conhecemos todos os estilos e vamos repeti-los? Ninguém nos lera´então vão a fonte beber a agua recém saída.

Já é hora de sermos a fonte. De falar do hoje de chegar ao fundo do poço. Descer aos infernos, experimentar o céu. E trazer uma novidade destas experiencias. Ai tudo desabrochará editoras aparecerão. Produtores. Estamos preocupados com a falta de estrutura mas a temos. Tá tudo dentro de nós. Como está fora. Falta encontros onde possamos tomar um café comer uma broa. E falar de nossas dificuldades na escrita nas artes.

De nossas descobertas um olhando nos olhos dos outros. E não como fazíamos liamos nossos poemas por vaidade e ninguém estava ligado no que outro escrevia ou cantava.

O mundo carece de gente que o entenda que o desvende. Que o decupe quadro a quadro. E venha trazer as interpretação deste novo em que vivemos. Chega de eventismos que não nos acrescenta nada. Entramos vazios e saímos sem nada. Tudo precisa ser reconstruído. O KAOS esta instalado cabe a nós artistas, escritores, poetas reconstruir. Desbravar este novo processo. E ainda não o fizemos não vejo estas almas nas obras atuais. Só queremos ver as coisas através de números da quantidade de livros que vendemos ou não vendemos.

De quem está na onda esta na moda de textos curtos é uma bobagem. Podemos ser longos ou curtos mas tenhamos alma na arte. O novo mundo esta ai para ser desbravado. Este consumismo nos leva a destruição. Queremos comer, beber. Gastamos nosso tempo que é pouco com futilidades. Tá na hora de nos encontrarmos numa casa qualquer e por a conversa em dia. Sentar numa praça num outono ou verão e ver o mundo. Contemplar dialogar sem ataques pessoais. Deixar nossas vaidades pois não aprendemos nada ainda podemos ter 15, 25 , 35 ,45 ou 95. Mas diante do infinito somos crianças. Para mim chega de eventismo. Prefiro ficar em casa a sair atrás de futilidades. A ver peças de teatro vazias, escritores vazios. E me sentir vazio quero que a revolução brote no coração de cada um de nós. Chega de fantasmas do passado. Antes talvez tenha sido tão vazio quanto hoje vamos nos encher de amor real pelo próximo. Longe destes conceitos de uma cultura fast food feita só para entretenimento sem nenhuma alma.

Que só serve para nos roubar o que temos de maior valor o tempo. Quero brincar de braços dado com sua alma com seu ser. Quero olhar para dentro de seus olhos e dizer que tú faz a diferença.

Não quanto você tem de crédito, não me importa sem tem um crachá, uma boa casa. Tudo isto

é passageiro. A casa envelhece, o carro quebra , a luxuriá vai embora a vida passa e na soma de

tudo só fica o que fizemos de bom e na vida de hoje seria quase nada.

Estamos cada vez mais vazios. Talvez as obras dos grandes mestres nos ajude a nos achar. Mas temos que aprender a ler. Ando a ler João Guimarães Rosa , Grande Sertão Veredas mas me falta quem eu possa trocar as informações saber onde e quando ele fez este livro. Há poucas pessoas numa semana inteira que conversamos a fundo. Onde podemos conversar sobre a idéia de nossos escritos de nossa obra conversando com alguém sobre um texto anterior cheguei aos escritos de

Henry David Thoreau um escritor que influenciou LÉON TOLSTOI que através de uma carta dialogou com o jovem advogado que vivia na Africa do Sul hoje conhecido como MAHATMA

GANDHI.

Portanto tudo faz parte de uma grande teia e precisamos acessa-lá mas só criando uma real comunidade trazendo valores da alma e não os valores desta sociedade mercantilista e vazia na qual vivemos assim seremos novamente humanos.

Assim seremos escritores , artistas verdadeiros revolucionários por enquanto só vejo o vazio.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Joca Faria






Sem o trabalhado que nos aprisiona – LUA- …quero o trabalho que nós LIBERTE ...- SOL -





