quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Avatar ...




Joca Faria



Como diz a canção ando meio desligado por estes dias. Ás vezes sem nada aparente estamos meio maus. É o que acontece nestes dias as forças parecem acabar. E para recuperar deste momento fui assistir ao belo filme Avatar há anos longe da telona lá fui eu pensei repensei e comprei o ingresso. Já não sabia como lidar num cinema. Um monte de papel. Cadeiras numeradas. Que insanidade. Aquela gente bonita na fila. Paguei com cartão. Sem a nota fiscal Paulista. Fui ao banheiro ... Passei pela pipoca. Antes vi as pessoas da política no encontro do trem bala onde generosamente fui barrado. No momento senti-me mal um ativista político fora será que é por estar de bermuda e camiseta não sei? Mas escrevi ao Valeparaibano. Esperando colocar o mau atendimento de nosso governo federal é pensar que já ajudei a eles chegarem lá. Que falta de respeito a um cidadão brasileiro , mas este cidadão escreve.

Mas Avatar vale um ingresso é um filme belo onde coloca nossa doce humanidade no lugar dela a de destruidora da natureza só pelo interesse econômico e de poder.

Os Avatar nos lembra os conhecimentos indígenas e da literatura esotérica mostrando um planeta como um ser vivo. Onde o ser correspondente ao homem na Terra sabe lidar com a mãe natureza e põem os Terrestres como Demônios será que somos Demônios?

Estes estragos da chuva mostra isto como podemos deixar as comunidades pobres morar em áreas de risco. E nos achamos humanos em aceitar ver no Jornal Nacional ver aquele povo que perde tudo sem um apoio de políticas de estado. Em vez de mata ciliar nos córregos estão lá as favelas.

Assistir Avatar sem refletir nossa vida no planeta é uma bobagem. Quando as naves destruíam

As matas. Tinha gente vibrando no cinema. Que coisa. É pensar que poderíamos ter sidos entregados a mãe natureza e perdermos este caminho. Espero que ainda haja tempo a doce humanidade.

Os mercenários tinham invadido até a Venezuela que na vida real é questão de tempo.

Hugo Chaves entra em crise. Talvez falte um projeto político mais humano neste planeta que ainda não foi pensado.

Pelo menos em Avatar os índios venceram os senhores da guerra foram expulsos. O que alivia é que a doce humanidade não corromperá o espaço com seus vírus de egoísmo.

Precisamos redescobrir a humanidade em nós mesmos. E nenhuma revolução coletiva fará isto.

Só a mudança dentro do coração de cada um de nós o fará. Que cada um descubra seu próprio caminho não há formula para tornar-se novamente humano.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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O cd Cidade das Palavras. De volta a UEB.




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