São seis horas da manhã lá no Japão assisto a NHK no momento passa um jornal. Um pessoal jogando futebol. Assim é a vida em nossa contemporânea sociedade. Hoje não ouve tempo para ler Guimarães Rosa e seu sertão Mineiro eita Minas Gerais que eu ignorante desconhecia. Não somos tão bons assim? Este sangue ruim corre em minhas veias em tua na de todo mundo. E temos a mania de criticar a classe politica? Ela só nos reflete? Numa das cenas os jagunços mataram um macaco, mas se enganaram eram um homem quando estava nas panelas eles perceberam a burrada. Belo amor de Riobaldo por Diadorin. A narrativa do livro é inovadora sem divisão de capítulos. É um livro altamente poético. As pessoas confundem poesia com versos. A poesia é a alma o sentimento. O poeta é o ser que passa o sentimento. E não o criador de versos. Assisti Je vous salue, Marie de Jean – Luc Godard o diretor é um grande poeta no roteiro e nos enquadramentos ele sempre inova. Me deixou glorificado. Quando fizer cinema quero seguir seus passos. O Brasil hoje tem uma safra de diretores internacionais já consagrados. Mas nosso governo ainda financia um monte de diretores bem ruins. Ando assistindo ao Canal Brasil haja porcarias de ontem e hoje. Ontem insisti num filme que já nem me lembro o nome. Fazia uma meta linguagem mostrando uns cineastas bem toscos. Mas isto faz parte e a diversidade o importante é incentivar as artes. Ai surgem gente muito boa e gente muito ruim. Quero caminhar de muito ruim para muito bom na arte da escrita e do cinema.

Não sei se ainda terei tempo para criar um longa. Mas se os Deuses assim me permitirem o farei.

Que se faça a vontade dos Deuses e não a minha. Pois os Deuses sabem o que nos precisamos.

É muito interessante ouvir a NHK não entendemos nada da língua Japonesa. Mas é uma cultura maravilhosa. A ouço enquanto escrevo. Uma repórter mostra a previsão do tempo. E sigo com este texto. Estava refletindo a ação do terrorista que tentou explodir uma bomba em Nova Yorque é uma grande bobagem. Não adianta fazer estas coisas. Através do mal nunca se chega ao bem. Já ouve tempos que apreciava o terrorismo. Hoje acho uma violência gratuita. Gandy e Lula conseguiram grandes avanços para suas nações sem gerar guerras. O governo Lula marca a nação Brasil o homem saiu do sertão de Pernambuco de família pobre fez um Senai e chegou a presidência e esta finalizando oito anos de um governo marcante. Graças ao seu governo eu um simples cidadão posso fazer uma faculdade e assistir uma TV a cabo e usar internet. E até comprar uma casa pagando uma prestação bem baixa. Só me falta virar um empreendedor. Não tenho vocação para vender minha mão de obra minha liberdade de tempo me é preciosa. Agradeci aos Deuses por poder dormir meu sono da tarde. E quero manter estes pequenos privilégios quero aprender a ganhar dinheiro sem prostituir o mais sagrado para nós humanos e coisa mais cara que nem um dinheiro jamais pagará o tempo. Vi numa palestra uma frase de Mário Quintana O TRABALHO É ÓPIO DO POVO. Adorei Mario merece que eu o leia sabia bem o que falava. Já fui trabalhador a muito tempo atrás. E achava um absurdo ter poucas horas livres. Ai sempre tentei um modo diferente de viver. Mas sempre esbarrei nas dificuldades financeiras ainda fecho esta equação antes de morrer. Que eu morra para poder renascer . A liberdade nos faz pagar um alto preço nossos pares não nos perdoam. Mas sigo em frente sem medo de errar. E não temo a morte a desejo.A chamo clamo por ela. O pior do ser humano é o medo. Por causa dele deixamos de ser o que realmente somos seres livres. A vida é passageira. Sejamos livres somos pássaros livres de gaiolas. Elas as gaiolas são prisões imaginarias. Saímos de dentro da gaiola para libertar o anjo que lá esta preso. Vamos voar ir além da LUA rumo ao nosso Sol que está dento de nós.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Joca Faria








Eremitas urbanos.







A noite esta presente. Hoje tem um bom filme nacional para assistir. De noite todos os gatos são pardos. Até os gatos de nossas TV. Tenho um filme de Godard para assistir Je vous salue, Marie ultimamente assisto canais de todas as linguás.As latinas entendo outras nem tanto. O mundo virou um quintal as culturas hoje se parecem. Os programas de TV a cabo parecem todos iguais. Acho que me cansei um pouco de tudo. Então prefiro o silencio e uma boa leitura finalmente comecei a ler Grande Sertão Veredas de João Guimarães Rosa e descobri que Riobaldo e o narrador e vi uma bela introdução de Paulo Rónai de uma edição de 1956. Espero escrever assim ontem ouvi uma música de Cazuza interpretada por Ney Matogrosso como este compositor consegue falar ao nosso interior. Ele nos diz ao fundo. Ney falava da bobagem que é experimentar drogas nos dias de hoje. Nos anos sessenta até tinha um porque. Falou do vazio de nossa era. Temos os meios mas nos falta agora conteúdos.

Andamos muito vazios enquanto civilização. Tem hora que não me dá vontade de sair. Mas saio. Ainda mais se for para caminhar num parque e comungar com a mãe natureza. Ou o pouco que ainda resta dela. Pelo jeito daqui a pouco não vai restar é a humanidade. Estaremos registrados no universo e só. Espero que encontremos uma solução para o nosso egoismo. E não vai ser na tecnologia e sim na metafisica. Que cada um consiga comunicar com o Universo a sua maneira. Eu de meus modos. E você do seu. Tudo é vida nada é somente material. Este computador no qual uso existe. Portanto tem vida que o anima. Quando acordo bato a mão na parede para me sentir no mundo físico. As vezes bato em mim mesmo. Tenho a leve impressão que sempre estamos dormindo. O tempo sempre passa. Eu sempre mudando queira eu ou não. As vezes lembro-me de fases de minha vida que já passaram e vejo onde acertei ou errei. Me dá impressão que estamos sempre sendo conduzidos. Parece me que não somos senhores de nosso destino? Talvez perante o Universo ainda somos crianças. Então busco não ter preocupações apenas vivo. Só me atento realmente a minha metafisica. Ao meu encontro com o universo. Deveríamos ouvir sempre nossa batida do coração. A meditação é um bom caminho. Para chegarmos a ouvir nossa batida do coração. Ontem terminei Brida de Paulo Coelho é um bom livro de um bom autor. Eu sempre aprendo muito com ele. Preciso ler seus livros mais atuais. Descreveu um Sabá numa floresta Paulo sabe ser universal e escrever de uma maneira que todos entendem isto é uma bela qualidade. Gostei desta leitura.

Dias destes fotografei livros de novos autores numa biblioteca e acabei perdendo as fotos. Os novos autores estão ai. Agora cabe a eles conseguirem seus espaços. Acho que falta no momento atual encontros onde se debata o processo de criação. E as finalidades da escrita e da arte. Onde se fale de filosofia e metafisica. O povo anda muito vazio. Num papo bem superficial. Então por estas e outras prefiro o silencio. Se foce só eu? Mas estamos todos assim em um silencio. Este individualismo nos leva a onde? Agora somos eremitas urbanos.





João Carlos Faria



Editora Pasárgadas

terça-feira, 4 de maio de 2010

Joca Faria






Anjos e Demônios





Não há emails em minha pastá. Só o silencio da noite quente de outono. As flores estão adormecidas. Os pássaros dormem. Nas matas animais caçam. Enquanto todos nos dormimos. Quero ser uma águia para voar. Quero a real liberdade. Mas onde ela está? As contas de cada dia nos chegam. E nós na nossa estupidez acreditamos nelas. As chuvas foram embora. E alguém querendo comprar botinas para quando elas vierem. Quase meia noite e nenhum anjo ou demônio adentrou ao meu quarto. Mas cedo ou tarde eles vem pois ainda somos o bem e o mal. E sempre estou os esperando. Eles sempre tem algo a nós mostrar. Faz silencio vejo as estrelas quem sabe viajo até uma delas nesta noite. Preciso achar a chave. Sei que está dentro de mim.

Não há emails em minha pastá. Não deixarei minha porta trancada. Preciso voar enquanto durmo. Tenho muito a aprender no mundo dos sonhos. O sono vem, que venha. Hoje não estou muito cansado. Amanhã não sei. Quando a terei em meus braços? Só o universo sabe. Deixai tudo nas mãos do universo. Só ele sabe o eu nunca sabe. Quero que minha luz brilhe e me tornarei um astro.

Tento sair desta ilusão. Romper com Maya. Estar atento e sempre acabo adormecendo. Ai sou criança no colo de minha mãe.

Não há emails em minha pasta. Tento seguir minha intuição em vez de minha razão. Cade os anjos e demônios será que todos perderam suas asas? Será que estão aqui vivendo conosco?

Não ouço gatos, nem cães a noite é quente. Longe de tudo telefones, celulares só sinto meu corpo.

Busco minha real presença. É noite mas a luz. É noite e não vi estrelas.

Não há emails em minha pastá.

Nem você a me acalentar.

Não há emails em minha pastá.

Só o silencio de uma noite quente de outono.

O eu lost.





João Carlos Faria

domingo, 2 de maio de 2010

Joca Faria






Carta aos escritores







Caro amigo Leon Tolstoi, faz tempo que não o leio. Toda vez que vou a um mercado lembro de um belo conto seu no qual descrevia sobre a manipulação dos alimentos para renderem mais e para por a venda. E as pessoas comendo coisas que lhe fariam mal. Fico triste por ter ido em bora nesta vida abandonado numa estação de trem no inverno Russo. Não viu sua Rússia sem os Reis que foram todos mortos. E nem a Revolução do Proletariado que mudou a cara da humanidade. O mundo hoje é outro em tecnologia mas nas questões humanas talvez sejamos os mesmos sempre egoístas. Eu moro aqui na América do Sul no Brasil um pais quente na região Sudeste no Estado de São Paulo. Na cidade de São José dos Campos é uma cidade grande cheia de estruturas militares, industrias bélicas. Aqui a cultura acontece de uma forma ou de outra com e sem apoio do poder público da imprensa oficial. É estranho dizemos que estamos numa democracia mas quem está no comando do poder publico eleito dentro das normas. Se poem não na condição de cidadão mas se acham superiores. O mesmo caso e com a imprensa. É que em nossa sociedade ainda impera o poder do dinheiro. Do ter. E tudo mundo quer ter e não ser. Somos tolos materialistas. Temos uma cultura consumista vivemos sem nenhuma qualidade ainda trabalhando de 8 a 12 por dia. Assim deixamos de viver. Nas grandes cidades pobres e ricos ficam presos em engarrafamentos horas e horas dentro de carros movidos a petroleo. E ali se irritam ficam mal humorados. Pobres ricos vivem sempre em lugares apertados os pobres em favelas. Sem nenhuma condição de habitação. É que não há distribuição correta da riqueza criada por pobres e ricos. A Rússia comunista acabou há duas décadas O CAPITALISMO é a linha hegemônica sem existir outra proposta. Até deve ter mas estes

escritos não nos chegam. Nas nossas horas de folga estamos presos a TV ou a Internet. Ninguém se encontra para debater arte, politica, religião, modos de vida alternativo.

Todo mundo sempre na sua correria individual. Sejam trabalhadores, artistas, professores,empresários e políticos. E também os desempregados.

Estamos cada vez mais sós. Qualquer atitude de ajuntamento sempre vira fracasso por todos nos quando em grupos queremos ser melhor que nosso próximo.

A ideia de aldeia esta acabando os vizinhos não mais se ajundão as elites vivem em novos feudos os condomínios fechados. Nunca conseguimos falar com o prefeito o governador e muito menos o presidente da republica.

As vezes falamos com vereadores, deputados mas os parlamentares no geral sempre estão atrelados ao poder executivo e nunca resolvem nada só sabem fazer reunião.

Pois é estou escrevendo porque na minha vila vai ter um encontro de escritores onde é um raro momento onde as pessoas se veem e estou feliz por isto. Nos outros anos sempre puis uma melancia no pescoço para chamar a atenção deve ser minhas carências. A vontade de ser aceito na sociedade pois hoje todos os cidadãos são invisíveis no geral ninguém sabe o nome de ninguém muito menos suas vitorias e suas derrotas. Caro Tolstoi sempre fui lá neste encontro para fazer minha média enquanto escritor. Mas sempre foi quebrado esta lado. E meu lado humano que é raro floresceu. Lá é um oásis onde vestimos a roupa que queremos. Falamos com todos sem distinção de raça e cargos de poder. N o ano passado minha melancia foi uma performance desci do ônibus com dois amigos na entrada da cidade vesti um vestido indiano e acendi uma tocha e adentrei a cidade. Foi belo. Tentei organizar um cortejo até um rio e não rolou. Mas conheci muita gente interessante. Para variar nenhum editor. Mas porque queremos ser os escritores da ponta se um dia como eles também morreremos. Você Leon Tolstoi que escreveu grandes obras foi rico e poderoso um dia se rebelou e começou a escrever as bobagens que nos humanos fazemos. Escreveu uma bíblia anárquica. Cumpriu sua parte. Porque eu ainda um mero aldeão quererei ocupar um espaço que a inda não alcancei. Deixe os nomes já consagrados curtirem o espaço deles. A nós cabe criar movimentos nacionais que sejam importantes para os dias de hoje refletir e criticar e apontar soluções para a sociedade do conhecimento.

Nos temos uma historia por construir. Estamos vivos ai podemos criar novas revoluções, novos levantes uma nova arte , uma nova literatura. Um jeito novo de fazer politica. Descobrir novas maneiras de gerar renda. E vamos nos preocupar com um encontro por ano se temos o ano todo para mudar o mundo. Sim mudar o mundo. Começando por nos mesmos. Ir além de sarais. Chega desta forma já tá gasta. Já foi feita a Radio Aguapé, Canto da Cultura, Celebração ao Renascimento da Poesia, Jornal LITTER, CD de Poesia prestigiemos o Entrementes a internet criemos soluções o novo nos aguarda ai quem sabe daqui alguns anos um de nós ou muitos de nos estarão na posição de destaque. Caricimos por enquanto vamos curtir enquanto aldeões preparemos a festa. Nos que devemos vestir nossa melhor roupa ou fantasia e estejamos lá felizes a preparar as novas revoluções. Que todos sejamos felizes. Ainda escritores de aldeia quiça um dia escritores de um universo inteiro. Que venha o Festival da Mantiqueira se vivo estiver e o universo assim permitir mais uma vez estarei lá. Que tal um cortejo. Uma instalação. Uma performance. Um trabalho que tenha um real valor para a humanidade assim é a vida.

Caro Leon Tolstoi aqui encerro nos veremos sempre no mundo dos sonhos. Onde sempre tenho muito a aprender contigo. A vida passa mas nossa passagem por ela fica marcada. Um fraterno abraço.





João Carlos Faria



Editora Pasárgada

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sua piscina esta cheia de ratos.








Joca Faria







Depois de eu e o diretor Harley Campos um velho palhaço que contava as aventuras e desventuras da cultura sem identidade de São José dos Campos. Não porque os artistas daqui não tenham identidade talvez não tenham o espaço necessário para se desenvolver. Aqui temos sim poetas, artistas meu caro Daillor Varella você é um deles. Como esta juventude que fica sem praça. Porque a Praça não é mais do povo. E a Afundação Cassiano Ricardo não nos representa junto ao poder municipal. Virou mais uma autarquia borrrocratizada dos desgovernos do PSDB. Se a noite só ficasse nisto já estaria ganha. Pois a noite a cidade não esconde, mendigos, bixas e farrapos humanos fruto do desgoverno neo liberal da cidade. Mas Maria a Mãe de Jesus se fez mulher diante de nós e nos contou dos farrapos humanos que se dizem cordeiros mas são verdadeiros lobos. Aqui se faz acordos entre os Vermelhos do PT e os Tucanos do PSDB esta cidade esta partilhada em acordos escusos. Eu homem acostumado a ouvir as coisas mais ORRIVEIS da podridão humana me arripei. Maria que veio diretamente de Aparecida do Norte me contou das mazelas e acordos feitos nos porões da cidade. Enquanto 700 mil habitantes acreditam numa oposição e numa situação. São José é das Putas. Das Amélias,Izélias, Anaclelia, Ângela que não são mulheres de verdade. Das artimanhas de partidos quiça só seja vendidos nas Assembleias Paulistas. Pasmem senhores. É nos que somos ingênuos. A acreditar em João, Pedros e Carlos e Carlinhos que fecham acordos. Como já dizia um poeta Partidos dos Traidores assassinos da moral e da ética. E esta cidade está órfã de políticos. Eu que não vou em Rádios de Garcia que não é Lorca. De Antônio que de Santo não tem nada em eternos acordos. O leite dele se faz fazendas, iates. E o povo o ouve? Na merda sem emprego, sem asfalto, sem terrenos legalizados. E uma câmara de vereadores de verdadeiros lobos disfarçados de cordeiros dizendo amem ao sr. prefeito.

TERCEIRA via? Cade uma terceira via? Numa cidade que uma campanha para prefeitos custa trés milhões de reais. E alguém vai me convencer que não vão tirar cem vezes depois. Eu vivo numa cidade morta viva. Onde cada é cada um. E que se dane a politica para o bem comum.

Aqui não se pode gritar. Não há mais Ricardos, Loester e Saladinos eles te caçam como rato te chamam como canta Cazuza de ladrão , bixa e maconheiro. Pois aqui se enchem de dinheiro. A cidade esta sitiada roubada e esfarrapada. Não há vozes não há ação e nem reação. Cade os Juizes a justiça humana. Só sera fará a justiça Divina. Que um raio lhes parta a cabeça desta cambada de canalhas desta gente vil sem nenhum caráter. Estão além de Macunaima. Estes homens e mulheres já estão mortos e ainda não o sabem. Já estão nos infernos.

A máscara desta cidade cai a cada dia e não há Chapolin Colorado para nos salvar. Nos temos que nos levantar, juntar as forças fazer levantes gerar uma nova revolução, com arte , cultura , filosofia com entendimento de que fazer politica é lutar pelo bem comum. Chega destas raposas disfarçadas de cordeiros deste falso embate entre PT X PSDB. Isto é uma grande farça um jogo de cartas marcadas. Levantemos nossos braços, erguemos nossas espadas e vamos a batalha.





João Carlos Faria



Editora Pasárgada